Fundos de investimento, que banco escolher?

5 de Fevereiro, 2019 | por David

Já muito falamos sobre fundos de investimento. Mas qual ou quais os melhores bancos para investir?

Não vamos dar uma resposta concreta, vamos apenas analisar os fundos de investimento que temos actualmente de oferta nos vários bancos.
A primeira coisa que um investidor se deve preocupar é com a quantidade.
Imaginamos por exemplo que queremos comprar uma televisão.
Existem várias casas onde as podemos adquirir, mas prefere comprar numa loja de bairro com pouca oferta ou uma grande superfície com centenas de televisões para escolher?
Os bancos ditos online têm uma quantidade imensa de fundos, colocam os grandes bancos a um canto.

Segundo a CMVM, os bancos com mais fundos em comercialização são por ordem:

1-Banco Best
2-Banco BiG
3-ActivoBank
4-Banco Invest
Como se pode ver, nenhum dos primeiros 4 bancos são os chamados bancos grandes.
Estes bancos apenas comercializam ao seu público em geral fundos das próprias gestoras de activos, normalmente não passam dos 50 fundos.
Em comparação por exemplo com o banco com a maior oferta ( Banco Best ), estamos a falar numa diferença de mais de 4000 fundos.
O segundo critério a ter em conta tem a ver com os mínimos de subscrição.
Nem todos os bancos têm os mesmos mínimos de subscrição, pode ser determinante poder fazer uma carteira maior ou menor devido a este aspecto.
A ter em conta também os custos, já falamos neles por exemplo em 5 dicas para analisar fundos de investimento.
Na verdade as comissões são quase todas determinadas pela gestora dos fundos. Cabe ao banco comercializador se coloca em cima uma comissão de subscrição e ou de resgate.
O mesmo fundo de investimento pode ter condições diferentes em bancos distintos.
A ter em conta também a operacionalidade.
Afacilidade com que que se subscreve um fundo e o resgata é também importante.
Escolha um banco que seja simples fazê-lo, na maior parte dos bancos ditos online esse aspecto está assegurado.

E os gestores de conta?

Pensamos que a literacia financeira é sempre importante e por isso também nos temos focado ultimamente nesta temática dos fundos.
Mas vamos sempre precisar de um conselho, recomendação e consultoria com o gestor de conta.
Aqui somos da opinião que de facto os bancos online estão mais preparados que os bancos comerciais.
Não só  pelas formações mais intensivas a que os gestores de conta estão mais sujeitos nos bancos online, como também com a quantidade de clientes que os bancos comerciais têm de atender.
Um serviço mais próximo com acompanhamento mais profissionalizante é um facto importante também na escolha do banco.

Conclusão:

Se pensa começar, ou se já investe neste tipo de aplicação, tenha em atenção os factores acima descritos.
Fará sentido investir num banco onde lhe é cobrado comissões de manutenção de conta todos meses e só lhe propõem analisar 20 ou 30 fundos?
Ou um banco sem comissões de conta ( praticamente todos os bancos online não cobra ), com centenas de fundos de várias gestoras?


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10 Vantagens dos fundos de investimento

28 de Janeiro, 2019 | por David

Quais são as vantagens dos fundos de investimento?

Aqui ficam as principais vantagens dos fundos de investimento.
1-Gestão
Os fundos de investimento são geridos por uma equipa de gestão.
Isto permite ao fundo comprar e vender activos de acordo com os momentos do mercado.
2- Custos
O facto de os investidores estarem expostos a vários activos em apenas um fundo, permite um custo muito menor do que o investidor adquirir directamente os mesmos em mercado.
Para além que, todos os custos estão definidos e à vista de quem quer investir neste tipo de produto.
3- Diversificação
Uma das grandes máximas “ não colocar os ovos no mesmo cesto”  está bastante presente nos fundos de investimento, o investidor consegue estar investido em apenas um fundo nos Estados Unidos, Rússia, Japão, China, Alemanha assim como em obrigações, acções entre outros activos financeiros.
4- Fiscalidade
Não que os fundos de investimento não tenham directamente ou indirectamente de pagar os 28% de IRS como qualquer outro produto financeiro, mas actualmente depois da reforma do IRS em 2015 passaram a ter vantagens em manter os fundos durante mais tempo, assunto abordado já por nós aqui : Correcção Monetária nos Investimentos a longo prazo
De salientar, que existe outras aplicações que são comercializados pelas seguradoras directamente ou indirectamente nos bancos.
Os chamados Unit Linked por exemplo, são seguros de vida ligados a fundos de investimento em que o regime fiscal é igual aos seguros de capitalização.
Permitem assim uma taxa de IRS mais baixa na saída ao fim de alguns anos.

Leia Tambem: Saiba como Identificar o Risco de um Fundo de Investimento

5- Tempo
Se um investidor compra uma acção de uma empresa tem a tendência de todos os dias ir ver como está a evolução do mesmo, ou fazer análises de mercado para conseguir as melhores oportunidades, nos fundos como é gerido por um profissional como falamos no ponto 1, o investidor não tem de ter essa preocupação e não perder tempo com essas análises.
6- Rastreamento facilitado
Se mesmo assim quiser acompanhar a evolução do fundo mais em cima, estes são actualizados diariamente ao valor liquido.
Na maioria dos bancos a informação é vasta, com várias informações para além da cotação do fundo.
7- Segurança
Apesar de serem na maioria um produto sem capital garantido, a verdade é que um fundo não é um produto de banco, e desse modo não respondem por qualquer problema dos mesmos.
8- Liquidez
Saber que se for necessário  resgatar e ter o capital no máximo em 5 dias na conta dá uma segurança e tranquilidade a qualquer investidor.
O mesmo não acontece noutros produtos.
Os fundos têm liquidez diária e em qualquer altura sai com a mesma rapidez com que entrou.

Leia Também: Fundo de Garantia de Depósitos – Como funciona?

9- Mínimos de investimento
Há fundos no mercado português com entradas mínimas que podem chegar aos 25€.
Imagina estar exposto a vários países, a vários tipos de activos por apenas 25€ noutro tipo de aplicação?
Entenda, os fundos de investimento são provavelmente o tipo de aplicação mais democrática existente.
10- Oferta
Todos os bancos têm este tipo de aplicação.
Existem actualmente cerca de 150 fundos de investimento domiciliados em Portugal. Domiciliados no estrangeiro e também comercializados em Portugal são mais de 4000.
Esperamos que o artigo “10 Vantagens dos fundos de investimento” lhe seja útil, deixe o seu comentário se tiver alguma dúvida ou sugestão.
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Saiba como Identificar o Risco de um Fundo de Investimento

5 de Janeiro, 2019 | por David

Saiba como Identificar o Risco de um Fundo de Investimento

SRRI
Synthetic Risk and Reward Indicator – Este é o nome da matriz que mede o risco de um fundo de investimento, esta matriz classifica cada fundo com um valor ente 1 a 7, quanto menor o valor menos risco tem o fundo.
Esta classificação pode variar ao longo da vida de um fundo, embora o normal seja classificar o fundo com os dados a 3 e 5 anos, incorpora algumas variáveis sendo as principais a rentabilidade versus volatilidade.
É muito normal nos bancos nos “venderem” um fundo dizendo que o mesmo tem risco 1, 2, 3 etc., mas fica uma informação mais especifica a dar ao cliente, raras vezes essa informação é dada porque parte-se do pressuposto que um fundo de risco 1 numa escala de 7 será muito conservador, e um fundo de risco 7 numa escala de 1 a 7 será muito agressivo, mas até onde um fundo é muito conservador? Ou muito agressivo?
Já aprendemos para trás que a escala de risco é dada consoante as variáveis como rentabilidade e volatilidade de um fundo a 3 ou 5 anos, mas não sabemos em termos quantitativos o que isso realmente quer dizer, num fundo de risco 1 tenho garantia de capital? num fundo de risco 4, portanto ali um risco médio, quanto pode o meu dinheiro valorizar ou desvalorizar?

Leia Também: 5 dicas para analisar fundos de investimento

Na verdade temos estado a falar numa escala de risco de 1 a 7, mas isso é apenas um resumo do que é o SRRI, o SRRI tem uma outra escala, se podemos chamar assim, que vai dos 0% a >25%, e aqui sim é onde podemos ter uma ideia de quanto o fundo pode desvalorizar ou valorizar.
Mais importante que dizer que um fundo de risco 4 é um fundo de risco médio, é dizer que esse fundo pode ter desvalorizações até -5% e valorizações que podem ir até +10%.
Podemos assim afirmar que temos uma grande segurança na altura de investir,  porque sabemos até onde o fundo desvaloriza e até onde ele valoriza? bem, claro que estamos a falar em fundos de investimento, que não têm garantia de capital e investem em activos de mercado, há subidas e descidas repentinas, mas todos os fundos são geridos por gestoras que em primeiro lugar não querem que os clientes percam dinheiro, e em segundo lugar querem que os fundos valorizem o máximo possível e que tenham boa reputação, por isso cada fundo tem o seu mandato de gestão onde os gestores tentam a todo o custo colocar o fundo dentro da margem de classificação SRRI.
Vamos agora a alguns exemplos, não dando os nomes dos fundos mas é apenas para exemplo simples.
Fundo de Tesouraria/Mercado Monetário
Olhando para um histórico mais recente desde 2010, foi no ano de 2016 que obteve a rentabilidade mais baixa de +0,06% e a rentabilidade mais alta foi em 2011 com +2,24%, mas como o SRRI é uma medida que mede os dados a 3 e 5 anos, a rentabilidade anualizada a 3 anos é de -0,08% e a 5 anos de +0,12%, o fundo está assim classificado como fundo de risco 1, porque segundo a escala SRRI, este fundo não deveria ter rentabilidades negativas abaixo de -0% e subidas acima dos +0,50%,
Fundo de Acções América
Olhando mais uma vez para o histórico também desde 2010, no ano de 2014 o fundo obteve a rentabilidade mais alta de 28% e a rentabilidade mais baixa foi em 2017 de +5,44%, a 3 anos a rentabilidade anualizada é de +5,31% e a 5 anos é de +10,54%, com estes dados eu diria à primeira vista que é um fundo risco 5, no entanto está classificado como risco 6, isto concerteza será por incorporar mais dados que não temos, e não vamos agora aprofundar, como por exemplo a volatilidade e drawdowns, um fundo pode acabar o ano com uma rentabilidade positiva de 10% mas não quer dizer que em algum mês não tenha caído 20% ( isto só para dar uma ideia ).
Quando um banco vos diz que tem ali um fundo de risco 5 interessante para vos vender, já sabem que na teoria nesse fundo podem ter desvalorizações de 100€ por cada  1.000€ investidos e valorizações que podem ir até 150€ por cada 1.000€ investidos  ( como já se demonstrou para cima as gestoras acabam por não ter limites ).

Leia Também: 5 dicas para quem quer se iniciar em fundos de investimento

A dica principal aqui é dar-vos mais uma ferramenta na análise de um fundo, deixo-vos a seguir os intervalos da escala SRRI para poderem usar.
Esperemos que esta dica vos seja útil
Um bom 2019 e bons investimentos.
Classe de Risco                     SRRI
1                                                 0% – 0,5%
2                                                 0,5% – 2%
3                                                   2% – 5%
4                                                 5% – 10%
5                                               10% – 15%
6                                               15% – 25%
7                                                   >25%


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Sabe quais são as classes de fundos de investimento que existem?

21 de Dezembro, 2018 | por David

Hoje vamos falar nas classes de fundos de investimento, venha conhece-las e adeque as mesmas às suas necessidades. Existem 5 classes de fundos de investimento.

Classes de fundos de investimento:
  • Fundos de Tesouraria
  • Prazo mínimo recomendado de investimento: Três meses
  • Risco: Baixo

Esta classes de fundos de investimento é a menos arriscada e por isso também é a mais procurada pelos Portugueses, apesar de não terem capital garantido, raramente têm rentabilidades negativas uma vez que investem em depósitos a prazo e em activos de dívida de muito curto prazo.
Costumam ser uma boa alternativa a depósitos a prazo.

  • Fundos de Obrigações
  • Prazo mínimo recomendado de investimento: Mais de dois anos
  • Risco: Médio/Médio Alto

Leia Também: Correcção Monetária nos Investimentos a longo prazo

Esta classe digamos que se encontra no meio em termos de risco, e mesmo dentro desta classe existe os menos arriscados ( fundos de obrigações de muito e curto prazo ) e mais arriscados ( fundos de obrigações de High Yield* ).
Nesta classe os fundos investem em dívida seja de empresas ou de estados, e como todo nós sabemos, há empresas e estados mais ou menos arriscados, e por isso as rentabilidades nesta classe podem ser díspares.
*High Yield – Obrigações que pagam um alto rendimento com um baixo rating de crédito ( empresas e estados inferiores a “BBB” ), pelo que o seu risco é mais alto.

  • Fundos Mistos
  • Prazo mínimo recomendado de investimento: Mais de três anos
  • Risco: Médio Alto

Como o próprio nome indica, são fundos com uma alocação de multi activos, obrigações e acções.
Dentro desta classe de fundo de investimento também há os que são mais ou menos arriscados, depende sempre da percentagem que têm de acções e obrigações, um fundo misto com alocação de 75% em acções e 25% de obrigações é um fundo mais arriscado que o seu contrário.
Este tipo de fundo é o segundo mais escolhido pelo investidor português, um fundo que acaba por ser bem diversificado e uma alternativa a investir em fundos de acções e obrigações em separado.

  • Fundos de Índice
  • Prazo mínimo recomendado de investimento: Mais de 5 anos
  • Risco: Alto

Podemos falar em dois tipos de fundos diferentes, existem os fundos de gestão passiva em que seguem a 100% um determinado índice bolsista ( este fundo é designado por Exchange-Traded Fund-ETF ), onde a sua compra é feita directamente em bolsa uma vez que são cotados, e os Fundos Índice, que são fundos “normais” de gestão activa como os anteriormente falados mas que tentam também chegar o mais perto possível a uma carteira que replique perto de 100% do seu índice de referência.
De salientar que os ETF´s  têm comissões de gestão muito mais baixas, no entanto, como funcionam como se de uma acção se tratasse e são comprados e vendidos  em mercado, temos de ter em conta os custos cobrados pelas instituições financeiras neste tipo de operações.

  • Fundos de Acções
  • Prazo mínimo recomendado de investimento: Mais de 5 anos
  • Risco: Alto

São a classe mais arriscada e por isso também a que poderá dar mais retorno a longo prazo.
Investem em acções de variadíssimas empresas mundiais e em várias áreas geográficas, podemos ter acções dos EUA, Europa, da Índia, China e Africa em apenas um fundo, como podemos ter um fundo em que aposta apenas numa determinada área geográfica.
São fundos que isoladamente, são aconselhados a investidores com maior apetência para o risco e devem ser utilizados sempre numa óptica de longo prazo.
Bons investimentos


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5 dicas para analisar fundos de investimento

23 de Novembro, 2018 | por David

Analisar fundos de investimento, através por exemplo de uma ficha da gestora  ou no site Morningstar, assenta em vários pontos mas só vamos nos focar nos 5 principais pontos para analisar fundos de investimento.

Histórico de Rentabilidade:  É para onde instintivamente olhamos logo, na verdade, sejamos nós investidores conservadores ou dinâmicos, queremos todos ver o nosso dinheiro crescer, neste primeiro ponto podemos ver as médias anuais de rentabilidade entre a cotação do dia anterior até 10 anos de rentabilidade anualizada, de salientar, que quem olha neste momento para a rentabilidade a 10 anos de um fundo, encontra-se incorporado ainda a grande crise de 2008, dá-nos uma excelente ideia de como se comportou o fundo nesse ano e nos restantes.
Nesta secção das rentabilidades também se pode comparar o fundo com o seu índice de referência ( o chamado Benchmark ) e a média da categoria onde o fundo está incluído.
Rating e Risco:  Aqui, na nossa opinião está um dos pontos mais importantes, encontram-se incluídos nesta secção:

  • Rentabilidade média: Mostra-nos a rentabilidade média anual nos últimos 3 anos.
  • Desvio Padrão: Mostra-nos a variação anual nos últimos 3 anos do fundo, a sua volatilidade e o quanto se desviou da média da categoria do fundo, quanto menor este valor menos o risco do mesmo.
  • Rácio de Sharpe: Este rácio básicamente mede a qualidade do fundo, avalia a relação entre o retorno e o risco do investimento, calcula-se  deduzindo o rendimento por uma taxa de juro sem risco, a esta diferença é dividido pela volatilidade do fundo. Por exemplo, um fundo com uma rentabilidade de 10%, e volatilidade ( desvio padrão ) de 5%  e uma taxa de juro sem risco ( geralmente em Portugal utiliza-se taxas de juro de dívida Portuguesa ) de 1%, teríamos ( 0,10-0,01/0,5 ) = Rácio de Sharpe de 0,18. Perguntam, é bom ou mau? Quanto maior este número melhor, e os especialistas tendem em ser unânimes, um rácio abaixo de 1,00 não é interessante, o exemplo acima demonstra que apesar de o fundo ter tido uma boa rentabilidade de 10%, a sua volatilidade média foi de metade, que dizer que é um fundo com várias variações, atenção que a taxa de juro sem risco colocada foi meramente ilustrativa.
  • R2: Este coeficiente mede o quanto a carteira do fundo segue o índice de referência ( benchmark ), um R2 de 100 que dizer que a carteira segue o índice de referência em absoluto, vemos isso por exemplo em fundos de índices e em fundos cotados em bolsa ( ETF´s ).
  • Beta: Coeficiente que mede o risco sistémico em relação ao mercado, trocado por miúdos, um beta superior a 1.00, quer dizer que o fundo vai exagerar o mercado, ou seja, vai subir mais que o mercado se este subir, mas também irá cair mais que o mercado quando este cair, quando o beta é inferior a 1.00, é o contrário, vai subir menos e também vai cair menos.
  • Alfa: Mede basicamente a competência do gestor do fundo, quando o Alfa é superior a  1.00 quer dizer que o gestor conseguiu com que o fundo tenha uma melhor performance que o mercado, quando for abaixo que 1.00 revela o contrário. Não há assim tantos fundos com Alfa superior a 1.00, não quer dizer com isto que o gestor seja incompetente, apenas não conseguiu gerar Alfa por variadíssimas razões.

Carteira:  Neste sector também há vários rácios, mas basicamente o mais importante é olhar para onde o fundo investe, em que tipo de activos, em que sectores e regiões, deste modo fica-se com uma ideia da sua diversificação.

Leia Também: Correcção Monetária nos Investimentos a longo prazo

Gestão:  Aqui, para além de ficar a conhecer o gestor ou gestores do fundo, fica a conhecer também desde quando o mesmo existe e desde quando é gerido pelos gestores actuais, pode assim aferir o seu curriculum e se inspiram a confiança necessária.
E a ultima dica para analisar fundos de investimento:
Fees/Custos:  Recordam-se de falarmos nos custos dos fundos no anterior post “5 dicas para quem se quer iniciar em fundos de investimento” ? É aqui que eles aparecem, de salientar algo importante, se a análise ao fundo estiver a ser feita na Morningstar ou no site da gestora, pode acontecer aparecer  comissões mais elevadas, isto porque a gestora coloca um limite máximo, cabe depois a cada instituição financeira cobrar as comissões que acham adequadas.
Recordo que a comissão de gestão  é deduzida directamente no valor da unidade de participação, não sai directamente do  bolso do investidor.
Bom investimento, esperamos que estas 5 dicas para analisar fundos de investimento lhe sejam úteis.


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