Compensa ter o seguro vida do crédito habitação no Millennium BCP?

23 de Julho, 2018 | por CFinanceiro

Ter o seguro vida do crédito habitação no Millennium BCP, é uma das opções para bonificar o spread. Será que essa bonificação é suficiente para manter os seguro vida lá?

A cobertura exigida pelo Millennium BCP é ITP (Invalidez Total e Permanente), com taxa de cobertura de 100% para cada um dos proponentes.  Cobertura  que recomendamos, é a mais completa.
Apesar de bonificar com a contratação do seguro de vida do crédito habitação no Millennium BCP, a Instituição permite que o cliente faça outro produto para manter a bonificação, para manter a bonificação basta o cliente ter 4 produtos dos seguintes:
(i) Domiciliação no Banco de ordenado/reforma dos Clientes de 1500€/mês ou cartão de crédito /débito (movimentação em pagamentos de compras e serviços com o mínimo de utilização de 2250 € semestre);
(ii) Detenção de Seguro de Vida na Ocidental;
(iii) Detenção de Seguro Multirriscos na Ocidental;
(iv) Cartão de Débito / Crédito (movimentação em pagamento de compras e serviços com o mínimo de utilização de 1500 € semestre);
(v) Crédito ao Consumo, ALD ou Leasing Automóvel com o saldo em divida mínimo no valor de 1500€; (vi) Património Financeiro – Produtos de Capital Garantido de 15000€;
(vii) Domiciliação de 2 pagamentos (electricidade, água, gás, comunicações).
A bonificação dos spreads ocorre desde que o Cliente reúna cumulativamente quatro dos sete requisitos / produtos / serviços elencados.”
Para fazer a comparação, fizemos 3 simulações para casais com as mesmas idades, para as idades de 30, 40 e 50 dos proponentes, para um financiamento de 150.000€

Compensa ter o seguro vida do crédito habitação no Millennium BCP? Não
Outras comparações:
Santander Totta – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO BANCO SANTANDER TOTTA?
Banco CTT – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO BANCO CTT?


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O que acontece à prestação do crédito à habitação se a Euribor ficar negativa

16 de Março, 2015 | por CFinanceiro

A prestação da sua casa está indexada à Euribor, pode estar prestes a enfrentar uma situação insólita. A Euribor taxa tem vindo a descer dia após dia e aproxima-se cada vez mais de terreno negativo. A questão que se coloca desde já é saber como fará o banco o cálculo da sua prestação se a Euribor cair efetivamente para valores abaixo de zero
A DECO considera que a eventual descida da Euribor para valores negativos deve influenciar a variação da prestação do crédito à habitação. Neste caso, a Euribor negativa deveria ser refletida na taxa dos contratos, absorvendo parte do spread até ao limite do seu valor.
Alguns bancos não concordam. O Millennium bcp e o Montepio já adicionaram aos seus preçários a indicação que, no mínimo, consideram a Euribor nula. Ou seja, não cobram menos do que o spread.
Segundo o jornal Observador, o Millennium bcp está preparado para aplicar esta regra aos créditos antigos, mesmo que os contratos não prevejam limites, de acordo com fonte oficial do banco. O Montepio não esclareceu ao Observador se poderá aplicar a regra aos contratos antigos.
Embora o ActivoBank, que pertence ao grupo do Millennium bcp, não conceda atualmente créditos à habitação, também inclui no seu preçário a indicação que, no mínimo, cobram o spread nos seus créditos indexados às Euribor.
Mesmo entre os bancos, a decisão ainda não é uniforme. A Associação Portuguesa de Bancos, que representa a indústria bancária, não opina sobre a maneira correta de calcular as prestações quando os indexantes são negativos.
José de Matos, que preside à Caixa Geral de Depósitos, mostrou-se inclinado para a regra escolhida pelo Millennium bcp e pelo Montepio durante a última apresentação de resultados do banco estatal.

Numa dívida de 100 mil euros a 20 anos, se o indexante for de -0,31% e o spread de 0,29%, o banco amortiza 1,67 euros por mês ao capital em dívida em vez do cliente.
 
O spread de 0,29% esteve em voga a partir de março de 2006, quando esteve em curso uma “guerra” na concessão de crédito à habitação. Banco BPI, Barclays e Santander Totta foram alguns dos que promoveram essa margem.
 
No segundo modelo, defendido pela Deco, a taxa de juro mínima é zero. Por isso, a prestação a pagar é equivalente aos 100 mil euros a dividir pelas 240 prestações em falta (20 anos × 12 meses). Dá 416,67 euros por mês. 

Na terceira hipótese, que é defendida por alguns bancos, os clientes pagam, no mínimo, o spread. No caso anterior, a prestação resulta em 428,92 euros
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Fontes: http://observador.pt/especiais/euribor-negativa-obanco-vai-pagar-lhe-o-seu-credito-habitacao/
http://www.deco.proteste.pt/dinheiro/credito-habitacao/noticia/credito-a-habitacao-o-que-acontece-a-prestacao-se-a-euribor-descer-mais#


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