Grande parte das pessoas subestima risco de morte prematura ou incapacidade

13 de Setembro, 2016 | por CFinanceiro

Estudo Zurich: grande parte das pessoas subestima risco de morte prematura ou incapacidade

Grande parte das pessoas tem tendência a subestimar o risco de incapacidade e de morte prematura. De acordo com o estudo Zurich “Prevenção de perdas de rendimento: desafios e oportunidades” 38% dos questionados acreditam que existe menos de 10% de hipótese de algum acontecimento desta natureza suceder na sua vida. No entanto, o risco efetivo é de 25%.
Outro estudo conduzido pela Zurich, em 2015, junto de países europeus, mostrava que 44% dos inquiridos já tinha lidado em algum momento com uma redução do seu rendimento devido a uma doença ou incapacidade ainda que temporária. Entre estes, 3 em 10 sofreram uma alteração de rendimento superior a 6 meses.
No estudo deste ano, 6 em 10 questionados referiram que nada ou pouco sabem sobre como podem prevenir-se face à perda de rendimento devido a incapacidade ou doença. Quatro em 10 referem que têm pouca ou nenhuma ideia sobre para que serve um seguro de vida.
Conclui-se deste estudo que grande parte dos inquiridos tem um rendimento diminuto. Uma em 5 pessoas refere que conseguiria sobreviver apenas um mês sem ter qualquer rendimento. A maioria, 3 em 5, responde que conseguiria manter-se durante seis meses.
Relativamente ao papel do Estado nesta matéria, mais de metade acredita que o Governo deveria fornecer apoio nestes casos, sendo que um número idêntico crê que os serviços públicos vão sofrer cortes nos próximos cinco anos.
“É necessário prestar mais e melhor informação para que os consumidores compreendam as mais-valias da proteção face a situações de doença, incapacidade ou morte prematura”, frisa Ana Paulo, Diretora do Negócio Vida da Zurich Portugal.
Um dos pontos que as pessoas revelaram desconhecimento neste estudo aplicado em 11 países é sobre o custo deste tipo de seguro. Um terço dos inquiridos revela estar disponível para pagar entre 5% e 9% do seu rendimento num produto deste género; e 1 em 5 vão até aos 10%. Na realidade, tal proteção pode ser adquirida com menos de 5% do rendimento individual.
Fonte: Estudo Zurich: grande parte das pessoas subestima risco de morte prematura ou incapacidade


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ITP Vs IAD que distingue estas 2 coberturas no seguro vida do seu crédito?

28 de Junho, 2011 | por CFinanceiro

Invalidez Total e Permanente (ITP) Vs Invalidez Absoluta e Definitiva (IAD)

Invalidez Total e Permanente (ITP) – A incapacidade, resultante de acidente ou doença, com um grau de desvalorização superior a 66%, de acordo com a Tabela nacional de Incapacidades, que impeça a pessoa de exercer uma actividade remunerada de forma total e definitiva, ou seja, esta opção engloba não só a cobertura que garante de Invalidez Total e Permanente como também a cobertura de IAD
Invalidez Absoluta e Definitiva (IAD) – A incapacidade, resultante de acidente ou doença, que tenha carácter definitivo e que impossibilite a pessoa segura de exercer qualquer ocupação remunerada, exigindo o recurso à assistência de uma terceira pessoa para a satisfação das suas necessidades vitais, tais como locomover-se, vestir-se, lavar-se e alimentar-se (o que vulgarmente é designado de “estado vegetativo”).
Exemplo: uma mulher a quem tenha sido diagnosticado um Cancro da Mama, tem geralmente uma taxa de incapacidade de 88%,  isto significa que ela apenas estaria coberta caso tenha ITP, porque tem de facto uma doença que a pode impedir de exercer a sua actividade remunerada mas que não necessita do recurso a uma terceira pessoa para viver.

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