CGD agrava taxa do crédito à habitação em 40%

23 de Fevereiro, 2017 | por CFinanceiro

A  CGD(Caixa Geral de Depósitos) agravou, a comissão mensal do crédito
à habitação, que subiu 70 cêntimos, cerca de 40%. O banco público está a aumentar de forma generalizada as suas comissões, numa operação que só deverá terminar em junho.
Segundo o Correio da Manhã, a comissão de processamento da prestação mensal subiu de 1,80 para 2,50 euros, quer nos contratos de crédito à habitação, quer nos conexos.

Sabe quanto paga por mês de taxa de gestão do crédito à habitação?

A CGD passa a ter, desta forma, uma das mais elevadas comissões nas prestações, encontrando-se, no entanto, abaixo do Santander e do Novo Banco, com o valor de 2,9 euros e 3,5 euros, respectivamente.
“Estas comissões agravam os custos mensais do crédito num período de taxas de juro negativas”, escreve a publicação, salientando que as alterações no preçário abrangem as contas à ordem, os juros dos depósitos (que vão passar a ser 0%), as transferências e os cartões.


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CGD – Ecrãs fraudulentos de atualização de dados de identificação

11 de Janeiro, 2016 | por CFinanceiro

Ecrãs fraudulentos

Tentativa de fraude com recurso a ecrãs fraudulentos simulando serviços de Internet Banking, sob o falso pretexto da realização de uma atualização de dados de identificação, visando comprometer informação pessoal e confidencial de clientes.

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Santander declara 'guerra dos spreads' ao BCP e CGD

14 de Setembro, 2015 | por CFinanceiro

O Santander Totta cortou o custo mínimo de financiamento para 1,75%, igualando as taxas mais baixas do mercado.

Para quem está à procura de crédito à habitação, passam agora a ser três os bancos com os empréstimos mais ‘baratos’: Santander, BCP e Caixa Geral de Depósitos. A diferença nota-se apenas nos prazos de Euribor indexados aos créditos: enquanto o Santander apenas utiliza como referência a taxa a um ano, CGD e Millennium concedem empréstimos indexados à taxa a seis meses.
Não dispense o aconselhamento de uma equipa de especialistas

De acordo com o Jornal de Negócios, a taxa mínima não deve ser tomada como referência para todas as situações, sendo apenas aplicada em casos de clientes com depósitos e outros produtos financeiros no respetivo banco.

Graças aos baixos custos de financiamento, o crédito à habitação atingiu este ano os níveis mais altos desde 2011. De acordo com dados do Banco de Portugal, os bancos já concederam 2.065 milhões de euros de empréstimos para a compra de casa desde janeiro.

CONSELHOS PARA POUPAR NO CRÉDITO HABITAÇÃO


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O que acontece à prestação do crédito à habitação se a Euribor ficar negativa

16 de Março, 2015 | por CFinanceiro

A prestação da sua casa está indexada à Euribor, pode estar prestes a enfrentar uma situação insólita. A Euribor taxa tem vindo a descer dia após dia e aproxima-se cada vez mais de terreno negativo. A questão que se coloca desde já é saber como fará o banco o cálculo da sua prestação se a Euribor cair efetivamente para valores abaixo de zero
A DECO considera que a eventual descida da Euribor para valores negativos deve influenciar a variação da prestação do crédito à habitação. Neste caso, a Euribor negativa deveria ser refletida na taxa dos contratos, absorvendo parte do spread até ao limite do seu valor.
Alguns bancos não concordam. O Millennium bcp e o Montepio já adicionaram aos seus preçários a indicação que, no mínimo, consideram a Euribor nula. Ou seja, não cobram menos do que o spread.
Segundo o jornal Observador, o Millennium bcp está preparado para aplicar esta regra aos créditos antigos, mesmo que os contratos não prevejam limites, de acordo com fonte oficial do banco. O Montepio não esclareceu ao Observador se poderá aplicar a regra aos contratos antigos.
Embora o ActivoBank, que pertence ao grupo do Millennium bcp, não conceda atualmente créditos à habitação, também inclui no seu preçário a indicação que, no mínimo, cobram o spread nos seus créditos indexados às Euribor.
Mesmo entre os bancos, a decisão ainda não é uniforme. A Associação Portuguesa de Bancos, que representa a indústria bancária, não opina sobre a maneira correta de calcular as prestações quando os indexantes são negativos.
José de Matos, que preside à Caixa Geral de Depósitos, mostrou-se inclinado para a regra escolhida pelo Millennium bcp e pelo Montepio durante a última apresentação de resultados do banco estatal.

Numa dívida de 100 mil euros a 20 anos, se o indexante for de -0,31% e o spread de 0,29%, o banco amortiza 1,67 euros por mês ao capital em dívida em vez do cliente.
 
O spread de 0,29% esteve em voga a partir de março de 2006, quando esteve em curso uma “guerra” na concessão de crédito à habitação. Banco BPI, Barclays e Santander Totta foram alguns dos que promoveram essa margem.
 
No segundo modelo, defendido pela Deco, a taxa de juro mínima é zero. Por isso, a prestação a pagar é equivalente aos 100 mil euros a dividir pelas 240 prestações em falta (20 anos × 12 meses). Dá 416,67 euros por mês. 

Na terceira hipótese, que é defendida por alguns bancos, os clientes pagam, no mínimo, o spread. No caso anterior, a prestação resulta em 428,92 euros
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Fontes: http://observador.pt/especiais/euribor-negativa-obanco-vai-pagar-lhe-o-seu-credito-habitacao/
http://www.deco.proteste.pt/dinheiro/credito-habitacao/noticia/credito-a-habitacao-o-que-acontece-a-prestacao-se-a-euribor-descer-mais#


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Conselhos para poupar no crédito habitação

20 de Junho, 2014 | por CFinanceiro

Conselhos para poupar no crédito habitação

Acima de tudo é preciso estar informado das condições de várias instituições financeiras. Esse é o primeiro passo para começar a poupar no crédito habitação logo desde início, o que se torna fácil se recorrer aos serviços de especialistas. 
 
  • Spread – O mais conhecido de todos, no fundo esta taxa representa a rentabilidade e o risco que o banco está a assumir ao disponibilizar o crédito. É importante ter um bom spread mas há mais factores importantes.
  • TAE – A taxa anual efectiva representa o custo total do empréstimo, pois inclui indexante (Euribor), spread e outros custos como seguros, portanto, quanto mais baixa, mais está a poupar. Embora deve ter atenção que muitas vezes pode estar a comparar coisas diferentes, basta por exemplo que a cobertura do seguro vida não seja a mesma.
  • Adesão a outros produtos – Normalmente os bancos oferecem as melhores taxas a quem adere a uma maior quantidade de produtos da instituição, nomeadamente, cartões de crédito, seguros, PPRs e outros. Tem que fazer contas e perceber se compensa usufruir das taxas baixas com todos esses encargos adicionais, ou então não aderir aos produtos e ter uma taxa mais alta. Os seguros vida do crédito normalmente é um dos produtos que compensa fazer fora do banco.  É necessário perceber de qual das formas o crédito fica mais barato
  • Amortizar – Existem duas boas alturas no ano para o fazer. Na altura dos subsídios de Natal e de férias. Isto vai permitir-lhe reduzir o prazo e os juros do empréstimo. Embora deve sempre fazer contas ao que pode rentabilizar caso invista esse dinheiro em vez de amortizar. Na nossa opinião o facto de ter liquidez também é importante, se conseguir ter melhores condições ao investir ou até iguais, não amortize.

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Compensa ter o seguro vida do crédito habitação na CGD?

17 de Outubro, 2013 | por CFinanceiro

No desenrolar do nosso estudo, com a intenção de perceber se vale a pena ou não manter os seguros de vida no Banco que lhe concedeu o crédito, resolvemos estudar uma situação na CGD.
Leia também: Compensa ter o seguro vida do crédito habitação no Banco Popular?
 
A CGD obriga os clientes a terem uma cobertura de Morte e Invalidez Total e Permanente (ITP), com taxa de cobertura de 100% para cada um dos proponentes e beneficia o cliente em 0,20% no spread por manter os seguros no banco, domiciliando também o vencimento.
Mas será que a bonificação chega para compensar o que paga a mais pelo seu seguro?
Fizemos os cálculos para um crédito de 150000€ para três prazos e idades diferentes.

Seguro vida CGD

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Calculadora de Taxa de Esforço