Crédito à habitação. Já compensa fazer taxa fixa?

24 de Fevereiro, 2018 | por CFinanceiro

Compensa fazer taxa fixa? É das perguntas que os nossos leitores nos fazem mais aqui no chat do messenger.

É um facto que os juros dos empréstimos para compra de casa tem estado a subir nos últimos meses, segundo o INE. A Euribor,  tem variado pouco nos últimos meses, como pode verificar na nossa tabela com as taxas Euribor mais usadas.  Na nossa opinião as taxas Euribor dificilmente passarão para terreno positivo antes de 2020, tudo vai depender da saúde da União Europeia. Já os spreads continuam a descer, mês após mês.

Segundo a Deco Proteste as taxas fixas oferecidas pelos bancos neste momento não são competitivas quando comparadas com as taxas variáveis, tanto em valor como pelos curtos prazos a que estão a ser fixadas. Na nossa opinião a questão passa mesmo pelo prazo das ofertas atuais, a 3, 5 e 7 anos. Se as taxas mais competitivas fossem oferecidas para todo o prazo do crédito, não haveria dúvidas que a taxa fixa era a melhor opção.

Portanto, na nossa opinião ainda não compensa fazer taxa fixa. Mas há uma outra alternativa que é muito pouco falada no mercado e não percebemos porque. É um produto em que o que fixa é prestação e não a taxa, o produto é conhecido exactamente por prestações fixas, temos elementos na nossa equipa que optaram por esse produto e estão muito satisfeitos. Nem todos os bancos tem este tipo de produto, e as características variam.

O prestações fixas caracteriza-se por tem um prazo mais curto, 30 anos de prazo ou máximo de 60 anos do proponente mais velho.  A taxa de juro do crédito é indexada à Euribor como um crédito à habitação “normal”, mas a prestação do crédito é fixa, sendo o prazo ajustado automaticamente sempre que há uma renovação da taxa Euribor. Assim, se a taxa Euribor sobe, o prazo aumenta. E, quando a taxa Euribor desce, o prazo diminui. Se quiser conhecer melhor este tipo de produto e saber se faz sentido para si, peça ajuda aos nossos parceiros e basta escrever “prestação fixa” nas observações.(GRÁTIS)

O único problema deste tipo de produto é que obriga a ter prestações mais altas, devido ao facto dos prazos serem mais curtos. Por outro lado as amortizações iniciais são muito maiores ao contrário de um crédito à habitação com prazos mais longos!
Deixe o seu comentário com a sua opinião sobre este assunto!


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Seguro Vida do Crédito à Habitação – Escolha Acertada DECO

11 de Janeiro, 2018 | por CFinanceiro

A DECO volta a divulgar a sua escolha acertada para o seguros vida do crédito à habitação.
O banco exigi-lhe um seguro de vida e um multiriscos-habitação para lhe conceder o crédito habitação. Se o pior lhe acontecer, ao menos, a família fica com a casa paga. Ou… talvez não. Depende das coberturas… Diferença entre as principais coberturas(ITP e IAD)
Apesar de excelente análise que a DECO faz deste assunto temos de discordar da seguinte afirmação:

Em alguns casos, o que poupa com a bonificação do spread é inferior àquilo que pode pagar a mais em seguro de vida durante todo o empréstimo, comparando com outras apólices disponíveis no mercado.

E discordamos porque neste momento não conhecemos no mercado nenhum banco em que compense fazer o seguro vida mesmo com a bonificação, seja crédito novo ou transferência, na vigência total do crédito tem poupança em fazer o seguro fora do banco. E a maioria logo no primeiro ano! E passam pelas “mãos” dos nossos consultores e parceiros milhões de euros para aprovação de crédito todos o meses!
Peça ao banco um projecção do pagamento do seguro ao longo de todo o crédito, normalmente já está na simulação do crédito mas tenha atenção à cobertura que lá é apresentada. Há bancos a colocar apenas a cobertura IAD e apenas 50% para cada uma das pessoas seguras, é uma forma de diminuir as taxas de referencia! Fizemos um video onde falamos sobre o calculo dessas taxas.
E depois peça uma simulação, vai receber as melhores propostas do mercado para o seu processo e depois é só fazer contas no nosso simulador.
Não deixe de ver também: 📹 ⏺️ LIVE SOBRE O SEGURO VIDA DO CRÉDITO À HABITAÇÃO
A DECO fala também em fazer uma apólice para cada segurado e apólices com coberturas fraccionadas, conforme a tabela:

No artigo também é abordado o facto de os bancos não poderem impor uma seguradora aos clientes de crédito à habitação. Nunca é demais relembrar porque ainda há algum desconhecimento sobre isso e muitas vezes é usado em favor do banco. Desde 2009 que esta situação está bem definida em decreto lei!
Segue a tabela com o TOP seguros de vida para crédito à habitação com a escolha acertada da DECO:
Peça já uma simulação para saber quanto pode poupar!
E não podíamos deixar de terminar este artigo com a mesma frase que termina o artigo da DECO.

Ora, se não pode evitar morrer, ao menos tente pagar o menos possível.

Fonte: Revista Dinheiros & Direitos Jan/Fev 2018


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Deco acusa bancos de ilegalidades no crédito à habitação

21 de Abril, 2017 | por CFinanceiro

Deco explica que, os bancos estão a aplicar taxas de juro zero, em vez de negativas, o que significa uma vantagem para as instituições financeiras, mas também uma violação da lei e das recomendações do Banco de Portugal.
Com a Euribor negativa, os bancos deixaram de fazer as contas corretamente, para não ter de aplicar taxas de juro negativas aos contratos de crédito à habitação”, explica a Deco em comunicado.
Quando muitos portugueses celebraram contratos de crédito à habitação com taxa variável, assumiram o risco de vir a pagar, mais ou menos, consoante a variação do indexante de referência (a Euribor). Mas agora descobrem que o risco é limitado na descida, mas não na subida”.
A Deco exemplifica que no caso de uma média da Euribor em -0,33% e o spread contratado é 0,25%, a soma correta é -0,08% e não zero, como acontece. A associação classifica a alteração como uma “alteração unilateral do contrato, com a conivência do regulador”. “Além do mais, discriminam os consumidores, pois num contrato com um spread de 0,4%, a média negativa da Euribor é descontada na totalidade, resultando numa taxa de 0,07%”, acrescenta.
A associação de defesa do consumidor aponta, assim, o dedo não só aos bancos, mas também à entidade reguladora – o Banco de Portugal e ao Governo, por não apresentar soluções para o problema como uma bolsa de juros que descontasse na conta dos clientes quando a situação se invertesse.
Fonte: O Jornal Económico


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Comissões de Manutenção – Mais vale ter o dinheiro "debaixo do colchão"(DECO)

17 de Novembro, 2015 | por CFinanceiro

“Cobram mais em comissões de manutenção de conta do que os juros” que o cliente irá receber. Foi à conclusão que a DECO chegou, ao procurar soluções para aplicar 2500 euros por um ano em instituições bancárias.

As aplicações nos bancos em Portugal “significam perder dinheiro”, sendo que “em 10 bancos é preferível” colocá-lo “debaixo do colchão”, segundo uma análise efetuada pela revista Proteste Investe, da DECO.
A Deco indica que os bancos oferecem para a aplicação de 2500 euros juros entre 1,8 e 36 euros, “mas as comissões de manutenção das contas podem chegar aos 83,2 euros”, sendo que os depósitos de pequeno montante são devorados pelas comissões e inflação.
No teste, a Deco refere que “em 10 bancos, abrir uma conta especificamente para aplicar 2500 euros a um ano significa então perder dinheiro, pois cobram mais em comissões de manutenção da conta do que os juros que vai receber”.
Segundo as contas da Proteste Investe, se um português “tem um pequeno pé-de-meia – 2500 euros, por hipótese – no seu banco de sempre” e tendo em conta que o rendimento médio de um depósito a 12 meses anda na casa dos 0,3% ao ano, “ao fim de um ano terá aumentado o seu pecúlio em uns estonteantes 7,5 euros”.
Relacionado: 10 MELHORES DEPÓSITOS A PRAZO
Ou seja, “menos do que precisaria de receber para fazer face à inflação prevista em 2016 (1,2%) e cerca de 5 a 11 vezes menos do que paga ao próprio banco para este guardar o seu dinheiro e usá-lo em benefício próprio, para se autofinanciar”.
A Deco volta a lembrar que a proibição de “as instituições bancárias de cobrarem comissões por manutenção de contas é uma luta” que se mantém há dois anos.
Por isso, a Deco reiterou junto do Banco de Portugal e dos partidos parlamentares, “a urgência na aprovação de legislação que proíba as comissões de manutenção, ou que, em alternativa, as permita, mas apenas na medida em que correspondam a encargos pelos serviços adicionais efetivamente prestados ao consumidor”.
No mesmo teste, a revista Proteste Investe indica que nos bancos ‘online’ “não são cobradas comissões, o que os torna mais atrativos para aplicar as pequenas poupanças, mas mesmo assim, o rendimento fica abaixo da inflação”.
Fonte: jn.pt

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Devo guardar as faturas que declararei no IRS?

20 de Abril, 2015 | por CFinanceiro

Tem de guardar todas as faturas que inserir, faturas de educação ou saúde, declarações do banco, da seguradora ou da entidade patronal…, devem ser guardadas durante quatro anos. É a única forma de comprovar as despesas que declarou, caso seja alvo de uma inspeção fiscal.
Até ao final desse prazo, o Fisco pode pedir a confirmação dos dados inseridos no IRS. O mesmo acontece com as faturas de restauração, alojamento, cabeleireiros e oficinas que inserir por iniciativa própria na sua conta do e-fatura.
“Nos termos do disposto no n.º 6 do art. 3º do DL 198/2012, as pessoas singulares podem comunicar à AT os elementos das faturas em que constem como adquirentes, que tenham na sua posse, e que não tenham sido comunicados pelos agentes económicos. Nesse caso, devem conservar as faturas que registaram, por um período de 4 anos, contado a partir do final do ano em que ocorreu a aquisição, para as exibir à AT, caso tal seja solicitado”

Segundo a Deco, os possíveis alvos de inspeção são: Contribuintes com despesas avultadas ou que declaram investimentos em aplicações com benefícios fiscais (PPR), trabalhadores independentes com resultados negativos em vários anos consecutivos, casais que começaram agora a entregar declaração de IRS em conjunto ou contribuintes denunciados.
Mais de 163 mil contribuintes foram chamados pelo Fisco para justificarem as suas declarações de IRS de 2012, o que representa 5% do universo dos contribuintes, segundo dados fornecidos pela Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais ao Diário Económico. Este controlo é feito todos os anos e a percentagem de cidadãos abrangidos esteve em consonância com a do ano anterior. As principais divergências detetadas prendem-se com a omissão de alienação de valores mobiliários, ou seja, declaração de menos-valias resultantes, por exemplo, da venda de ações.
Os contribuintes em nome individual com contabilidade organizada devem guardar durante 10 anos.


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O que acontece à prestação do crédito à habitação se a Euribor ficar negativa

16 de Março, 2015 | por CFinanceiro

A prestação da sua casa está indexada à Euribor, pode estar prestes a enfrentar uma situação insólita. A Euribor taxa tem vindo a descer dia após dia e aproxima-se cada vez mais de terreno negativo. A questão que se coloca desde já é saber como fará o banco o cálculo da sua prestação se a Euribor cair efetivamente para valores abaixo de zero
A DECO considera que a eventual descida da Euribor para valores negativos deve influenciar a variação da prestação do crédito à habitação. Neste caso, a Euribor negativa deveria ser refletida na taxa dos contratos, absorvendo parte do spread até ao limite do seu valor.
Alguns bancos não concordam. O Millennium bcp e o Montepio já adicionaram aos seus preçários a indicação que, no mínimo, consideram a Euribor nula. Ou seja, não cobram menos do que o spread.
Segundo o jornal Observador, o Millennium bcp está preparado para aplicar esta regra aos créditos antigos, mesmo que os contratos não prevejam limites, de acordo com fonte oficial do banco. O Montepio não esclareceu ao Observador se poderá aplicar a regra aos contratos antigos.
Embora o ActivoBank, que pertence ao grupo do Millennium bcp, não conceda atualmente créditos à habitação, também inclui no seu preçário a indicação que, no mínimo, cobram o spread nos seus créditos indexados às Euribor.
Mesmo entre os bancos, a decisão ainda não é uniforme. A Associação Portuguesa de Bancos, que representa a indústria bancária, não opina sobre a maneira correta de calcular as prestações quando os indexantes são negativos.
José de Matos, que preside à Caixa Geral de Depósitos, mostrou-se inclinado para a regra escolhida pelo Millennium bcp e pelo Montepio durante a última apresentação de resultados do banco estatal.

Numa dívida de 100 mil euros a 20 anos, se o indexante for de -0,31% e o spread de 0,29%, o banco amortiza 1,67 euros por mês ao capital em dívida em vez do cliente.
 
O spread de 0,29% esteve em voga a partir de março de 2006, quando esteve em curso uma “guerra” na concessão de crédito à habitação. Banco BPI, Barclays e Santander Totta foram alguns dos que promoveram essa margem.
 
No segundo modelo, defendido pela Deco, a taxa de juro mínima é zero. Por isso, a prestação a pagar é equivalente aos 100 mil euros a dividir pelas 240 prestações em falta (20 anos × 12 meses). Dá 416,67 euros por mês. 

Na terceira hipótese, que é defendida por alguns bancos, os clientes pagam, no mínimo, o spread. No caso anterior, a prestação resulta em 428,92 euros
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Fontes: http://observador.pt/especiais/euribor-negativa-obanco-vai-pagar-lhe-o-seu-credito-habitacao/
http://www.deco.proteste.pt/dinheiro/credito-habitacao/noticia/credito-a-habitacao-o-que-acontece-a-prestacao-se-a-euribor-descer-mais#


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Deco exige que fisco actualize valor das casas e cria simulador de IMI

25 de Fevereiro, 2014 | por CFinanceiro

Simulador IMI
Simulador IMI

 
 
DECO exige que o fisco actualize o valor patrimonial tributário das casas, pedir uma atualização do VPT não custa nada. Ou seja,  é gratuito, bastando fazer o pedido na repartição de Finanças, ainda que este só possa ser requerido depois de passados três anos sobre a última avaliação. Claro que isto só acontece se o proprietário tomar a iniciativa.
A Deco fez as contas e apresenta casos em que a poupança pode chegar aos 110 euros.
Faça aqui a sua simulação!
De-nos feedback da sua poupança!
Poupe também até 60% no Seguro Vida do seu crédito Habitação!
 
 
 


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Calculadora de Taxa de Esforço