Mediador de Seguros, uma profissão com futuro

5 de Novembro, 2016 | por CFinanceiro

O trabalho de um mediador de seguro vai muito mais além de umas simples vendas, implica todo um trabalho diário a nível da gestão das carteiras de clientes, de forma a não desaproveitar os mesmos.

Para singrar na área é necessário abrir os horizontes, de maneira a oferecer ao seu cliente um leque alargado de opções, tentando sempre transmitir que, nem sempre, aquilo que parece mais fácil ou barato é, realmente, o melhor. É lhe sempre exigido um trabalho intenso de esclarecimento, informação e proteção dos intervenientes, sendo uma mais-valia para o mediador, ser dono de uma relação interpessoal bem acima da média. Para que haja uma boa relação de mediador-cliente é muito importante que haja uma confiança mútua entre os parceiros, sendo assim um trunfo para o mediador de seguros poder assim alargar os seus contactos no meio e salvaguardar qualquer contratempo futuro.
Posto isto, para se conseguir respeito por parte da seguradora e, posteriormente, ver as suas vantagens aumentadas, é necessário realizar um acompanhamento e dedicação profunda de todos os casos em que se envolve, criando assim uma boa carteira de cliente, tornando esta numa profissão bastante aliciante e com um futuro risonho.

O futuro da mediação de seguros

A mediação de seguros mudou bastante nos últimos anos. Resultado do aumento da afluência e da exigência, o negócio tem sofrido uma evolução negativa, aliado às elevadas expectativas dos consumidores, combinadas com a maior sofisticação dos mercados financeiros, esta atividade tem demonstrado ser uma atividade exigente, que obriga a uma persistente atualização dos conhecimentos técnicos, teóricos e práticos, de maneira a acompanhar o desenvolvimento da complexidade do mercado e, consequentemente, ao aumento do grau a nível da exigência por parte dos clientes.
Prevendo-se a continuação de uma vasta série de mudanças nesta área, certo é que o setor segurador tem tudo para continuar a cumprir um papel bastante importante no desenvolvimento das diferentes áreas sociais, económicas e financeiras. Para além disso, a atividade de mediação cumpre um serviço importante na ligação com os clientes, por isso, continuará a corresponder de forma positiva às expectativas de todos os intervenientes.
Relativamente à profissionalização da área, esta é uma atividade com um grau profissional bastante digno, recordando que antigamente existiam à volta de 40 mil mediadores inscritos e, nos últimos dez anos, esse número diminuiu para cerca de 25 mil mediadores. Apesar de ter sofrido esta redução na última década, é indiscutível que o setor tem sentido uma melhoria a nível da organização e planeamento, podendo assim encarar os desafios futuros de forma positiva.

Como ser mediador de seguros

Há diversas formas de realizar esta atividade, seja em part-time ou full-time. Tudo depende da disponibilidade e flexibilidade de cada um e, principalmente, da maneira como cada um se compromete com a área, havendo sempre a hipótese de conciliar com outra atividade, optando assim por um formato de trabalho em part-time.
Neste momento, o setor da mediação de seguros conta com mais de 87% dos seus profissionais com formação no ensino secundário e superior.
Para tal, um curso de mediação de seguros é uma das formas de conseguir seguir por uma profissão relacionada com a área seguradora. Gostava de ter um negócio rentável e de futuro como empresário na mediação de seguros?
O profissional da mediação de seguros só poderá trabalhar nos ramos em que está habilitado, podendo enveredar por uma carreira de Agente de Seguros, Corretor de Seguros ou Mediador de Seguros dos Ramos Vida ou Não-Vida. Para tal, é necessário realizar uma formação obrigatória, nomeadamente um curso de Mediador de Seguros. Sendo necessário que esse curso seja reconhecido pelo Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, validando assim o ingresso na Atividade de Mediação de Seguros.


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O que é um mediador de Seguros?

22 de Agosto, 2016 | por CFinanceiro

O que é um mediador de Seguros?

A mediação de Seguros é, em toda a parte, caraterizado como um negócio rentável, cada vez mais procurado por parceiros individuais e empresas. O seu desenvolvimento recai nos níveis de responsabilidade e confiança que os agentes da área conseguem proporcionam à sua atividade.

Quando se trata de uma atividade que pode afetar diretamente a maneira e a qualidade de vida dos intervenientes, é necessário exigir aos seus executantes uma forma de estar e de agir capaz de defender os interesses dos seus clientes.
Como tal, há uma necessidade de esclarecer a envolvência existente nesta área, bem como, o que é realmente um mediador de seguros.
O setor da mediação de seguros divide-se em três categorias.
Os agentes em causa (singulares ou coletivos) podem registar-se e executar a atividade de mediação de seguros numa dos seguintes grupos:
Agente de seguros
Executa a mediação de seguros em nome de uma ou mais empresas de seguros, ou de outro mediador, consoante os termos ou contratos consumados com essas instituições.
Corretor de seguros
Exerce a atividade de forma autónoma, baseando o seu trabalho numa investigação isenta de um suficiente número de contratos disponíveis no mercado, permitindo recomendar da melhor forma possível, tendo em conta aquilo que pretendem.
Mediador de seguros
Consultor que atua de forma independente ou através de uma empresa, capaz de recrutar clientes, podendo oferecer propostas de seguro de diversas seguradoras, aconselhando-os sobre as modalidades e coberturas que melhor se adequam, em função das situações em causa, analisando todos os riscos e danos económicos que possam surgir. Esta análise indicará qual o tipo de seguro adequado para cada cliente garantir a cobertura dos seus próprios bens.

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Requisitos de um mediador de seguros
Para exercer a atividade de Mediador de Seguros, é necessário realizar um contrato com a respetiva seguradora – não se aplica a corretores de seguros. Caso sejam agentes coletivos, há a necessidade de garantir a presença de um número mínimo de membros pertencentes à administração, responsável pela mediação de seguros, ou de pessoas que estejam envolvidas diretamente na mesma atividade, por cada estabelecimento público.
Obrigações de um mediador de seguros
• Para poder fechar algum contrato em nome da empresa, esta tem de lhe fornecer, por escrito, os poderes necessários para tal;
• O mediador não pode atribuir-se a si próprio a cobertura dos riscos envolvidos;
• Seguir todos os processos segundo os regulamentos, não efetuando contratos que que os infrinjam;
• Acompanhar os contratos de seguro em que intervenham, de forma exata;
• Orientar-se por uma ética de sigilo profissional perante terceiros, de factos que tenha conhecimento, não pondo em causa a prática da sua atividade.
• Sempre que for necessário, apresentar a sua certidão de habilitações relativa à sua profissão;
• Conservar todos os arquivos relativos aos seus processos, bem como de todos os envolventes e informações imprescindíveis à precaução de possíveis fraudes de capitais.

MEDIADOR DE SEGUROS, UMA PROFISSÃO COM FUTURO

Um mediador de seguros é caraterizado como um gestor capaz de aconselhar e acompanhar permanentemente todas as necessidades relativamente à mediação de seguros. Desta forma, esta área coloca ao seu dispor um leque de diversos serviços, tais como, Seguros de Vida, Pessoais e Patrimoniais.
Os Seguros de Vida estão subdivididos, entre outros, em Vida de Risco e Vida de Risco associados ao Crédito à Habitação.
Os Seguros Pessoais repartem-se em Planos de Saúde (Individuais ou de grupo), em Acidentes Pessoais (Individual, Viagens e Grupo), Responsabilidade Civil (Particular, Profissional, Produtos e Exploração e Laboração de Máquinas) e, por último, Acidentes de Trabalho (Conta de Outrém, Trabalhadores Independentes)
Por fim, os Seguros Patrimoniais, distribuídos por Multi-riscos de Habitação, Multiriscos de Condomínio, Multi-riscos de Empresas e Automóvel.


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7 Dicas para Poupar nos Seguros

20 de Novembro, 2015 | por Frederico Henriques

Poupar nos seguros é possível, mesmo que sejam apenas alguns euros mensalmente.

Hoje em dia uma das palavras que mais anda na cabeça das pessoas, é a palavra poupança. Poupar nos seguros é uma das várias formas de reduzir o orçamento mensal.
Os seguros são hoje em dia um produto, obrigatório, em algumas situações.
Qualquer família tem hoje em dia um seguro Automóvel, de vida, para a casa e de saúde.
Devemos ter em atenção as nossas necessidades, para não termos custos desnecessários.
Se, por um lado, é inevitável ter um seguro automóvel caso tenha carro, por outro, num seguro de saúde, pode estar a pagar por coberturas desadequadas às suas necessidades e desta forma estarmos a meter dinheiro pela janela fora.
Ficam aqui algumas dicas para conseguir poupar nos seguros o máximo possível.
 
1. Avaliar as necessidades – Tal como já foi referido, este é o primeiro passo. Deve efectivamente avaliar o que pretende em termos de coberturas e depois contratar de acordo com as necessidades identificadas. Imaginando o seguro de vida associado ao crédito à habitação: se o seu objectivo é apenas garantir que a casa fique paga numa situação de morte ou invalidez, optar pela actualização do prémio ao capital em dívida pode ser mais vantajoso. Isto porque o prémio do seguro vai descendo à medida que vai pagando o empréstimo.
 
2. Cartões de crédito com seguro – A maioria dos cartões de crédito têm benefícios associados à sua utilização, entre os quais está a possibilidade de ficar coberto por um seguro de viagem caso pague a sua viagem com o cartão de crédito ou mesmo caso faça uma compra na internet e seja burlado, o seguro do cartão devolve lhe a totalidade ou pelo menos parte do dinheiro. Deve apenas ter atenção às coberturas e verificar se são suficientes para si e assim poupar nos seguros de viagem.
 
3. Mediadores – Procurar um mediador também lhe pode permitir poupar nos seguros. Por norma, consegue preços mais competitivos em relação ao balcão.Tem ainda a vantagem de estar a falar com um especialista que apenas lhe vai indicar as coberturas efectivamente necessárias, e desta forma não está a perder dinheiro com coberturas que não se adequam a si.
 
4. Atenção à duplicação – Muitas vezes, sem saber, há pessoas que têm mais do que um seguro com as mesmas coberturas. Acaba por estar a pagar duas vezes sem necessidade, uma vez que as indemnizações não acumulam e assim está a pagar duas vezes e só vai receber uma vez.
 
5. Consolidação – Muitas seguradoras oferecem descontos caso compre um pacote de produtos. Ter o seguro de vida, carro, saúde ou casa contratados na mesma seguradora pode ficar bem mais barato do que ter espalhado por várias companhias. Analise bem esta situação e veja se ao ter todos os seus seguros na mesma companhia não vai poupar alguns euros
 
6. Low Cost – As seguradoras ‘online’ ou por ‘telefone’ apresentam, por norma, preços mais competitivos dos que as companhias tradicionais. São estruturas empresariais mais leves e desta forma conseguem oferecer preços mais baixos. Tenha atenção às coberturas.
 
7. Promoções – Aproveite as campanhas de desconto de algumas seguradoras. Por vezes, as poupanças face aos preços normais são consideráveis. Pode ainda obter descontos por ser sócio de algum clube, ou ter algum cartão de descontos.Pode ainda verificar se existe alguma parceria com ou algum protocolo da sua empresa com seguradoras que lhe permitirá reduzir o custo dos seus seguros.


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Eurovida

24 de Dezembro, 2014 | por CFinanceiro

Nascida no seio ibérico, a Eurovida é a seguradora do ramo vida do Grupo Banco Popular, ao qual pertence ainda a Popular Seguros, entidade dedicada ao ramo não vida. Em conjunto formam as respectivas ofertas especializadas que vieram alargar o leque de opções ao dispor dos consumidores portugueses, contribuindo assim para dinamizar o mercado lusitano.
Presente em solo nacional desde 2000, a Eurovida usufrui da integração num sólido grupo financeiro para desenvolver produtos e serviços atractivos e indicados para diversas situações com a experiência inerente aos seus longos anos de actividade. Embora nem sempre investido no sector dos seguros, o agregado empresarial a que responde opera desde 1926 em território espanhol, tendo estabelecido em 1992 ligações portuguesas na sequência da acção conjunta com Banco Comercial Português (BCP), da qual resultaria a conversão da subsidiária local francesa do Banco Popular Espanhol (BPE) no Banco Popular Comercial (BPC).
A rede de agências e parceiros autorizados do BPE em Portugal abriram ao público na mesma altura em que surgiu a Eurovida, precisamente três anos antes da entrada do Banco Popular no capital do então Banco Nacional de Crédito (BNC), gradualmente integrado no grupo até à sua total inclusão que culminaria com o rebaptismo em Banco Popular Portugal, S.A.

Pilares de actuação da Eurovida

Seguindo os ensinamentos da casa-mãe, a Eurovida assume como valores indispensáveis a inovação, foco no cliente e transparência, três qualidades que visam unir a constante busca de novas soluções com a atenção às necessidades e expectativas do cliente, num processo que se deseja o mais claro possível. Este é, como a própria entidade frisa, um sério compromisso para “juntos com futuro”, Eurovida e clientes encararem os desafios que se lhes coloquem.
A estratégia actuante da seguradora do ramo vida do Grupo Banco Popular passa pela oferta de produtos e serviços adequados a variadas realidades, diversidade essa concebida de forma a proporcionar àqueles que a procuram uma gama de hipóteses que sirvam os seus propósitos com o selo de garantia da excelência de um bem-sucedido conglomerado financeiro.
Na óptica da referida filosofia empresarial da Eurovida poderá informar-se sobre as propostas actualmente comercializadas de acordo com os parâmetros que sejam importantes para si. A escolha da mais indicada para o seu caso em concreto dependerá naturalmente do tipo de cobertura pretendida e do orçamento disponível, havendo múltiplas soluções de selecção que incluem a protecção, reforma e capitalização.
Site: www.eurovida.pt
Fonte: Mediador.pt
 


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