Os 5 PPR´s mais rentáveis em 5 anos

26 de Abril, 2019 | por David

Sabe quais são os PPR´s mais rentáveis nos últimos 5 anos?

Segundo o site da Funds People Portugal, os 5 PPR´s mais rentáveis foram:

  1. NB PPR/OICVM com 4,90% de média ao ano;
  2. PPR BIG Taxa Plus com 4,00% de média ao ano;
  3. Optimize Capital Reforma PPR/OICVM Ativo com 3,00% de média ao ano;
  4. Optimize Capital Reforma PPR/OICVM Moderado com 2,70% de média ao ano;
  5. PPR Vintage com 2,50% de média ao ano.

Poderá estar a perguntar, como é que existem PPR´s a renderem quase 25% em 5 anos?
Estes PPR´s são todos fundos de investimento.

Estamos portanto a falar em PPR´s que são geridas por gestoras de activos e que apostam também na vertente de acções.

Leia também: https://www.conselhosdoconsultor.com/sabe-a-diferenca-entre-um-ppr-e-um-fpr/

Ao contrário dos PPR´s que são geridos por seguradoras que costumam ter rentabilidades mais baixas.

O que sabemos sobres estes PPR´s?

O NB PPR/OICVM, é um PPR gerido pela GNB –SGFIM do Grupo Novo Banco.
Iniciou a sua actividade em 1991 e tem actualmente cerca de 23 milhões de euros sob gestão.
Este PPR tem neste momento uma rentabilidade anualizada de 6,47% desde o seu inicio, estamos a falar portanto em mais de 180% em 28 anos de vida.

O PPR BIG Taxa Plus, é um PPR gerido pela FUTURO – Sociedade Gestora  de Fundos  de Pensões.
Iniciou a sua actividade em 2013 e tem neste momento uma rentabilidade efectiva de 26% em 6 anos e mais de 60 milhões de euros sob gestão.

O Optimize Capital Reforma PPR/OICVM Ativo, é um PPR gerido pela gestora de activos Optimize.
Este PPR foi criado em 2008, e gere actualmente 22 milhões de euros em activos.
A sua rentabilidade efectiva é de cerca de 45% em 11 anos.

O Optimize Capital Reforma PPR/OICVM Moderado é um PPR novamente gerido pela Optimize.
Criado em 2010, este PPR  gere actualmente cerca de 11 milhões de euros e apresenta uma rentabilidade acumulada em 9 anos de cerca de 30%.

E finalmente temos  o único PPR da lista que apesar de ser um fundo, tem garantia de capital.

O PPR Vintage, apesar também estar incluído na esfera do Novo Banco, é gerida pela GNB – Fundos de Pensões.
Com mais de 35 milhões de euros sob gestão, este PPR apresenta uma média de 4,17% ao ano desde o seu início em 1995, são mais de 100% de rentabilidade efectiva.

E onde podem ser subscritos?

Para além de poderem serem subscritos directamente nas gestoras ou no banco depositário, como é exemplo o Novo Banco e BiG, alguns podem ser subscritos noutros bancos, assim temos:

Banco Best:  NB PPR, Optimize Activo, Optimize Moderado e PPR Vintage
Novo Banco: NB PPR e PPR Vintage
ActivoBank:  NB PPR
Banco Invest: NB PPR
Banco BiG: BiG Taxa Plus

Este estudo vem ao encontro do que temos vindo a falar em artigos nossos.

Para um horizonte a longo prazo, os PPR´s mais rentáveis e recomendados a investidores mais jovens são os em forma de fundos num longo período à sua frente até à reforma.

Veja aqui: https://www.conselhosdoconsultor.com/5-razoes-para-fazer-um-ppr/

O NB PPR é um exemplo disso, se tivesse investido 1.000€ em 1991, neste momento teria 2.800€, quase que duplicou o capital investido.

Artigo Funds People: https://pt.fundspeople.com/news/os-cinco-ppr-mais-rentaveis-dos-ultimos-cinco-anos


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5 razões para fazer um PPR

11 de Fevereiro, 2019 | por David

Há várias razões para investir uma parte das suas poupanças em PPR.

Depois dos depósitos a prazo, os PPR são uma das aplicações mais populares em Portugal.

1- Necessidade de ter uma pensão confortável

As constantes alterações legislativas que têm vindo a ser implementadas, torna-se evidente que os futuros pensionistas não podem apenas confiar na pensão que será paga pela Segurança Social.
Os constantes cortes e o aumento da idade da reforma, torna-se urgente a cada português construir um complemento de reforma.
Uma aplicação financeira vocacionada para a poupança a longo prazo é necessária e mais que evidente.
Os PPR estão nessa linha na frente devido sobretudo pela eficiência fiscal.

Leia Também: PPR-Penalizações pelo Reembolso Antecipado

2- Os PPR não são todos iguais

Existem dezenas de PPR disponíveis nos bancos, seguradoras, ou sociedades gestoras em Portugal.
O mais importante, é poder escolher o produto financeiro que mais se adequa ao seu perfil de investimento.
Se for um investidor com um perfil conservador pode optar por um PPR sob a forma de seguro.
Estes caracterizam-se pelo facto de garantirem o capital investido e terem na maioria das vezes uma taxa de juro garantida.
Mas costumam ter um reverso da moeda, as rentabilidades têm tendência a ser baixas, ainda mais no contexto actual de taxas baixas nos mercados.
Se tiver um perfil de investidor um pouco mais agressivo, existem no mercado os chamados FPR, são PPR sob a forma de fundo de investimento.

Leia também:  Sabe a diferença entre um PPR e um FPR?

Estes produtos podem ter uma exposição na carteira a acções até 100%.
Pela sua natureza, estes PPR não garantem o capital investido e seguem a volatilidade de mercado.

3. Dedução no IRS

Esta foi desde o seu inicio a maior razão da popularidade dos PPR.
Contudo, ao longo dos anos esta vantagem tem vindo a decair.
Para 2019, a dedução máxima é de 20% das quantias aplicadas em 2018 com os seguintes limites:
400€ ( até 35 anos );
350€ ( de 35 a 50 anos );
300€ ( superior a 50 anos ).
Repare, quanto mais cedo começar, mais rentabilidade terá na altura da reforma e mais deduz ao longo dos anos no IRS.

4. Taxa de imposto reduzida

28% de IRS, esta é a taxa liberatória nos produtos financeiros.
Traduzindo em miúdos, por cada 100€ que investe por exemplo num depósito a prazo, obrigações ou acções, 28€ é retido pelo Estado.
Nos PPR, o que temos, é logo à partida uma taxa de 21,5% em vez dos 28%.
A partir dos 5 anos da aplicação a taxa baixa para os 17,5% e a partir dos 8 anos a taxa é de 8,6%.
Estas taxas acima descritas, aplicam-se quando há lugar ao resgate fora da condições na lei.
No resgate for dentro das condições da lei, a taxa é fixa de 8% a partir dos 5 anos.

5- Rentabilidades atractivas

De uma forma geral, os PPR apresentam boas rentabilidades ao longo do tempo.
Acontece que, como já referido, nos últimos 5 a 6 anos, temos tido taxas euribor negativas, o que se traduz na maior dificuldade das seguradoras proporcionarem boas taxas aos seus clientes.
Aqui entra de novo os já falados FPR, uma aposta no mercado de obrigações e acções têm traduzido em rentabilidades acima dos 10% ao ano nos últimos 10 anos.
Seguros PPR ASF: https://www.asf.com.pt/NR/exeres/1A4E93BA-6496-4F9F-A04F-B5E786F9871C.htm
FPR APFIPP: http://www.apfipp.pt//report.aspx?itemcode=Mrr_FPAbertos_PT.rpt&calendar=yes&type=FP

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Sabe a diferença entre um PPR e um FPR?

14 de Dezembro, 2018 | por David

PPR – Plano Poupança Reforma


PPR- Plano Poupança Reforma e FPR- Fundo Poupança Reforma, ambos têm o mesmo propósito e têm os mesmos benefícios fiscais, no entanto existem algumas diferenças entre ambos.

A primeira diferença prende-se de quem os gere, se nos PPR- Plano Poupança Reforma são as seguradoras que gerem os seus planos, nos FPR- Fundo Poupança Reforma são as gestoras de activos.

A segunda diferença são os activos que constam nas carteiras, ora se no caso dos PPR a gestora é uma seguradora, os activos constantes no plano passa por activos mais conservadores, onde a dívida pública ( nomeadamente portuguesa ) tem um maior peso, no caso dos FPR, as gestoras têm mais liberdade de escolha nas suas carteiras, podem ter uma exposição a 100% de acções.

Leia Também: PPR – PENALIZAÇÕES PELO REEMBOLSO ANTECIPADO

A terceira vem no seguimento da anterior, se no caso dos PPR os activos são mais conservadores, a seguradora tem a possibilidade de colocar à disposição do aforrista um produto de capital garantido, assim como na maior parte das vezes um taxa de juro mínima garantida, no caso dos FPR na maior parte dos casos não existe capital garantido ( salvo alguns casos mais específicos ) uma vez que estamos perante um fundo de investimento que segue a evolução dos mercados de obrigações e acções, assim como não está associada nenhuma taxa de juro.

A quarta são os custos, geralmente os PPR têm custos mais elevados que os FPR, preço a pagar pelo capital garantido e taxas garantidas.

Poderão perguntar então qual a melhor opção?

Depende sempre do perfil de cada um, e sobretudo da idade, para quem a idade da reforma ainda se encontra longínqua, mais de 20 ou 30 anos, assumir um maior risco no FPR- Fundo Poupança Reforma pode se traduzir no final do prazo a uma rentabilidade superior, para quem se encontra a menos de 10 anos da reforma então a opção por um PPR- Plano Poupança Reforma com capital e taxa garantida dá uma maior segurança na altura de ter o capital à disposição.

 


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PPR – Penalizações pelo reembolso antecipado

18 de Abril, 2018 | por CFinanceiro

Resgatar o PPR, fora das condições previstas na lei pode “doer” na carteira!
Por isso pondere muito bem antes de resgatar o PPR, porque está sujeito às seguintes penalizações por reembolso antecipado:

  • Contratuais  – Antes do quinto ano de vigência do contrato e dependentes do produto que contrataram com instituição bancária;
  • Fiscais  – Sempre que tenha usufruído de um benefício fiscal à entrada.
Leia Também: Sabe a diferença entre um PPR e um FPR?

As penalizações fiscais ocorrem sempre que é solicitado um reembolso antecipado para os fins não previstos(despesas de educação, idade, amortização de crédito habitação,…), nestes casos, terão que ser repostos todos os benefícios fiscais mais 10% por cada ano decorrido até à data do resgate.
Exemplo: se constituiu um PPR em 2009 e beneficiou de uma vantagem fiscal pelo montante de 100 euros, terá que devolver os 100 euros mais 10% de penalização por cada ano até à data do reembolso, ou seja, 60% de penalização, totalizando um montante global de 160 euros.
Assim, poderá resgatar o PPR quando entender. No entanto, terá que devolver os benefícios fiscais recebidos, acrescidos de 10% sobre cada ano decorrido,  antes do quinto ano de vigência do contrato ainda está dependente das penalizações do produto que contrataram com instituição bancária.

Os Planos Poupança Reforma (PPR) são planos de poupança de médio ou longo prazo, que poderão contribuir para financiar um complemento de reforma e simultaneamente fazer face a situações de necessidade. (Wikipédia)

“Em 2007, subscrevi um plano de poupança-reforma (PPR ) junto da companhia de seguros de um banco, com entregas mensais de 25 euros. Neste momento, por necessidade de liquidez, tenho de resgatar a totalidade do capital acumulado. Quais os custos desse resgate?”
Pode ter de devolver o benefício fiscal usufruído, acrescido de uma penalização de 10% por cada ano decorrido.
Recorde-se que, em cada ano, o benefício do PPR é de 20% sobre as entregas efetuadas. Ou seja, neste caso, será de 60 euros (20% dos 300 euros que entregou anualmente).
Posteriormente, aplica-se um fator de penalização para cada um dos anos beneficiados. Para facilitar as contas, multiplique, para 2007, os 60 euros por 2, o que significa que tem de devolver 120 euros referentes a esse ano.
Para 2008, os 60 euros são multiplicados por 1,9, logo, devolve 114 euros. Para os restantes anos, o fator de penalização é 1,8 para 2009 (108 euros), 1,7 para 2010 (102 euros), 1,6 para 2011 (96 euros), 1,5 para 2012 (90 euros), 1,4 para 2013 (84 euros), 1,3 para 2014 (78 euros), 1,2 para 2015 (72 euros) e 1,1 para 2016 (66 euros).
Para as entregas de 2017 não há fator de penalização, porque, não tendo entregue a declaração de IRS, não usufruiu de benefício fiscal.
No entanto, só tem de devolver estes valores se, de facto, teve acesso a benefícios fiscais nesse ano e isso dependerá sempre da sua situação fiscal em cada ano. É possível que tenha declarado as entregas no IRS e que estas não tenham tido impacto na liquidação de imposto. Vai ter mesmo de fazer esse levantamento, por exemplo, junto das Finanças, antes de declarar o valor a devolver na declaração de IRS.

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Eurovida

24 de Dezembro, 2014 | por CFinanceiro

Nascida no seio ibérico, a Eurovida é a seguradora do ramo vida do Grupo Banco Popular, ao qual pertence ainda a Popular Seguros, entidade dedicada ao ramo não vida. Em conjunto formam as respectivas ofertas especializadas que vieram alargar o leque de opções ao dispor dos consumidores portugueses, contribuindo assim para dinamizar o mercado lusitano.
Presente em solo nacional desde 2000, a Eurovida usufrui da integração num sólido grupo financeiro para desenvolver produtos e serviços atractivos e indicados para diversas situações com a experiência inerente aos seus longos anos de actividade. Embora nem sempre investido no sector dos seguros, o agregado empresarial a que responde opera desde 1926 em território espanhol, tendo estabelecido em 1992 ligações portuguesas na sequência da acção conjunta com Banco Comercial Português (BCP), da qual resultaria a conversão da subsidiária local francesa do Banco Popular Espanhol (BPE) no Banco Popular Comercial (BPC).
A rede de agências e parceiros autorizados do BPE em Portugal abriram ao público na mesma altura em que surgiu a Eurovida, precisamente três anos antes da entrada do Banco Popular no capital do então Banco Nacional de Crédito (BNC), gradualmente integrado no grupo até à sua total inclusão que culminaria com o rebaptismo em Banco Popular Portugal, S.A.

Pilares de actuação da Eurovida

Seguindo os ensinamentos da casa-mãe, a Eurovida assume como valores indispensáveis a inovação, foco no cliente e transparência, três qualidades que visam unir a constante busca de novas soluções com a atenção às necessidades e expectativas do cliente, num processo que se deseja o mais claro possível. Este é, como a própria entidade frisa, um sério compromisso para “juntos com futuro”, Eurovida e clientes encararem os desafios que se lhes coloquem.
A estratégia actuante da seguradora do ramo vida do Grupo Banco Popular passa pela oferta de produtos e serviços adequados a variadas realidades, diversidade essa concebida de forma a proporcionar àqueles que a procuram uma gama de hipóteses que sirvam os seus propósitos com o selo de garantia da excelência de um bem-sucedido conglomerado financeiro.
Na óptica da referida filosofia empresarial da Eurovida poderá informar-se sobre as propostas actualmente comercializadas de acordo com os parâmetros que sejam importantes para si. A escolha da mais indicada para o seu caso em concreto dependerá naturalmente do tipo de cobertura pretendida e do orçamento disponível, havendo múltiplas soluções de selecção que incluem a protecção, reforma e capitalização.
Site: www.eurovida.pt
Fonte: Mediador.pt
 


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Usar o PPR para pagar o crédito habitação

1 de Abril, 2013 | por CFinanceiro

 
PPR para pagar o crédito habitação
 
Desde o início do ano que pode usar o dinheiro aplicado num PPR para pagar prestações do crédito à habitação. Basta pedir no banco uma declaração com o montante das prestações a pagar, vencidas ou por vencer, e entregá-la na instituição onde detém o PPR. Esta encarrega-se de transferir o dinheiro para o banco, que faz a liquidação.
Apesar de parecer simples, segundo a DECO alguns bancos estão a colocar obstáculos, umas vezes por falta de informação e outras alegando a pouca clareza da lei. Se deparar com estas ou outras objecções  registe queixa no livro de reclamações ou directamente no Portal do Cliente Bancário, para o Banco de Portugal tomar conhecimento.
O próprio Banco de Portugal também já sugeriu alterações à lei para que esta se torne mais clara e que permita, o BdP quer ver esclarecido na lei se, além do pagamento de juros e de capital, poderão “igualmente ser afectos ao pagamento de juros de mora, no caso das prestações vencidas, e de outros encargos, nomeadamente comissões e despesas”, também que “seja ponderada” a limitação da cobrança de comissões pelos bancos quando os clientes pedem a declaração obrigatória que atesta as prestações vencidas ou a vencer a que se destina o resgate antecipado, assim como a limitação dessas taxas no caso em que o banco e a entidade gestora dos planos de poupança têm de se articular.
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PPR – Condições para resgatar o seu PPR sem penalizações

 


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PPR – Condições para resgatar o seu PPR sem penalizações

10 de Maio, 2012 | por CFinanceiro

Devido a várias situações(Crise, diminuição dos benefícios fiscais) nos últimos meses os Portugueses resgatam mais do que investem em PPRs.
O resgate do PPR, fora das condições previstas na lei pode “doer” na carteira! Condições para resgate:
Reembolso antecipado, o reembolso do PPR fora das condições previstas, obriga a devolução do beneficio fiscal mais uma penalização de 10% assim como a retificação do valor de rendimento declarado no ano da verificação dos factos.
Despesas de educação, 5 anos após a primeira entrega do PPR é lhe permitido o resgate parcial para o custeio de despesas de educação de elementos do agregado em situações que esteja posta em causa a frequência de ensino profissional ou superior.
Idade, pode resgatar o seu PPR sem penalizações depois dos 60 anos, desde que tenham decorridos 5 anos após a sua constituição e se o montante dos reforços feitos durante a primeira vigência do contrato  seja igual ou maior a 35% da totalidade das entregas realizadas.
Exceções, o reembolso antecipado é possivel sem qualquer penalização na tributação dos rendimentos só em caso de doença grave, incapacidade permanente, morte do titular ou desemprego de longa duração(Registado há pelo menos um ano no centro de emprego).
Amortizar crédito habitação, PPR para pagar o crédito habitação.


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PPR – Plano Poupança Reforma

2 de Novembro, 2011 | por CFinanceiro

PPR – Plano Poupança Reforma

O sistema de proteção de pensões e reformas tem vindo a alterar a fórmula de cálculo e prevê-se que o valor da reforma nunca chegará aos 100% do último vencimento. Mesmo trabalhando o tempo integral e efetuando os descontos necessários em toda a carreira contributiva, senão trabalhar mais x meses para além da idade de reforma dificilmente irá receber o valor total do último vencimento.
Por outro lado, para garantir a estabilidade do sistema, o governo acabou praticamente, ou irá acabar em breve, com os benefícios fiscais relativos a PPR’s.
Será que vale a pena (continuar a) investir no PPR?
Tenho um PPR mas acabando os benefícios fiscais, as taxas oferecidas já não interessam!
Como planear, então, uma reforma mais segura?
A resposta a estas dúvidas encontram-se aqui:
Seja através de um seguro ou de um fundo de investimento, é o produto para quem está a planear a reforma. Segundo a Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP) os fundos de Poupança Reforma acumulam mais de 1183 milhões de euros.
Embora o limite das deduções fiscais tenha diminuído deve continuar a fazer o pé-de-meia para a reforma, mudando de estratégia: mantenha o PPR já efetuado, não efetuando novas entregas ou, então, transfira-o para um PPR de maior rentabilidade.
Tem a seu favor, a carga fiscal mais reduzida na altura do resgate.
Desde 2009 que existem novas regras e taxas para as transferências de PPR (DL 125/2009) , que convém conhecer para estar totalmente informado.
Em concreto, o novo regime jurídico dos PPR determina a transferência sem custos, isto é, não sujeita a qualquer taxa de transferência, para os produtos sem garantia de capital e de rendibilidade. Para os restantes casos, apenas poderão cobrar uma taxa máxima de transferência de 0,5% valor a resgatar.
O decreto-lei em causa pretende uniformizar as designações das comissões cobradas pelas entidades gestoras e pelos depositários, quer sejam as comissões de constituição, permanência, transferência ou resgate.
Por último, o diploma determina ainda que o consumidor passe a receber anualmente informação sobre os custos e o rendimento desses produtos e que as rentabilidades históricas, que as instituições fornecem aos seus clientes, sejam deduzidas das comissões cobradas.
Assim, é possível continuar a planear a sua reforma investindo em PPR’s a uma taxa atrativa, sem ser penalizado por desmobilização do capital e devolvendo o valor dos benefícios fiscais referente aos anos em que investiu e declarou fiscalmente este produto.
Mergulhar no mundo dos investimentos pode ser “perigoso”… garanta o seu património!
A equipa de trabalho irá certificar-se que o produto indicado para si é:
Rentável – verifica a rendibilidade no longo prazo e privilegia os que tiverem rentabilidades acima da taxa de inflação média, sempre ponderando com o perfil de risco do produto;
Simples – com a leitura do prospecto simplificado deve saber em que ativos investe o fundo, se tem garantia de capital e qual o nível de risco associado;
Transparente – o prospecto deve informar sobre todos os custos do produto, tais como comissões de aquisição, transferência, reembolso e custos de gestão anual;
Flexível – o produto deve permitir que os clientes mudem de perfil de risco sem serem penalizados por isso.
“by JRibeiro”
Do que espera? Tome a decisão, nós procuramos a solução.
 


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Calculadora de Taxa de Esforço