Euribor Agosto – Euribor revista este mês faz prestação da casa descer

4 de Agosto, 2020 | por CFinanceiro

euribor agosto

Euribor Agosto – Se faz a revisão da euribor do seu crédito este mês vai sentir a descida.

Em julho a Euribor baixou ligeiramente em todos os períodos, a 1,3,6 e 12 meses, estes dois últimos os mais usados atualmente no credito habitação, contrariamente ao que aconteceu em Abril e Maio passado. Desde Marco que a subida era clara, ainda que em territórios negativos, e que foi quebrado esse pequeno ciclo já em junho e agora em julho. Poderá quem sabe ser um sinal de estabilidade na demonstração de que os bancos estão com capacidade e liquidez para financiar as famílias e as empresas, situação que pairou na dúvida, com o aparecimento do Covid-19. Com esta descida, mantem se ainda mais a ideia que, com a ajuda do BCE, as taxas poderão manter se abaixo de 0% até 2025.

Pode fazer o cálculo exato da revisão da Euribor em agosto no seu crédito com o nosso simulador. Depois de saber a taxa Euribor, precisa de saber os seguintes dados:

  • Spread do crédito;
  • Valor ainda em divida;
  • Número de meses que ainda faltam para terminar o crédito.

Abre o nosso simulador de alteração do spread.
Coloca o valor em divida e adiciona a taxa Euribor que pode verificar na nossa tabela. E depois só tem de colocar o numero de meses que falta terminar o seu crédito. Nos campos de taxa de spread coloca nos dois o valor do seu spread. O principal propósito deste simulador é calcular a poupança caso baixe o seu spread. Estamos a preparar um apenas para calcular a revisão de Euribor, no próximo mês já deverá estar pronto!

CÁLCULOS PARA TODOS OS CONTRATOS REVISTOS EM AGOSTO

Cenário: Empréstimo no valor de 100 mil euros, por um prazo de 30 anos, e com um spread de 1%

Euribor a 3 meses – A prestação vai descer cerca de 1%, contrariando a tendência de Abril e Maio, e dando seguimento ao que já aconteceu em Junho deste ano. Serão menos 3,01 euros que desce o valor da prestação para os 301,65 euros durante os próximos três meses, ou seja, o valor da Euribor mais baixo neste prazo de que há memoria, contudo infelizmente o menos utilizado atualmente em Crédito Habitação nos contratos mais recentes.

Euribor a 6 meses – Neste caso a redução será mais expressiva. Relativamente ao mês anterior, a redução será de 5,51 euros. Considerando o mesmo cenário, o valor da prestação passa a ser de 305,99 euros nos próximos 6 meses, em vez de 311,50 euros, caso a taxa se mantivesse inalterada! Ainda que ligeira a redução, já tem um impacto grande na mensalidade.

Euribor a 12 meses – Os empréstimos mais recentes dos últimos 3 anos estão indexados a esta taxa e se tiverem revisão este mês, também verão a prestação reduzida, num valor algo semelhante a Euribor demonstrada anteriormente. A descida no mesmo raciocínio de valor e prazo será de 5,95 euros, passando a ter uma prestação de 308,98 euros durante os 12 meses seguintes, em vez de 314,93 euros que estava a pagar ate junho.


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Moratórias prolongadas até março de 2021

4 de Junho, 2020 | por CFinanceiro

Moratórias prolongadas

Moratórias prolongadas por mais seis meses. Governo aprova hoje alterações ao regime da moratória pública, com inclusão de mais contratos: educação e emigrantes.

Para já, o que está em cima da mesa (e pode haver mudanças até ao anúncio) aponta para uma extensão da moratória por mais seis meses, de forma automática, até final do primeiro trimestre do próximo ano. Só o cliente poderá recusar o prolongamento da moratória, devendo manifestar a sua oposição até dia 20 de setembro.

Mas haverá mais novidades, nomeadamente com a inclusão de outros tipos de contratos de crédito que até agora o regime público não abrangia. Por exemplo, os emigrantes também o poderão fazer, algo que só a moratória privada (da Associação Portuguesa dos Bancos) o permitia, tal como avançou o ECO em primeira mão. Ainda na habitação, a moratória pública vai incluir contratos de locação financeira de imóveis destinados à habitação (quem adquire casa em leasing).

Adicionalmente, também entram agora créditos ao consumo, mas apenas aqueles que têm como finalidade a educação, incluindo formação académica e profissional.

No total, foram já concedidas 514,75 mil moratórias ao abrigo do regime público e privado. Cerca de dois terços foram concedidos ao abrigo do regime público: mais de 345 mil contratos. Quase 170 mil contratos estão abrangidos por moratórias privadas, incluindo o regime criado pela APB.

Fonte: ECO

Leia Também: Moratória – Isto é o que o banco tem de lhe mostrar


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Euribor revista este mês faz prestação da casa aumentar

2 de Junho, 2020 | por CFinanceiro

euribor junho

Euribor junho – Se faz a revisão da euribor do seu crédito este mês vai sentir a subida.

Euribor junho, a 3 e 6 meses, são os indexantes mais penalizados, tal como aconteceu na revisão das taxas de juro dos empréstimos da casa em maio passado. Subidas que resultam de uma escalada da Euribor, que vem em crescente desde março. Agravou com a pandemia do Covid-19, devido às dúvidas sobre a capacidade dos bancos em garantir o financiamento às famílias e empresas no atual contexto de crise. Ainda assim, a expetativa do mercado mantêm-se no sentido de que os juros continuem abaixo de 0%. Pelo menos até março de 2025 com ajuda das politicas do BCE.

Para fazer o calculo exato da revisão da euribor em junho no seu crédito com o nosso simulador. Depois de saber a taxa Euribor, precisa de saber os seguintes dados:

  • Spread do crédito;
  • Valor ainda em divida;
  • Numero de meses que ainda faltam para terminar o crédito.

Abre o nosso simulador de alteração do spread.
Coloca o valor em divida e adiciona a taxa euribor que pode verificar na nossa tabela. E depois só tem de colocar o numero de meses que falta terminar o seu crédito. Nos campos de taxa de spread coloca nos dois o valor do seu spread. O principal propósito deste simulador é calcular a poupança caso baixe o seu spread. Estamos a preparar um apenas para calcular a revisão de euribor, no próximo mês já deverá estar pronto!

Cálculos para todos os contratos revistos em junho

Cenário: Empréstimo no valor de 100 mil euros, por um prazo de 30 anos, e com um spread de 1%

Euribor a 3 meses – A prestação vai subir 2%, trata-se do maior aumento desde a revisão feita em junho de 2011, em pleno pico da crise financeira em Portugal. Serão mais 6,11 euros que elevarão o valor da prestação para os 309,3 euros durante os próximos três meses, ou seja, a fasquia mais elevada dos últimos quatro anos.

Euribor a 6 meses – Os empréstimos da casa que estejam associados a este indexante com a revisão da euribor em junho, o agravamento dos encargos será ainda maior. Face a última revisão efetuada em dezembro, o acréscimo é de 2,85%. Considerando o mesmo cenário, o valor da prestação aumenta 8,72 euros, para se fixar ao longo dos próximos seis meses nos 315,11 euros.

Euribor a 12 meses – Os empréstimos da casa associados a este indexante representam uma pequena fatia do total dos empréstimos da casa em Portugal — também veem os encargos mensais subir. Mas o aumento será o mais curto entre os empréstimos de taxa variável revistos neste mês de junho. A subida será de 0,8%, com o valor da prestação a aumentar 2,41 euros, para se fixar nos 317,93 euros ao longo do próximo ano, tendo em conta o exemplo simulado.

Reveja o seu spread, principalmente se for igual ou superior a 1,2%. Poupe milhares de euros, conheça através dos nossos parceiros as melhores condições do mercado e sem custos para si!!

O artigo “Euribor junho – Se faz a revisão da euribor do seu crédito este mês vai sentir a subida” foi lhe útil? Deixe o seu cometário!


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Prestação da casa sofre a maior subida desde a última crise

3 de Maio, 2020 | por CFinanceiro

Este mês a minha prestação da casa vai fazer a revisão da Euribor, o que vai acontecer?

Os efeitos da pandemia já não se fazem sentir apenas na saúde direta de todos nos. Já mostra sinais de contaminação na prestação da casa.

Em maio muitas famílias, cuja revisão da Euribor seja feita neste mês, já irão ver refletidas as subidas na prestação. Subida essa como já não acontecia desde a última crise financeira de 2011.

Ainda que sejam valores pequenos, a subida maior será para os contratos de crédito habitação que tem Euribor a 3 meses e a 6 meses. As taxas mais usados nos créditos concedidos até 2016. Quem tem Euribor indexada a 12 Meses, que são os contratos mais recentes e em menor número, nem notarão praticamente mexidas.

A título de exemplo generalizado, nos vários prazos da Euribor e mais vulgarmente por nos utilizado para mostrar números, um credito de 100.000€ a 30 anos, a prestação ira variar entre os 6,11€ e os 7,62€, para quem tem Euribor a 3 e a 6 meses.

Tal como esperado, as economias mais vulneráveis, e que tem sofrido muito com o Covid19, casos por exemplo da nossa vizinha Espanha, passando por Itália e nos próprios em Portugal, podem muito provavelmente ser sujeitas a ter que pagar mais para obter financiamento e liquidez, e então se formos bombardeados pela tao ultima conhecida descida de Rating, então não haja duvidas, os indexantes dos créditos subirão, e que terão impacto mais direto em quem tem prestação de credito habitação.

Infelizmente mercado a funcionar em modo recessivo, devido a pandemia, e que mensalmente nos vai custar mais dinheiro.

Podemos considerar que são pequenos sinais e pequenas subidas por agora, e nesta fase de facto são, mas pode ser um sinal para o que ai vem.

No meio disto tudo, existe a quase certeza deixada pelo Banco Central Europeu, que a Euribor manter-se-á em territórios negativos (abaixo de 0%) ate meados desta década que agora começou.

Verifique quanto vai passar a pagar pela prestação da casa com ajuda do nosso simulador!

Basta colocar o valor em divida e adicionar a taxa euribor que pode verificar na nossa tabela. E depois só tem de colocar a numero de meses que falta terminar o seu crédito. Não necessita mexer no campo Taxa de Spread pretendida, serve apenas para se quiser calcular a poupança caso baixo o seu spread por exemplo! Mas se precisar de mais ajuda basta verificar o nosso artigo Taxa Euribor do meu crédito renova este mês, quanto vou passar a pagar?

Já que estamos a falar de crédito habitação, sabe qual é o seu spread? Se for igual ou superior a 1,2% está na hora de mudar e poupar milhares de euros, troque sem qualquer custo!


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Suspensão até setembro do pagamento de créditos à habitação

26 de Março, 2020 | por CFinanceiro

Suspensão até setembro do pagamento de créditos à habitação e de créditos de empresas aprovada pelo governo, para famílias e empresas com quebra de rendimentos pela crise provocada pelo surto de covid-19

Nos créditos à habitação, a suspensão dos pagamentos é válida para créditos de habitação própria permanente.

Leia Também: Suspensão do crédito da casa (Como funciona e para quem)

Segue o comunicado:

O Conselho de Ministros aprovou hoje um novo conjunto de medidas extraordinárias de resposta à situação epidemiológica do novo Coronavírus – COVID 19:

1. Foi aprovado o decreto-lei que estabelece uma medida excecional e temporária de proteção dos postos de trabalho, através de medidas como a redução temporária do período normal de trabalho ou suspensão de contrato de trabalho, no âmbito da pandemia da doença COVID-19.
O atual cenário da crise epidemiológica e o Estado de Emergência obriga a um reforço das medidas já adotadas pelo Governo, garantindo a sua flexibilidade procedimental para que possam ser rapidamente operacionalizadas.
De forma a apoiar a manutenção dos postos de trabalho e a evitar despedimentos por razões económicas, o diploma prevê que tenham acesso a este regime:
– As empresas ou estabelecimentos cujo encerramento total ou parcial tenha sido decretado por decisão das autoridades políticas ou de saúde
– As empresas que experienciem uma paragem total ou parcial da sua atividade que resulte da interrupção das cadeias de abastecimento globais, ou a suspensão ou cancelamento de encomendas
– A queda acentuada de, pelo menos 40% da faturação, por referência ao mês anterior ou período homólogo
O diploma aprovado estipula que durante o período de redução ou suspensão, bem como nos 60 dias seguintes à sua aplicação, o empregador não pode cessar contratos de trabalho, através de despedimento coletivo ou por extinção do posto de trabalho, relativamente aos trabalhadores abrangidos pelas medidas de apoio.
2. Foi aprovado um decreto-lei que estabelece medidas excecionais de apoio e proteção de famílias, empresas e demais entidades da economia social, para assegurar o reforço da sua tesouraria e liquidez, atenuando os efeitos da redução da atividade económica.
Uma vez que o sistema financeiro tem um especial dever de participação neste esforço conjunto pela sua função essencial de financiamento da economia, é aprovada uma moratória de 6 meses, até 30 de setembro de 2020, que prevê a proibição da revogação das linhas de crédito contratadas, a prorrogação ou suspensão dos créditos até fim deste período, de forma a garantir a continuidade do financiamento às famílias e empresas e a prevenir eventuais incumprimentos
3. Foi aprovada uma proposta de lei, a submeter à apreciação da Assembleia da República, que cria um regime excecional e temporário de mora no pagamento de rendas – habitacionais e não habitacionais – e habilita o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) a conceder empréstimos para pagamento de renda aos arrendatários que tenham sofrido quebras de rendimentos.
4. Foi aprovado o decreto-lei que cria um regime excecional e temporário de faltas justificadas motivadas por assistência à família, reforçando as medidas já tomadas, para melhorar a sua adequação à realidade, e passando a acautelar as situações em que se verifica a necessidade de assistência a parente na linha reta ascendente que se encontre a cargo do trabalhador e que frequente equipamentos sociais cuja atividade seja suspensa.
Fica estabelecido o funcionamento durante o período de interrupção letiva da rede de estabelecimento de ensino que promove o acolhimento dos filhos ou outros dependentes a cargo dos profissionais de saúde, dos serviços de ação social, das forças e serviços de segurança e de socorro, incluindo os bombeiros voluntários, e das forças armadas, os trabalhadores dos serviços públicos essenciais, cuja mobilização para o serviço ou prontidão obste a que prestem assistência aos mesmos.
5. Foi aprovado o decreto-lei que visa facilitar e fomentar a utilização de instrumentos de pagamento eletrónicos, como os pagamentos baseados em cartão, em detrimento de meios de pagamento tradicionais, como as moedas e as notas.
Para este efeito, o diploma estabelece a suspensão de comissões fixas, por operação, em operações de pagamento, e que os beneficiários que disponibilizem terminais de pagamento automáticos não podem recusar ou limitar a aceitação de cartões para pagamento de quaisquer bens ou serviços, independentemente do valor da operação.
6. Foi aprovada uma proposta de lei, a submeter à apreciação da Assembleia da República, que estabelece regime excecional, aplicável até 30 de junho de 2020, de cumprimento das medidas previstas nos Programas de Ajustamento Municipal (PAM), para os municípios que estão no Fundo de Apoio Municipal, isentando-os das restrições quando se trate da realização com despesas de apoio social a munícipes afetados pela COVID-19, aquisição de equipamento médico e outras despesas associadas ao combate aos efeitos da pandemia da COVID-19.
Com vista à ampliação da prestação do apoio às suas populações, por parte de todas as autarquias, também o endividamento que resultar destas despesas não será considerado para aferir o cumprimento dos limites ao endividamento por parte das autarquias.
7. Foi aprovado o decreto-lei que estabelece medidas excecionais e temporárias no âmbito cultural e artístico, em especial quanto aos espetáculos não realizados, entre os dias 28 de fevereiro de 2020 e até 90 dias úteis após o término do estado de emergência.
Face à pandemia COVID 19, e com vista a evitar a transmissão do vírus, o Governo tomou medidas que passaram, nomeadamente, pelo encerramento de instalações e estabelecimentos onde se desenvolvem atividades culturais e artísticas. Importa, por isso, assegurar uma proteção especial aos agentes culturais envolvidos na realização destes espetáculos, bem como garantir os direitos dos consumidores.
8. Foi aprovado o decreto-lei que altera as regras gerais de aplicação dos fundos europeus estruturais e de investimento, de forma a permitir a antecipação dos pedidos de pagamento, no que diz respeito a saldos.

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O que tem de saber antes de pedir um crédito habitação

4 de Março, 2020 | por CFinanceiro

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Explorar um simulador de crédito habitação é uma boa forma de começar a perceber que tipo de informações precisa de ter para avançar com um pedido de crédito habitação. Mas antes de fazê-lo, há algumas decisões que tem de tomar.

Quanto vou dar de entrada?

As entidades financeiras só financiam parte do valor do imóvel, que, de acordo com o Banco de Portugal, não deve ir além dos 90%. A menos que esteja a pensar comprar uma casa detida pela própria instituição de crédito, porque nesse caso o valor do empréstimo já pode chegar aos 100%. Noutros casos, conte com uma entrada que represente pelo menos 10% do valor da casa. Se tiver mais capital disponível e puder dar uma entrada maior, melhor, porque isso significa que o valor em dívida será menor, pagará menos juros e conseguirá condições mais vantajosas para o seu empréstimo.

Leia Também: Taxas Euribor 1M, 3M, 6M, 12M(Atualizadas)

Em quantos anos quero pagar o empréstimo?

O senso comum diz que quanto maior for o prazo do empréstimo melhor, porque assim a prestação será mais baixa. Mas quanto mais longo for o empréstimo, mais juros vai pagar, o que significa que quanto maior for o prazo mais vai pagar pelo empréstimo.

O Banco de Portugal recomenda que os novos contratos de crédito habitação não excedam os 40 anos, e que nos próximos anos o prazo máximo se aproxime dos 30 anos.  Mas embora haja no mercado várias opções com a duração máxima de 40 anos, pondere bem a questão da duração do empréstimo e pense se pagar um pouco mais por mês não é preferível a ter de pagar mais no total pelo empréstimo.

Quanto posso pagar de prestação?

Mesmo que esteja disposto a pagar mais, tenha em conta que as boas práticas recomendadas pelo Banco de Portugal estabelecem um limite de 40% de Taxa de Esforço. Quer isto dizer que as despesas com créditos não devem representar mensalmente mais do que 40% do seu rendimento familiar. Tendo isso em mente, faça uma análise realista de quanto pode pagar de prestação, porque esse é um excelente indicador para ter em conta quando definir o intervalo de preço de compra em que a sua casa tem de estar.

Quais são os melhores indicadores para comparar diferentes propostas de Crédito Habitação?

Muitos responderão “spread” a esta questão, mas é importante clarificar que o spread é apenas um custo entre muitos outros do Crédito Habitação, pelo que a proposta com menor spread não é necessariamente aquela em que vai pagar menos pelo seu empréstimo. Se quer identificar a proposta mais vantajosa, olhe antes para a TAEG e o MTIC.

A TAEG engloba as comissões cobradas pelo Banco, os juros, as despesas legais com os impostos e com o registo da hipoteca e os custos dos seguros associados ao empréstimo (o seguro do imóvel e o seguro de vida), pelo quanto menor for a TAEG menores são os custos do empréstimo. Por seu lado, o MTIC tem em conta, para além do valor de crédito concedido, todos os custos associados, nomeadamente juros, comissões bancárias, impostos e outros encargos, apresentado o valor total que irá pagar durante todo o período do empréstimo.

Depois de ponderar bem todas estas questões, avance então para o simulador de crédito habitação com a confiança de poder tomar decisões mais informadas e escolher a melhor solução.


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3 Conselhos antes de amortizar o crédito habitação

24 de Novembro, 2019 | por CFinanceiro

Amortizar o crédito habitação deve ser uma prioridade para a maioria de nós! Há quem lhe chame a divida de uma vida!

Amortizar o crédito habitação é sempre uma preocupação para quem o tem ou pretende vir a ter. Estamos por isso a preparar uma nova ferramenta com base no Método para Poupar 30% no Crédito Habitação. Vai ajudar a definir qual a melhor estratégia de amortização para si!

É muito importante perceber que pode haver outras prioridades que devem ser postas em prática antes de amortizar o crédito habitação. Sejam essas prioridades para obter maior poupança ou para dar segurança no caso de acontecer algo como por exemplo um desemprego.

Leia também: Como pouparam 40.000€ por transferir o Crédito habitação

Parece nos importante por em prática os seguintes conselhos antes de pensar amortizar o seu crédito habitação:

Fazer um fundo de emergência no valor de 6x os seus custos mensais(créditos, alimentação, agua, luz,…) numa poupança líquida fácil de mobilizar.

Atenção a este conselho, muitos de nós esquecemos que a qualquer momento alguma coisa pode correr menos bem na nossa vida. Mas tem um fundo de emergência, caso aconteça algo que não lhe permita receber os seus rendimentos mensais? Um desemprego por exemplo. Quantos meses conseguirá manter as suas contas em dia caso o rendimento mensal deixe de entrar na sua conta?

O seguro morreu de velho, se tiver um fundo de emergência pode poupar muitas complicações na sua vida!

Amortizar primeiro todos outros créditos que tenha com juros mais altos.

Este conselho é uma questão matemática. Pagar primeiro os créditos mais caros, ou seja, os que cobram mais juros. E assim libertar ainda mais liquidez para o fundo de emergência e para amortizar o crédito habitação.

Mudar o crédito habitação de banco caso tenha um spread superior a 1,2% e seguros para as melhores condições possíveis. Pode poupar até 60% no seguro vida do seu crédito habitação.

Conseguir poupar para amortizar o crédito habitação pode e deve começar no próprio crédito habitação. Deve procurar as melhores condições de mercado para o crédito e para os seguros associados. Pode o fazer através dos nossos parceiros sem qualquer custo para si fruto na nossa parceria, cómodo e grátis!

Com estes conselhos vai conseguir pagar a sua casa mais rápido do que pensa! Vamos voltar a este assunto muito em breve com uma ferramenta que o vai ajudar a perceber o melhor caminho para amortizar o seu crédito


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Seguro de vida, todas as respostas

19 de Novembro, 2019 | por CFinanceiro

1- Posso trocar o meu seguro vida do banco?

A resposta é simples, … SIM pode transferir o seguro de vida do crédito habitação durante a vigência do contrato, e nós estamos aqui para o ajudar nesse processo.

Por comodidade ou por falta de informação, durante anos, grande parte dos consumidores optou por subscrever o seguro de vida do crédito habitação directamente no balcão do banco onde contratou o crédito. Não deixa de ser interessante como se criou a ideia junto da maioria dos devedores, de que o Banco não lhes permite alterar o seguro contratualizado para outra companhia. Se acha que é assim, então este artigo aplica-se especialmente a si.

Todas as entidades bancárias apresentam aos seus clientes que pretendam contratar um crédito à habitação, a obrigatoriedade de subscrever um seguro de vida.

Para proteger os direitos dos consumidores nesta matéria, o Decreto-Lei n.º 222/2009 veio trazer importantes alterações no que diz respeito à celebração dos contratos de seguro de vida associados ao crédito à habitação. A entidade que regula os seguros é a ASF(Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões)

Além de permitir aos clientes a escolha da seguradora que lhe apresentar condições mais favoráveis, outra  novidade que este decreto definiu, foi a possibilidade de transferência do seguro de vida do crédito habitação durante a vigência do contrato, isto é, a escolha da seguradora pode ocorrer mesmo após o início do processo de crédito. Ou seja, o credor está impedido de colocar entraves à mudança do seguro vida, desde que o novo seguro a contratar cumpra os requisitos estabelecidos contratualmente com o Banco.

Deve também ter em atenção o tempo legal acordado para a denúncia do contrato, nem todas as seguradoras exigem o mesmo prazo, mas normalmente devem ser avisadas com pelo menos 30 dias antes da renovação.

Para proteger os interesses próprios, os bancos dão bonificações no spread do crédito habitação, se os clientes contratarem o seguro de vida que lhes interessa. Desta forma, podemos estar a pagar muito mais por um seguro de vida do que realmente é necessário. A questão que se coloca, é se essa bonificação do spread justifica o custo abusivo da contratação do seguro vida no banco. Se está no grupo de pessoas que tem esta dúvida peça-nos aqui uma simulação e veja se mesmo assim ainda tem poupança.

2- O banco vai-me penalizar no spread?

Esta questão deve ser analisada aquando da transferência de seguro ligada ao crédito à habitação e depende de banco para banco. São cada vez menos os bancos que penalizam os seus clientes quando tentam efetuar alterações ao empréstimo.

Aquando da negociação das condições a aplicar ao crédito deverá sempre solicitar as mesmas com os seguros feitos fora da entidade bancária dado que ficam mais vantajosos.

Para contratos já existentes e para verificar se a mudança do seguro implica alterações no spread deve consultar a escritura e documentos complementares pois lá contém toda a informação. Caso não possua estes documentos pode sempre falar com o gestor de conta que dará as devidas informações.

Havendo aumento de spread isto não implica que não compensa mudar o seguro. Tem sim que saber qual a percentagem de aumento e melhor ainda saber para quanto passará a prestação com esse aumento de spread. Depois de reunir esta informação pode então comparar se a mudança de seguro compensa. Só assim pode avaliar a situação.  Não fique apenas pela informação que vai ter aumento no spread, procure sim saber qual será esse aumento em termo de €. Mesmo tendo agravamento no spread, na maioria dos casos compensa mudar o seguro pois a poupança que existe no seguro de vida ligado ao crédito habitação pode mesmo chegar aos 60%.

Ao mudar de seguradora, o cliente só terá que entregar no banco uma apólice com as coberturas exigidas pelo mesmo, estando estes pressupostos mencionados na escritura e documentos complementares.

Com esta poupança de quase 60% muitas das vezes permite aos clientes não só mudar de seguradora mas também melhorar o seguro em termos de coberturas. A exigência de cobertura depende de banco para banco em que alguns apenas exigem a cobertura de invalidez menos abrangente, a Invalidez Absoluta e Definitiva (IAD). A poupança permite então aos clientes subscreverem a cobertura de invalidez melhor e mais abrangente, a Invalidez Total e Permanente (ITP).

Tendo em conta o mencionado e sendo o processo de transferência de seguro muito simples de processar não perde nada em solicitar simulações para o S/ caso em específico.

 

3- Não percebo nada de papéis, onde é que eu vejo que seguro tenho e o valor?

O seguro de vida tem como principal finalidade proteger os titulares do crédito à habitação e a sua família em caso de morte ou invalidez, mas não é um seguro obrigatório por lei. No entanto,  no crédito à habitação a lei prevê que como reforço da garantia, a instituição de crédito  possa  solicitar a sua contratação.

No que concerne a que coberturas tem pode verificar na escritura do crédito habitação que fez com o seu banco assim como nos documentos complementares. Aquando da realização da mesma deverá ter recebido nessa altura a apólice do seguro de vida do crédito à habitação onde vem mencionado as coberturas contratadas.

Além da principal cobertura de morte, no seguro de vida ligado ao crédito à habitação é normalmente exigida pelos bancos uma cobertura adicional, que poderá ser ser mais ou menos abrangente, conforme se trate de uma cobertura de Invalidez Total e Permanente (ITP) ou de Invalidez Absoluta e Definitiva (IAD). A ITP é mais abrangente e pode ser acionada face a uma situação de invalidez igual ou superior a 65%. A IAD, normalmente exigida pela maioria dos bancos, só é ativada caso o titular fique completamente incapacitado e dependente de terceiros para o exercício das suas funções básicas. Ou seja, se a pessoa segura sofrer um acidente que o incapacite para o trabalho, mas continue o seu dia a dia (não depender de terceiros) a cobertura de IAD não pode ser acionada enquanto a cobertura ITP pode.

Caso tenha acesso ao seu banco online também lá poderá encontrar alguma informação sobre que coberturas tem contratadas.

Caso não possua nenhuma documentação pode questionar o seu banco ou diretamente com a seguradora para saber que coberturas tem contratadas e qual o respetivo prémio.

Estas informações são importantes para verificar a possibilidade me mudar de seguradora.

 

4 – Que dados são necessários para fazer uma simulação?

Com a conjuntura actual, e com a maior informação que cada vez mais existe sobre os produtos financeiros, é natural que as pessoas procurem ficar mais esclarecidas sobre os produtos que possuem.

Um desses produtos é o seguro de vida agregado ao crédito habitação.

Qualquer pessoa que vá contratar um crédito habitação é obrigada a contratar alguns produtos, onde se inclui o seguro de vida.

O seguro de vida é o produto que vai permitir ao cliente ficar salvaguardado, no caso de morte ou invalidez, daí este ser um produto bastante importante, e que deverá ser bem ponderado na altura da contratação do mesmo.

Apesar do Seguro em causa ser obrigatório, o cliente não é obrigado a contratar este produto junto do banco onde vai contrair o empréstimo, pelo que poderá fazer essa contratação em companhias externas ao Banco em causa, sem ter qualquer implicação ao nível do spread!

Ademais, saliente-se que mesmo os clientes que tenham o seguro de vida contratado no Banco onde está domiciliado o crédito habitação podem fazer essa alteração e passar o Seguro para fora do Banco.

Hoje em dia é cada vez mais fácil fazê-lo!

A cada dia que passa, somam-se as diversas informações quanto a este tema, e são variadas as companhias de Seguros que apresentam ofertas neste sentido!

Neste ensejo, qualquer pessoa pode solicitar uma Simulação e dessa forma ficar a saber se está a pagar muito e qual é a poupança que poderá vir a apresentar a troca do seu Seguro de Vida.

Apenas com uma pesquisa rápida na internet, conseguimos descobrir alguns sites onde podemos pedir essas mesmas simulações.

Vamos agora falar sobre um ponto importante, que é:

Quais os dados necessários para pedir uma simulação de um seguro de vida?

  1. Datas de nascimento (de 1 ou 2 proponentes);
  2. Capital em dívida (empréstimo);
  3. Prazo que falta para acabar o empréstimo;

Com estes três dados conseguimos fazer uma simulação e desta forma perceber se estamos ou não a pagar muito pelo nosso seguro actual.

Para uma simulação ainda mais realista, podemos ainda indicar as profissões dos proponentes e o Banco onde têm o seu seguro actual.

Esperamos que estas informações tenham sido úteis para esclarecer alguns aspectos relacionados com o tema em questão.

 

5- Existe algum prazo para mudar de seguro ou posso fazer em qualquer altura?

Na grande maioria dos casos, para transferir o seguro de vida do crédito habitação, deve comunicar por escrito a intenção de cancelamento do seguro à actual companhia, respeitando um prazo mínimo de 30 dias. Esta comunicação deve ser feita em carta registada com aviso de recepção.

Para tal, deve ter em atenção a periodicidade de pagamento do seu seguro actual. Assim, se pagar o seu seguro de vida mensalmente, pode tratar do cancelamento em qualquer altura. Se a periodicidade de pagamento for trimestral, semestral ou anual, o cancelamento deve ser informado com os 30 dias antes do início do próximo período. Deve também ter em atenção se o banco tem os débitos do seu seguro actualizados, para não correr o risco de ter de pagar o seguro novo e o antigo no mês da mudança. Caso não saiba qual o prazo necessário para pedir o cancelamento do seu seguro de vida, deve verificar as condições particulares da sua apólice actual.

 

6- E o seguro é mesmo igual?

O seguro de vida agregado ao crédito habitação, é um produto que além de ser obrigatório a todas as pessoas que contratam um crédito habitação, é um seguro que pode ter várias coberturas diferentes pelo que convém estarmos informados sobre as mesmas quando o vamos contratar.

Já passaram os tempos em que íamos ao banco e o senhor do banco, nos punha os papéis á frente e nós assinávamos sem fazer a mínima ideia do que estávamos a assinar.

E se por acaso em conversa alguém nos perguntasse que seguro tínhamos, nós não fazíamos a menor ideia, sabíamos que tínhamos um seguro porque tínhamos assinado uns papéis no banco.

Hoje em dia existe cada vez mais informação sobre este tema e as siglas IAD e ITP já não são de todo desconhecidas dos consumidores.

Vamos lá então tentar descodificar este produto.

Quando contratamos um crédito Habitação, somos obrigados a contratar um seguro de vida que nos vais pagar o empréstimo em caso de haver uma morte ou uma invalidez e um seguro MultiRiscos vulgarmente chamado seguro de paredes que nos vai valer no caso de acontecer algo com a nossa casa (Inundações, Riscos eléctricos, etc), por agora vamos nos focar no seguro de vida.

O seguro de vida tem 2 coberturas; a cobertura de morte, que é a cobertura principal e que vai pagar o empréstimo no caso de existir uma morte de qualquer um dos proponentes, posteriormente existe uma cobertura complementar que é a cobertura de invalidez.

Esta cobertura de invalidez vai pagar o empréstimo ao banco no caso de acontecer uma invalidez, aos proponentes.

Dentro da cobertura de Invalidez existem dois tipos;

– Uma cobertura mais baixa, vulgarmente denominada por IAD (Invalidez Absoluta e Definitiva), para esta cobertura ser activada o proponente tem de ficar com uma percentagem de invalidez a rondar os 100%, basicamente tem de ficar em estado vegetativo, dependente de terceiros para fazer as funções básicas do dia-a-dia.

– Existe também uma cobertura ITP (Invalidez Total e Permanente), que é uma cobertura mais alargada, pois basta o proponente ficar com uma invalidez para a sua actividade profissional para poder activar o seguro e o empréstimo ser pago ao banco. Dentro desta cobertura ITP, existem alguns escalões de percentagem de invalidez, os mais comuns são a partir dos 60% ou a partir dos 66%.

Desta forma quando pensamos em retirar o nosso seguro do banco, apenas temos de confirmar qual a cobertura que temos contratado na nossa apólice (se é a IAD ou a ITP), e ao transferir temos sempre de contratar a cobertura igual ou superior á que temos no banco.

Vamos dar um exemplo, se a minha cobertura actual for uma IAD eu ao trocar, posso trocar para um seguro com a cobertura IAD ou a cobertura ITP, pois a cobertura ITP é superior.

Se eu já tiver contratado um seguro com a cobertura ITP, ao trocar apenas posso contratar um seguro com a cobertura ITP, pois como a cobertura IAD é inferior o banco não me vai permitir efetuar essa troca.

Esperamos ter dado uma ajuda relativamente a este tema.

 

7- E como é que mudo o seguro para a nova Seguradora?

Muito se tem discutido sobre a situação dos Seguros de Vida associados ao Crédito Habitação. Ao longo dos anos foram-se criando ideias pré-concebidas, mitos sobre este assunto. Mitos que ainda hoje persistem e que impedem muitas pessoas de terem acesso a uma poupança considerável por terem medo do que possa acontecer, especialmente no que respeita à obtenção e manutenção do spread dos seus contratos de Crédito Habitação.

Ora, com a entrada em vigor do Dec-Lei 222/2009, muitas dessas dúvidas foram desmitificadas e a Lei é muito clara:

–  É de facto obrigatório subscrever um Seguro de Vida associado ao Crédito Habitação e mantê-lo activo durante toda a vida daquele contrato. Não é, no entanto, obrigatório subscrevê-lo ou mantê-lo na Entidade Financeira onde tem o Crédito Habitação.

– A penalização do spread pela retirada do produto Seguro de Vida da Entidade Bancária onde subscreveu o Crédito Habitação só é possível se estiver descrito na Escritura, nomeadamente no Documento Complementar, na alínea onde se referem os requisitos necessários para obter e manter o spread, caso contrário, não haverá qualquer alteração na sua mensalidade!  Ainda assim, e caso haja penalização, na maioria das vezes a poupança obtida com a retirada do Seguro de Vida do Banco (poupanças na ordem dos 40%, 50%, 60%) compensa o aumento da prestação mensal do Crédito Habitação. Há simuladores específicos onde podemos calcular esses aumentos/versus poupança.

Se a transferência do Seguro de Vida for a sua decisão há alguns passos a cumprir. Assim:

–  Deverá enviar à Companhia de Seguros um ofício registado, a informar da intenção de cancelar a sua Apólice. De acordo com a Lei vigente, este pré-aviso deverá dar entrada na Seguradora 30 dias antes do prazo escolhido para o cancelamento. Será um ofício simples onde identifica a(s) pessoa(s) segura(s), a(s) Apólice(s) e a Entidade Credora. Simultaneamente deverá cancelar o débito directo, no multibanco, para não correr o risco de lhe serem debitadas mensalidades, indevidamente. Caso isto aconteça, poderá sempre pedir, ao balcão, a revogação dos pagamentos num prazo de 60 dias.

– Por último, mas não menos importante, é a entrega das Condições Particulares da nova Apólice ao Banco.

Tenha em atenção que a entrega destes documentos deverá ser feita através de e-mail, para ficar com a prova de entrega. Se entregar directamente no balcão leve consigo outra cópia para ser carimbada pela Instituição Bancária, como recibo.

8- Pois, mas isto dá muito trabalho. Será que existe alguma empresa que faça isto por mim?

A transferência do Seguro de Vida do Crédito Habitação é, cada vez mais, uma preocupação por se tratar de um encargo obrigatório que quando desvalorizado pode resultar em desperdício de dinheiro.

Assim, e com a entrada em vigor do Dec-Lei 222/2009 que clarifica muitas ideias pré-concebidas sobre este assunto, demonstra sem margem para dúvidas que é fácil e rápido esta transferência, quer seja tratada pela Pessoa Segura ou por agências especializadas.

Se faz parte do grupo dos segurados abandonadas à inércia, aconselho vivamente a que se dirija a um mediador de seguros onde encontrará profissionais que lhe podem apresentar a melhor solução de mercado para o seu caso específico.

Há alguns passos que terá de seguir:

– Para que o mediador de seguros o possa ajudar, deverá levar consigo os seguintes dados:

– Capital actual em dívida.

– Prazo remanescente.

– Data de nascimento e profissão das pessoas seguras.

– Se possível, levar cópia da Apólice em vigor para que se possa identificar a cobertura que tem contratada.

Com estes dados, o mediador de seguros dar-lhe-á de imediato, a simulação com indicação da Seguradora que lhe oferece as melhores condições de mercado e que tratará por si, e de forma gratuita, de todo o processo de transferência, caso assim o pretenda.

Existem, por todo o país e com certeza perto de si, agências idóneas que o poderão ajudar. Pode também trabalhar com os nossos parceiros que analisam milhares de processos todos os meses com poupanças médias de 60%!


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Saiba como calcular a taxa de esforço – Ferramenta

29 de Julho, 2019 | por CFinanceiro

Calcular a taxa de esforço pode ser confuso. Por isso criamos esta ferramenta para ajudar.

Calcular a taxa de esforço – Provavelmente já reparou que todas as vezes que existe a necessidade de pedir algum tipo de ajuda a uma instituição financeira são lhe pedido inúmeros documentos. Documentos esses que vão desde os comprovativos de IRS, aos recibos de vencimento entre outros. Pois bem, taxa de esforço, apresenta-se como resposta para esses documentos. Pois é através deste indicador que os bancos conseguem decidir se lhe irão conceder ajuda financeira ou não.

Podemos assim definir, taxa de esforço, como o indicador económico que indica qual a percentagem dos rendimentos familiares é destinado ao pagamento de créditos, relacionando o valor da prestação bancária com os rendimentos provenientes do agregado familiar.

Como interpretar os resultados

Após usar a nossa ferramenta para calcular a taxa de esforço, poderá ter algumas dificuldades em interpretar os resultados provenientes da mesma. Por isso deixamos aqui uma breve explicação como é possível verificar na tabela abaixo.

De uma forma bastante resumida a taxa de esforço ideal nunca deve ser superior aos 40%, contudo muitas entidades financeiras 30% será o ideal. Se os resultados obtidos forem iguais ou superiores a 40%, a solução mais acertada será pedir um crédito consolidado para assim conseguir baixar a taxa de esforço. Como Calcular a Antiga e Nova Taxa de Esforço.

Leia Também: Como pouparam 40.000€ por transferir o Crédito habitação

Importância de calcular a taxa de esforço

Como referido, calcular a taxa de esforço permite perceber a capacidade que um determinado agregado familiar terá em cumprir com a responsabilidade assumida com um empréstimo. Se a percentagem da taxa de esforço for muito alta, significa que o risco inerente ao incumprimento é muito alto. É, portanto, uma informação fulcral para a aprovação, ou não, de um crédito por parte da entidade financeira.

Regra geral, recomenda-se que a taxa de esforço não ultrapasse os 30%, como referido anteriormente Isto para novos créditos.

O cálculo da taxa de esforço é também importante para que o agregado familiar requerente de ajuda financeira consiga perceber (após o cumprimento das obrigações mensais com créditos) qual a parcela do seu rendimento ficará disponível para fazer face às despesas diárias  (alimentação, educação, lazer, etc).


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Como Pouparam 30.000€ por Transferir Crédito Habitação

9 de Abril, 2019 | por CFinanceiro

Mais um testemunho que nos chega, de quem teve ajuda dos nossos parceiros a transferir o crédito habitação.

É importante para nós perceber que trabalhamos com os parceiros certos, e assim continuar ajudar milhares de pessoas que nos seguem! Como foi de mais este casal que poupou imenso por transferir o crédito habitação.

O que mais valorizamos, tanto na parceria de crédito habitação, como na parceria de seguro vida do crédito habitação, é a experiência! Falamos de profissionais com mais de 12 anos no mercado do crédito habitação, ainda complementada com experiência na área imobiliária!

No fim de contas acha que a experiência é importante? Se tiver de resolver algum problema com a justiça prefere um advogado estagiário ou um com muita experiência e reputação?

Leia Também: Como pouparam 40.000€ por transferir o Crédito habitação

A compra da casa, normalmente é um dos maiores investimentos de uma vida. Mas normalmente não damos a importância devida, ficamos pela opinião do nosso banco ou de amigos, quase sempre isso sai caro! Ouvimos um spread “redondinho” e é suficiente, e o spread não é assim tão importante como já explicamos!

“Gostaríamos de agradecer à equipa da empresa Decisões e Soluções de Albergaria, em especial à Sra. Alcina Melo pelo apoio no processo de transferência e negociação do nosso crédito habitação, bem como os seguros associados ao crédito, tratados pelo Sr. Frederico Pereira a quem também transmitimos o nosso agradecimento.

Este processo de transferência de crédito possibilitou desde logo uma redução do valor do spread de 2,25% para os atuais 1%, bem como o valor dos seguros associados que reduziram de forma significativa.

Os encargos mensais com o nosso crédito habitação reduziram em cerca de 200€/mês que prolongados pelo restante tempo que falta para terminar o crédito, totaliza uma poupança de aproximadamente 30.000€.

O apoio, empenho e profissionalismo a nós prestado faz com que a nossa família recomende a empresa Decisões e Soluções a todos os nossos conhecidos e a todos os que queiram ver os encargos com o seu crédito habitação serem reduzidos, aliviando assim o orçamento mensal familiar.

Para muitas famílias esta pode ser a diferença entre conseguir manter o compromisso com as instituições bancárias ou ter de abdicar de um projecto de vida por desconhecimento de empresas como a Decisões e Soluções que ajudam a manter esse projecto real.

Hugo Martins”

Vamos a contas para a poupança conseguida por transferir o crédito habitação com os nossos parceiros!

Pouparam 30.000€ no decorrer de todo o crédito, vamos dividir por vários rendimentos mensais:

30.000€/1.500€= 20 meses de trabalho, teria de trabalhar quase mais 2 anos para pagar o crédito!
30.000€/2.000€= 15 meses de trabalho. Teria de trabalhar mais 1 ano para pagar o crédito!
E tudo isto pode ser evitado por trabalhar com profissionais que lhe garantem as melhores soluções do mercado! E tudo isto grátis, fruto da nossa parceria!

Se prefere trabalhar mais anos para pagar o crédito é uma decisão sua! Se prefere poupar preencha este formulário para os nossos parceiros procurarem a melhor solução no mercado para si!




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Como pouparam 40.000€ por transferir o Crédito habitação

11 de Março, 2019 | por CFinanceiro

São muitos os testemunhos que nos chegam, de pessoas que tiveram ajuda dos nossos parceiros a transferir o crédito habitação.

É importante para nós perceber que trabalhamos com os parceiros certos, e assim continuar ajudar milhares de pessoas que nos seguem! Como foi o caso deste casal que poupou imenso por transferir o crédito habitação.

O que damos mais valor, seja na parceria de crédito habitação, seja na de seguro vida do crédito habitação, é a experiência! Falamos de profissionais com mais de 12 anos no mercado do crédito habitação, ainda complementada com experiência na área imobiliária!
No fim de contas acha que a experiência é importante? Se tiver de resolver algum problema com a justiça prefere um advogado estagiário ou um com experiência e reputação?

A compra da casa, normalmente é um dos maiores investimentos de uma vida. Mas normalmente não damos a importância devida, ficamos pela opinião do nosso banco ou de amigos, quase sempre isso sai caro! Ouvimos um spread “redondinho” e é suficiente, e o spread não é assim tão importante como já explicamos!

Vamos a contas para a poupança conseguida por transferir o crédito habitação no testemunho que poderá ler abaixo.
Pouparam 40.000€ no decorrer de todo o crédito, vamos dividir por vários rendimentos mensais:
40.000€/1.500€= 26 meses de trabalho, teriam de trabalhar mais 2 anos para pagar o crédito!
40.000€/2.000€= 20 meses de trabalho. Teria de trabalhar quase mais 2 anos para pagar o crédito!
E tudo isto pode ser evitado por trabalhar com profissionais que lhe garantem as melhores soluções do mercado! E tudo isto grátis, fruto da nossa parceria!

Se prefere trabalhar mais anos para pagar o crédito é uma decisão sua! Se prefere poupar preencha este formulário para os nossos parceiros procurarem a melhor solução no mercado para si!

Gostariamos de agradecer à equipa da Decisões e Soluções de Albergaria, em especial à sra. Fabiana Pereira pela ajuda com o processo de transferência do nosso crédito habitação. Não só o nosso spread baixou de 1,90% para 1,25%, como também no caso do seguro de vida, com as propostas apresentadas pelo sr. Frederico Henriques o valor baixou perto de 30%, além de que com o novo crédito habitação não é necessário manter os seguros na instituição de crédito para manter o spread.

Através do programa Conta-Poupanças, ficamos a conhecer a existência da vossa empresa. O facto de tratarem directamente com os bancos e conheceram as melhores soluções de mercado foi importante para a nossa decisão, pois evitou que tivessemos que ser nós a andar à procura de uma solução juntos dos vários bancos. Tudo correu de forma clara e rápida, após o primeiro contacto para envio das autorizações e documentação necessária para poderem tratar do processo. As nossas dúvidas foram sempre prontamente esclarecidas, e o apoio foi prestado desde o início até ao final do processo.

Apesar da poupança mensal com a transferência do crédito ser de apenas 20€, como baixamos o prazo de crédito de 36 para 31 anos, esses 5 anos a menos trazem uma poupança adicional superior a 30.000€ no final do empréstimo, fazendo com que no total tenhamos uma poupança de cerca de 40.000€ ao longo da vida do empréstimo. Foi sem dúvida uma boa solução, e já recomendamos os vossos serviços a alguns amigos que também andam a ponderar renegociar os respectivos créditos.

Mais uma vez, obrigado pela ajuda.

Melhores cumprimentos

Suzete e João Granito




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Compensa juntar créditos pessoais ao crédito habitação?

26 de Fevereiro, 2019 | por CFinanceiro

Juntar créditos pessoais ao crédito habitação, pode compensar! Depende apenas de como é gerida a “poupança” imediata!

Juntar créditos pessoais ao crédito habitação, traz uma poupança imediata naquilo que seria a soma das prestações. Mas analisando friamente as coisas são diferentes.

Começamos pelos prazos, o crédito pessoal tem uma duração muito inferior à de um crédito habitação. Ao juntar o crédito pessoal ao crédito habitação vamos estar a perder em termos de prazo. Porque o valor em crédito pessoal que vamos juntar, passa a ter o mesmo prazo do crédito habitação.

Leia Também: Seguro Vida Crédito Habitação – Dúvidas

Imagine que temos um crédito pessoal no qual pagava 150€/mês, junto ao crédito habitação e pelo mesmo valor passo a pagar 50€/mês. No crédito pessoal faltavam 60 meses para terminar de pagar, ao juntar para o crédito habitação passa a faltar pagar 300 meses.
Contas simples, no crédito pessoal faltava pagar 150€X60= 9.000€, no crédito habitação vai pagar 50€X300= 15.000€. Não há poupança, irá pagar mais 6.000€!

Há forma de ter poupança mas para isso é preciso, POUPAR! Ou seja, com a diferença entre o que pagava(150€) e o que passa a pagar(50€), que neste exemplo são 100€. Deve colocar todos os meses esse dinheiro numa poupança, ou amortizar ao crédito.
Desta forma compensa juntar os créditos pessoais ao crédito habitação! Peça ajuda a profissionais com anos de experiência. Grátis, fruto da nossa parceria!

Na maioria dos casos juntar créditos, é a única alternativa para quem começa a ter dificuldades em sobre algum dinheiro no fim do mês. Nesses casos não só compensa como é quase a ultima alternativa para não entrar em incumprimento com as instituições financeiras. De qualquer forma deve fazer o mesmo processo de colocar a diferença entre o que pagava e passa a pagar, numa poupança, ou amortizar no crédito!
Neste artigo não estamos analisar ao pormenor spreads ou outros produtos que podem influenciar os valores finais. Queremos apenas que tenha atenção e faça as contas como fizemos em relação ao prazo, a importância de ter disciplina e poupar o valor que reduz na sua prestação mensal.

Esperamos que o artigo “Compensa juntar créditos pessoais ao crédito habitação?” lhe seja útil, deixe o seu comentário se tiver alguma dúvida ou sugestão.

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Financiamento a 100% no crédito habitação – ainda é possível?

29 de Janeiro, 2019 | por CFinanceiro

Financiamento a 100% no crédito habitação – ainda é possível? A resposta imediata poderia ser: não.

Mas não desista já, porque neste artigo mostramos-lhe algumas formas para conseguir comprar um imóvel com financiamento a 100%.
No início do segundo semestre de 2018, o Banco de Portugal aconselhou os bancos a imporem maiores limitações nos contratos de empréstimo às famílias, nomeadamente a emprestem, no máximo, 90% do valor dos imóveis no caso do crédito habitação.
Este rácio entre o montante do empréstimo e o valor do imóvel dado em garantia deve ser cumprido. Esta recomendação surgiu como medida preventiva ao sobreendividamento e os tem sido seguida por todas as instituições bancárias a operarem em Portugal.
No entanto, o próprio banco central apresentou a exceção dos imóveis que pertencem ao banco. Aqui, no Conselhos do Consultor, apresentamos-lhe outras soluções para conseguir esta percentagem de financiamento.

Leia Também: 6 dicas para conseguir o melhor crédito habitação
Imóveis do banco

Esta é a exceção apresentada pelo Banco de Portugal. É possível comprar com financiamento total imóveis que pertençam aos próprios bancos e para contratos de locação financeira (leasing) imobiliária. Contacte ou consulte os websites imobiliários dos diferentes bancos e veja as opções.
Tenha em conta que alguns dos imóveis podem estar em mau estado, por estarem desabitados ou incompletos. Estas são casas que foram tomadas pelo banco, na maioria das vezes, por incumprimento em processos de empréstimos.

Imobiliárias com parceiras

Esta é uma solução muito semelhante à anterior. Muitas imobiliárias têm acordos com bancos e, por isso, têm uma carteira de imóveis com possibilidade de financiamento a 100%. No entanto, os alertas são os mesmos: analise bem as alternativas antes de tomar qualquer decisão.

Leia Também: E quando há um divórcio, o que se faz com a casa?
Pedir crédito pessoal

Em último caso, pondere pedir um crédito pessoal para atingir o valor de que necessita para finalizar a compra. Esta é uma solução apresentada pelos bancos, especialmente quando há margem para mais uma prestação no rendimento mensal do agregado familiar.
Imagine que num imóvel avaliado em 100 mil euros, o banco só lhe empresta, por via do crédito habitação, 90 mil. Pode pedir um crédito pessoal no valor de 10 mil euros e perfazer, assim, o financiamento a 100%.
Tenha, no entanto, atenção às taxas, comissões e outros encargos, como seguros de vida, que acrescem ao contratualizar este crédito.

Leia Também: Seguro Vida Crédito Habitação – Dúvidas

Note que mesmo com a entrada de 10%, o rácio do financiamento deve ser cumprido.  
Recorra a especialistas, acima de tudo é preciso estar informado das condições de várias instituições financeiras.
Esse é o primeiro passo para começar a poupar logo desde início, o que se torna fácil se recorrer aos serviços de especialistas. Fruto da nossa parceria este serviço, é GRÁTIS! Não tem nada a perder!
Se as dúvidas persistirem ou precisar de algum conselho mais direcionado. Contacte-nos por mensagem privada.  


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Crédito Habitação: Conceitos que Deve Conhecer

21 de Dezembro, 2018 | por CFinanceiro

Crédito Habitação: Conceitos que Deve Conhecer

Contratar um crédito habitação significa passar por um processo complexo de propostas, avaliações, ponderações e decisões. E significa também, na maioria dos casos, assumir um compromisso financeiro por dezenas de anos. Para que possa colocar todas as dúvidas ao banco e entender todos os termos específicos relacionados com créditos habitação,, preparamos por si um resumo dos principais conceitos de que ouvirá falar:
Taxa fixa ou variável
Escolher se paga uma taxa de juro fixa (acordada entre si e o banco em que contrata o crédito habitação) ou taxa variável (Euribor + Spread) é uma das decisões importantes a tomar. Esta é uma escolha que se reflete até ao final do crédito e que lhe permitirá poupar (ou não) algumas centenas de euros.
A taxa fixa mantém-se inalterada até ao final do contrato. A instituição de crédito define o valor desta taxa, tendo como referência a taxa fixa que se pratica no mercado interbancário para o mesmo prazo: a designada taxa de swap. Por norma, o valor é mais alto do que a taxa da Euribor naquele momento, porque está a pagar a segurança de não ter a prestação aumentada, caso a Euribor dispare. Mas se acontecer o contrário, a prestação também não desce.
Por outro lado, a taxa variável baseia-se no spread (fixado pela instituição bancária) e na Euribor (parcela variável). Assim, quando o valor da Euribor é revisto, a oscilação é também refletida no valor da prestação.  

Leia Também: Crédito habitação: Já compensa fazer taxa fixa?

Euribor
EURIBOR é a sigla de Euro Interbank Offered Rate. Baseia-se na média das taxas de juros praticadas por bancos da Zona Euro, para se financiarem entre si. Esta taxa é usada também como o indexante mais recorrente no crédito à habitação em Portugal. Aqui também pode escolher o prazo em que é revista a taxa, se a 12, 6 ou 3 meses. No final destes períodos, o valor da Euribor é calculado com base na média aritmética simples do mês anterior e fica a vigorar durante o período seguinte. Atualmente, o período mais utilizado é o de 12 meses. Pode consultar aqui a evolução das taxas.
Spread
Spread é, de forma muito simplificada, o preço do dinheiro num crédito. Trata-se da taxa de lucro implícita cobrada pelas instituições bancárias na concessão de um empréstimo. Na determinação desta taxa, o banco pondera não só o risco de crédito do cliente, mas também as garantias do empréstimo, incluindo a relação entre o montante do empréstimo e o valor do imóvel sobre o qual é constituída uma hipoteca (rácio LTV). Para cada contrato de crédito, o banco define um valor concreto, que pode ser negociado através de uma estratégia de cross selling, caso os clientes adquiram outros produtos ou serviços financeiros na mesma instituição.

Leia Também: “Mas tenho um spread ótimo…” O spread não é assim tão importante!

TAN
Taxa Anual Nominal. Apesar de ser anual, esta é uma taxa cobrada todos os meses nas prestações de cada crédito. Trata-se de uma taxa utilizada em operações que envolvam o pagamento de juros totais anuais (que variam caso a escolha tenha recaído sobre a taxa fixa ou a taxa variável).
TAE
Taxa Anual Efetiva. Neste caso, a taxa agrega os valores a TAN + outras despesas, encargos e comissões relacionadas com o processo de empréstimo. Excluem-se aqui os seguros e outros produtos associados. Pode ser uma boa indicação comparativa dos custos de empréstimo, mas, para isso, as soluções a comparar tenham o mesmo montante e o mesmo prazo.  
TAEG
Taxa Anual de Encargos Efetiva Global. Esta taxa agrega todos os encargos que paga pelo crédito, em percentagem relativa ao valor emprestado. Desde início de 2018 que esta taxa substituiu a TAER (Taxa Anual Efetiva Revista), apresentando mais detalhes relativos ao custo efetivo do empréstimo.  É, por isso, a taxa mais utilizada para comparação entre diferentes soluções bancárias.
Taxa de Esforço
O peso que a prestação mensal do crédito habitação tem no rendimento líquido do seu agregado familiar reflete-se na taxa de esforço. Esta é uma salvaguarda ao endividamento, que os bancos utilizam também para decidir a atribuição (ou não) do crédito. Esta taxa não deve ir além dos 40%.
LTV
Loan-to-value. É um dos principais rácios de avaliação do risco de crédito e diz respeito à percentagem do valor do imóvel que é solicitada ao banco. Se antes os LTV poderiam ser de mais de 100%, atualmente os bancos só aprovam, na maioria das vezes, LTVs de, no máximo 80%. Isto dá às instituições uma maior probabilidade de recuperar o seu investimento através da venda da habitação hipotecada, em caso de incumprimentos.
FINE
Ficha de Informação Normalizada Europeia. Este é um documento que os bancos são obrigados a apresentar aos clientes, com todas as informações detalhadas relativas ao crédito à habitação, sempre que for requerida uma simulação de empréstimo. Pode contar com a apresentação deste documento em Portugal ou em qualquer país da União Europeia. Assim, pode comparar as várias propostas de diferentes instituições bancárias.
MTIC
Montante total imputado ao consumidor. É esta sigla que lhe vai indicar o valor total, com todas as comissões, juros, impostos e outros encargos, a pagar durante todo o período de empréstimo. Deve, no entanto, ter em atenção que caso a taxa de juro do seu crédito for variável, o valor do MITC é meramente indicativo.

Leia Também: Crédito à Habitação – MTIC, apenas mais uma sigla?

Seguros
Conceitos como seguro multirriscos e seguro de vida são sempre apresentados aquando a contratação de um crédito habitação. O primeiro é obrigatório por lei, o segundo nem por isso. Mas a maioria das instituições bancárias têm-no como requisito. É possível que surjam também outras opções como o seguro de proteção pagamento ou seguro de recheio de habitação. Pondere as várias possibilidades e analise a sua necessidade antes de aceitar estes produtos.
Comissões
Deve estar preparado para o rol de comissões que serão cobradas no processo de contratação do crédito habitação. Questione a instituição bancária sobre os valores praticados. Estes encargos nem sempre são normalizados e é sempre uma vantagem ter o máximo de informação do seu lado. Pode contar com, pelo menos os seguinte encargos: comissões de avaliação do imóvel, comissão de abertura, Comissão de Preparação da Documentação Contratual, Serviço de Solicitadoria e Comissão de Processamento da Prestação.
Escritura
A escritura é o ato oficial em que se assina o contrato de compra e venda do imóvel. Regista-se a hipoteca, formaliza-se o Crédito Habitação. E a transação, sendo alterada da propriedade do imóvel para o comprador. Para a realização da escritura é necessária a apresentação de diversos documentos, que é, por norma, agilizada pelas instituições bancárias.
Hipoteca
A hipoteca é a garantia que o banco tem sobre o empréstimo. Ou seja, é uma garantia de pagamento de uma dívida na forma de um imóvel, caso haja incumprimento do pagamento monetário.

Leia Também: Novas regras de restrição ao crédito à habitação

Prestação
A prestação é o valor mensal que o cliente paga à instituição que concedeu o crédito habitação. Este valor pode variar, como já foi referido, caso o cliente tenha optado por uma taxa de juro variável ou por uma prestação progressiva (que vai aumentado ao longo dos anos).
Amortização
Amortizar o crédito habitação significa liquidar o valor em dívida na totalidade ou apenas uma parte do montante (amortização parcial) antes da data prevista do fim do contrato de crédito. Este ato permite acelerar o pagamento do financiamento ou, por outro lado, diminuir o valor da prestação mensal. Seja parcial ou total, deve avisar com antecedência a entidade bancária de que pretende fazer uma amortização no empréstimo. Atente a que estes adiantamentos de pagamento têm custos, seja qual for a opção. Se tiver uma taxa variável aplicada ao seu crédito, paga uma comissão de 0,5% do capital reembolsado. Caso a taxa seja fixa, a comissão é de, no máximo, 2% do valor adiantado.  

Leia Também: Taxa Euribor do meu crédito renova este mês, quanto vou passar a pagar?

Agora já está mais familiarizado com os conceitos relacionados com o processo de crédito habitação e pode tomar decisões mais informadas e responsáveis. Se ainda assim persistirem dúvidas, envie-nos uma mensagem. Estamos ao seu dispor.


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"Mas tenho um spread ótimo…" O spread não é assim tão importante!

10 de Dezembro, 2018 | por CFinanceiro

“Mas tenho um spread ótimo…”, não é fácil “combater” este culto ao spread. Tem sido umas das nossas missões nestes últimos anos.
Felizmente cada vez mais os portugueses fazem contas para alem do spread, o problema é que voltou a luta de spreads por parte dos bancos e as campanhas publicitárias voltam com o “culto” do spread.
Leia Também: Significado de Spread
A nossa luta já é longa, aliás na ultima “batalha” até um live sobre o assunto fizemos como podem ver. “O spread não é assim tão importante como lhe dizem na análise do crédito habitação!”
Grande parte das nossas conversas no chat passam muito por isto:
“Ou seja a Maria nunca fez as contas, é isso? A Maria até pode ter um spread de zero mas se depois tem outros custos altos associados de que lhe vale ter o spread zero?”
“O spread não tem a importância que os clientes lhe dão, importante sim é saber quanto vai pagar no total do crédito, Maria!”
Por favor, não se limitem a olhar para o spread! Na maioria das vezes estão a deixar de poupar milhares de euros!!! Que investidos no mesmo prazo do crédito daria para comprar outra casa!
Um bom exemplo onde deve fazer contas é no seguro vida associado ao crédito, como pode verificar nos seguintes artigos:

Millennium BCP – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO MILLENNIUM BCP?
Santander Totta – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO SANTANDER TOTTA?
Banco CTT – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO BANCO CTT?
Bankinter – 

A famosa “taxa de levantamento” que no final do crédito em alguns casos chegaria para pagar várias prestações do mesmo crédito!

Deixamos algumas dicas de como pode convencer os bancos a dar-lhe as melhores condições no crédito habitação. O que será que é mais valorizado pelos bancos hoje em dia para lhe conseguirem as melhores condições? 6 dicas para conseguir o melhor crédito habitação


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Crédito Habitação – Uma equipa de profissionais a trabalhar para si!

19 de Novembro, 2018 | por CFinanceiro

Crédito Habitação – Uma equipa de profissionais a trabalhar para si!

Nos dias que correm todo tempo é essencial para desempenhar as diferentes tarefas que se nos deparam quer seja no trabalho, na formação, na escola, em casa ou até mesmo no lazer. Por vezes, há situações em que o dia deveria ter mais horas para poder acabar o exercício, a reunião, a limpeza, a leitura, a conversa ou o jogo com os amigos, só para referir alguns exemplos.

Depois de identificar as principais tarefas do dia-a-dia, o desafio é passar da teoria à prática.

Ora, há decisões na vida que não são fáceis de tomar principalmente se não se tem conhecimento dos seus problemas e benefícios.

A casa é uma das aquisições que mais pesa no orçamento das famílias. Devido ao elevado montante em jogo, convém preparar a compra com alguma antecedência.

Conceitos como tan, tae, taer, spread, taxa de juro, taxa fixa, taxa variável, taxa euribor, não são do conhecimento generalizado do público que necessite de recorrer a um crédito numa instituição bancária. Burocracias e despesas como avaliação do imóvel, prazos e constituição de dossier para dar seguimento ao processo também não são fáceis de gerir. Essencialmente se não tem muito tempo no seu dia-a-dia para esta importante tarefa.

Mesmo que depois tenha ultrapassado estas primeiras dificuldades, surgem outras. Como a decisão da contratualização dos seguros (de vida, da casa, do desemprego).

Perante esta obrigatoriedade, qual a cobertura do seguro a escolher para o meu caso? E se, para baixarem a prestação mensal, lhe propuserem a aquisição de outros produtos? Será que compensa no longo prazo? O orçamento mensal comporta mais essa despesa? E a sua taxa de esforço tem margem para eventualidades?

A solução para estes problemas está à distância de um clique. Sem se levantar da cadeira proponho, a escolha do melhor crédito habitação, seguros e outros produtos financeiros ou encontrar o investimento mais adequado.

Note que este serviço envolve uma equipa profissional na procura e escolha da melhor oferta para a sua necessidade (aquisição de primeira habitação, segunda habitação, construir de raiz, transferência de crédito, etc).
 
Vantagens
  • Obtenção da melhor proposta para o seu crédito à habitação;
  • Rentabiliza o seu tempo para outras tarefas em vez de efectuar pesquisas nos diferentes bancos;
  • Acompanhamento personalizado do processo para o esclarecimento de qualquer dúvida;
  • É grátis fruto da nossa parceria;

Do que espera? Tome a decisão, nós procuramos a solução.

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Compensa ter o seguro vida do crédito habitação no Bankinter?

3 de Outubro, 2018 | por CFinanceiro

Ter o seguro vida do crédito habitação bankinter, bonifica no spread. Será que essa bonificação é suficiente para manter os seguro vida lá?

A cobertura exigida pelo Bankinter é IAD (Invalidez Absoluta e Permanente), como se não bastasse ter a cobertura de invalidez mais baixa ainda colocam apenas cobertura de 50% para cada segurado. Em caso de morte de um dos segurados só metade do crédito fica pago pelo seguro.
Nós recomendamos a cobertura ITP (Invalidez Total e Permanente), é a cobertura mais completa. De qualquer forma vamos fazer comparação para as duas coberturas.
Manter o seguro vida do crédito habitação bankinter bonifica o spread em 0,5%, o Bankinter é um dos bancos que se “agarra” ao seguro vida com mais força, na tabela já vamos perceber porque!
Para fazermos a comparação, fizemos 3 simulações para casais ambos com as idades de 30, 40 e 50 dos proponentes, para um financiamento de 150.000€. Tivemos em atenção as novas regras do Banco de Portugal nos prazos máximos dos créditos.
Na nossa opinião não compensa manter o seguro vida do crédito habitação bankinter! Mesmo na única situação em que compensa, está assumir o risco de ficar apenas com metade do crédito pago.  Este é um daqueles casos em que o spread diz pouco, o spread não é assim tão importante!
Não perca mais tempo comece já a poupar no seu seguro vida, peça já uma simulação e POUPE MILHARES de EUROS!
Outras comparações:

Millennium BCP – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO MILLENNIUM BCP?
Santander TottaCOMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO SANTANDER TOTTA?
Banco CTT – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO BANCO CTT?

 
Deixamos algumas dicas de como pode convencer os bancos a dar-lhe as melhores condições no crédito habitação. O que será que é mais valorizado pelos bancos hoje em dia para lhe conseguirem as melhores condições? 6 dicas para conseguir o melhor crédito habitação
 
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Compensa ter o seguro vida do crédito habitação no Millennium BCP?

23 de Julho, 2018 | por CFinanceiro

Ter o seguro vida do crédito habitação no Millennium BCP, é uma das opções para bonificar o spread. Será que essa bonificação é suficiente para manter os seguro vida lá?

A cobertura exigida pelo Millennium BCP é ITP (Invalidez Total e Permanente), com taxa de cobertura de 100% para cada um dos proponentes.  Cobertura  que recomendamos, é a mais completa.
Apesar de bonificar com a contratação do seguro de vida do crédito habitação no Millennium BCP, a Instituição permite que o cliente faça outro produto para manter a bonificação, para manter a bonificação basta o cliente ter 4 produtos dos seguintes:
(i) Domiciliação no Banco de ordenado/reforma dos Clientes de 1500€/mês ou cartão de crédito /débito (movimentação em pagamentos de compras e serviços com o mínimo de utilização de 2250 € semestre);
(ii) Detenção de Seguro de Vida na Ocidental;
(iii) Detenção de Seguro Multirriscos na Ocidental;
(iv) Cartão de Débito / Crédito (movimentação em pagamento de compras e serviços com o mínimo de utilização de 1500 € semestre);
(v) Crédito ao Consumo, ALD ou Leasing Automóvel com o saldo em divida mínimo no valor de 1500€; (vi) Património Financeiro – Produtos de Capital Garantido de 15000€;
(vii) Domiciliação de 2 pagamentos (electricidade, água, gás, comunicações).
A bonificação dos spreads ocorre desde que o Cliente reúna cumulativamente quatro dos sete requisitos / produtos / serviços elencados.”
Para fazer a comparação, fizemos 3 simulações para casais com as mesmas idades, para as idades de 30, 40 e 50 dos proponentes, para um financiamento de 150.000€

Compensa ter o seguro vida do crédito habitação no Millennium BCP? Não
Outras comparações:
Santander Totta – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO BANCO SANTANDER TOTTA?
Banco CTT – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO BANCO CTT?


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