Está reformado(a) e tem seguro de vida com ITP?

18 de Novembro, 2015 | por CFinanceiro

A definição de ITP é Invalidez Total e Permanente, que significa sinteticamente em linguagem seguradora que as apólices de seguros de vida que tenham esta cobertura, são accionadas quando a pessoa segura tem uma invalidez superior a 60% ou 66%, normalmente, que a impeça de exercer uma actividade remunerada, logo se está reformado(a) não pode ter esta cobertura!
O que acontece muitas vezes é que os detentores deste tipo de seguro de vida e normalmente associados aos créditos habitação, mas não só, não tem este conhecimento e em caso de reformas antecipadas, ou se tiver o seguro numa companhia de seguros em que esta cobertura vá para além dos 65 anos, pode estar a pagar uma cobertura que não pode utilizar!
Por isso se está em situação de reforma e tem um seguro de vida com a cobertura de Invalidez Total e Permanente, deve comunicar esse facto à companhia de seguros, para que o nível de coberturas e o valor do prémio sejam actualizados.
Vai poupar uns Euros e fica com um seguro que pode utilizar!
Fonte: www.conselhosseguros.com


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5 Dicas para ter uma boa Reforma

26 de Agosto, 2015 | por Frederico Henriques

A forma mais eficaz de evitar uma perda do nível de vida a que estamos habituados, nos “anos dourados” é a prevenção, prevenção essa que passa por definir uma estratégia de poupança ao longo da vida laboral, que possa resultar num complemento para a reforma.
Cada pessoa tem a sua ideia própria de uma reforma perfeita, mas um dado é certo: ninguém quer perder qualidade de vida durante os anos em que não se trabalha e se está a gozar os rendimentos amealhados durante uma vida de trabalho.
Embora seja um assunto que ninguém gosta de dedicar muito tempo a pensar, a reforma deve ser planeada. Com os problemas de sustentabilidade da Segurança Social – devido ao envelhecimento da população, em que cada vez são menos a trabalhar e mais a receber – os cidadãos verão as suas pensões diminuir ou então terão de trabalhar até mais tarde.
Conheça alguns erros que deve evitar se não quer arruinar a sua reforma.

  1. Ter o dinheiro no banco ou em casa sem estar aplicado

O esforço mensal que terá de despender para alcançar o objectivo final pretendido será menor se aplicar o dinheiro em produtos de investimento, com uma taxa de juro que permita, pelo menos, compensar a evolução da inflação. Para ter uma ideia da importância da aplicação do dinheiro, se juntar 40 euros por mês numa conta à ordem, ao final de 30 anos acumulou cerca de 15.000 euros. No entanto, se colocar esse mesmo dinheiro num produto que permita reforços mensais, e que pague uma taxa de juro bruta de 3%, no final desses 30 anos acumulou 20.000 euros. Como pode facilmente verificar neste exemplo, ficaria a ganhar cerca de 5.000 euros apenas com esta mudança.

  1. Começar a poupança tardiamente

Muitas pessoas só começam a pensar na reforma poucos anos antes de se aposentarem. Um erro comum é só se começar a pensar na reforma poucos anos antes da mesma, o que é errado, pois desta forma, o esforço mensal que terão de fazer para conseguir amealhar o suficiente para manter o estilo de vida que estão habituados, será muito superior. Por exemplo, se tiver de amealhar 20.000 euros para a reforma e apenas começar a fazê-lo 10 anos antes da data prevista, terá de poupar160 euros por mês (aplicando num produto com uma taxa de juro bruta de 1%) para conseguir atingir esse valor. Por outro lado se começar a poupar aos 25 anos, pressupondo que se reforma aos 65 anos, apenas terá de colocar de lado 35 euros, por mês (aplicados no mesmo produto com taxa bruta de 1%). Desta forma será um esforço bem menor e que conseguirá fazer de uma forma bem mais fácil.   

  1. Não pensar em quanto vai precisar na sua reforma

É impossível prever o futuro. Desta forme pense nu número que considere ser razoável para manter um bom nível de vida durante a reforma. Nestas contas deve incluir despesas como: casa, comida, automóvel, saúde – esta é muito importante, porque a factura costuma aumentar com o avançar da idade – e lazer. Faça uma estimativa de quanto irá gastar nestes itens por ano e multiplique por 20 anos (a esperança média de vida para mulheres aos 65 anos). Não se esqueça da inflação. Desta forma, poderá encontrar um valor aproximado de quanto irá necessitar para viver e calcular quanto terá de poupar por mês.

  1. Pensar que já não vai a tempo

Nunca é tarde de mais para começar a poupar, no entanto, isto pode significar que terá de cortar em algumas despesas para conseguir alcançar o objectivo. Comece por elaborar um orçamento familiar, assim que o tiver elaborado comece por analisar a coluna das despesas (que não as básicas) para ver onde é que gasta mais dinheiro e descobrir onde pode cortar, para canalizar para a poupança. Pense que é um esforço agora, que será compensado mais tarde.

  1. Estar muito endividado

Um erro primordial de quem está a preparar a sua reforma é ter um endividamento elevado. O crédito para a casa e para o carro, são normais, mas mais que isso deve ser evitado e pode arruinar as hipóteses de ter uma reforma tranquila. Deve ter sempre em atenção a regra de não ter uma taxa de esforço superior a 35% do rendimento líquido mensal, ou seja, os créditos não devem pesar mais do que 35% do que ganha. Em segundo lugar, é importante que estabeleça um plano para regularizar o pagamento de todas as dívidas que tem até à altura que pretende aposentar-se. Quanto menos tiver que pagar na sua reforma, melhor será a qualidade de vida.


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Real Vida Seguros

10 de Agosto, 2015 | por CFinanceiro

Real Vida Seguros
Existe desde 1989, a Real Vida Seguros S.A. é uma seguradora com soluções de seguros para particulares e para empresas.
Os seguros da Real Vida estão separados em três grandes grupos:  Investimento e Aforro;  Protecção e Reforma. Dentro destes grupos, a Real Vida Seguros tem várias ofertas disponíveis.
Investimento e Aforro 
Muito focada no investimento e poupança, a Real Vida Seguros dispões de sete seguros dentro desta categoria. Dentro das ofertas encontra produtos focalizados no público jovem com o “Investimento Jovem” e no público sénior, como o produto “Investimento Sénior”.
Protecção
Com onze soluções na categoria de protecção, a Real Vida Seguros oferece soluções de protecção vida e de bens materiais. Também o seguro vida associado ao crédito habitação é coberto através do produto “Real Habitação”. Dentro do Seguro vida existe também várias opções que pode escolher e adaptar de acordo com as suas necessidades.
Leia também: Poupe Milhares de Euros no seguro vida do crédito habitação!
Reforma 
Está fortemente ligado à poupança, a seguradora também oferece várias soluções de reforma. São PPRs de garantia total, onde o proprietário não corre nenhum risco, pois o seu capital é garantido na totalidade. Os valores mínimos de entregam começam nos 20€ permitindo assim uma maior flexibilidade.


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REGRESSAM AS REFORMAS ANTECIPADAS

20 de Março, 2015 | por Eduardo Castro Marques

Desde Abril de 2012 (Decreto-Lei nº85-A/2012, de 5 de Abril) que estava congelado, no sector privado, o acesso às reformas antecipadas.
No pretérito dia 14 de Janeiro (Decreto-Lei nº8/2015) regressaram ao sector privado as reformas antecipadas. No preâmbulo do diploma pode ler-se que “uma vez que o país se encontra numa fase de recuperação económica, é aconselhável estabelecer um regime transitório. O Governo entende que esse regime transitório deve vigorar durante o ano de 2015, o que permitirá abrir caminho, a partir de 2016, para melhorar as possibilidades de entrada dos mais jovens no mercado de trabalho.”
Este regime transitório, aplica-se assim apenas aos trabalhadores que tenham (i) idade igual ou superior a 60 anos e (ii) 40 anos de contribuições.
Os trabalhadores nesta situação que pretendam beneficiar de pensão antecipada, deverão levar em linha de conta os dois factores de penalização, a saber: Factor de Sustentabilidade e Factor Idade Legal.
O primeiro, tem que ver com o impacto do aumento da esperança média de vida, cuja penalização é de 13,02%. Significa portanto que qualquer trabalhador que queira beneficiar de reforma antecipada, ao abrigo do Decreto referido, sofre uma penalização directa de 13.02%.
O segundo, prende-se com o corte por cada mês de 0,5% que falte para atingir a idade legal da reforma que actualmente está em 66 anos.
Registam-se ainda alterações no regime de bonificação. Na lei antiga, por cada período de três anos que excedesse os 40 anos de descontos, o trabalhador ganhava uma bonificação de 12 meses na idade da reforma.
Através do nº 2 do referido Decreto, o trabalhador, por cada ano a mais de trabalho para além dos 40, vê reduzida em quatro meses a idade legal de acesso à reforma, que como já se disse, é de 66 anos.
Do aludido preâmbulo é ainda possível antecipar que as antigas regras de 2007 possam vir a ser recuperadas em 2016, ou seja, libertar o acesso às reformas antecipadas aos trabalhadores com (i) idade igual ou superior a 55 anos e (ii) 30 anos de contribuições.
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Eduardo Castro Marques
eduardocmarques@sociedadeadvogados.eu


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Calculadora de Taxa de Esforço