BPI – Poupança por Objectivos

29 de Dezembro, 2015 | por CFinanceiro

Conhece a conta poupança BPI Poupança Objectivo, agora é fácil poupar para os seus objectivos.

Personalize a sua conta definindo um nome para o seu Objectivo, como BPI Poupança Férias, BPI Poupança Educação ou BPI Poupança Obras.
Com esta conta consegue gerir com maior eficiência a sua poupança, uma vez que pode acompanhar a todo o momento o prazo e o montante que ainda faltam para cumprir o seu Objectivo.
Artigo Relacionado: 52 Semanas a Poupar com o Objectivo
É fácil, basta definir um nome, uma data e um valor para o Objectivo, depois é só iniciar a poupança.
Na conta BPI Poupança Objectivo pode optar por um de vários prazos e o facto de ser renovável ajuda-o a ajustar o prazo da poupança à data prevista para a concretização do seu objectivo.

Montantes

Mínimo de constituição: € 25
Mínimo de reforço: € 1
Mínimo de manutenção: € 25

Prazos

3, 4, 6, 8, 9, 10 e 12 meses

Remuneração

A Taxa Anual Nominal Bruta (TANB) depende do prazo escolhido. Consulte a Ficha de Informação Normalizada.

Condições de Movimentação

É possível a mobilização antecipada total ou parcial, em qualquer momento, sem penalização de juros. A mobilização está disponível no BPI Net ou num Balcão BPI.

Outras características

Renovação: Renovação automática.
Reforços: Permite efectuar reforços pontuais ou programados a qualquer momento.
Pagamento de Juros: Os juros são pagos no vencimento ou no momento da mobilização antecipada total.
Neste momento a taxa de juro é 0%, a mais valia deste produto é o facto de conseguir fazer uma poupança com reforços automáticos, poupança essa direccionada a um objectivo. E na pior das hipóteses podemos mobilizar a qualquer momento!
Se conhecer produtos de poupança semelhantes, deixe nos a sua sugestão nos comentários, aqui por baixo!
Fonte: Banco BPI


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Euribor negativa – Regulador obriga BPI a cumprir

9 de Novembro, 2015 | por CFinanceiro

Banco de Portugal força BPI a aplicar Euribor negativa

O Banco de Portugal já tinha solicitado no verão passado, ao BPI, alteração da seguinte clausula no seu preçário : “Caso a componente variável da taxa de juro (o indexante) seja inferior a zero, considera-se, para determinação da taxa nominal aplicável, que o valor daquele indexante corresponde a zero”. O banco deixou, entretanto, de conceder crédito com a taxa a três meses, primeira taxa Euribor negativa.
O Banco de Portugal defende que não deve haver um limite à média da Euribor nos contratos de crédito à habitação. O que não acontecia no preçário do BPI, onde a um indexante(Neste caso a Euribor) negativo corresponde uma taxa de zero
O Banco de Portugal, já no inicio deste ano, publicou uma carta-circular onde explica a sua posição sobre a legislação em vigor: “não podem ser introduzidos limites à variação do indexante que impeçam a plena produção dos efeitos decorrentes da aplicação” .
Os bancos podem, nos novos contratos, acautelar os efeitos dos valores negativos da Euribor, mediante a contratação de instrumentos financeiros derivados de taxa de juro. Esta opção obriga à constituição de dois contratos diferentes, pois além do contrato de crédito, os clientes devem assinar outra minuta onde declaram que abdicam da possibilidade de beneficiar de uma taxa de juro negativa, caso venha a ser essa a evolução do mercado.
O BPI já fez uma alteração a 1 de Julho. Deixou de comercializar crédito à habitação indexado à Euribor a três meses, passando a fazê-lo apenas com as taxas a seis e 12 meses. Esta é, aliás, uma tendência que tem sido seguida pelas restantes instituições financeiras para fazerem face aos valores negativos da taxa no prazo mais curto. Num conjunto de treze bancos, apenas três ainda utilizam a Euribor a três meses.
Embora  Euribor a 6 meses já tenha atingido valores negativos na sexta-feira passada, fixando-se em -0,002%.  A Euribor a 3 e 6 meses representam a quase totalidade, 93,3%, dos contratos de crédito à habitação feitos em Portugal
 


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Conselhos para poupar no crédito habitação

20 de Junho, 2014 | por CFinanceiro

Conselhos para poupar no crédito habitação

Acima de tudo é preciso estar informado das condições de várias instituições financeiras. Esse é o primeiro passo para começar a poupar no crédito habitação logo desde início, o que se torna fácil se recorrer aos serviços de especialistas. 
 
  • Spread – O mais conhecido de todos, no fundo esta taxa representa a rentabilidade e o risco que o banco está a assumir ao disponibilizar o crédito. É importante ter um bom spread mas há mais factores importantes.
  • TAE – A taxa anual efectiva representa o custo total do empréstimo, pois inclui indexante (Euribor), spread e outros custos como seguros, portanto, quanto mais baixa, mais está a poupar. Embora deve ter atenção que muitas vezes pode estar a comparar coisas diferentes, basta por exemplo que a cobertura do seguro vida não seja a mesma.
  • Adesão a outros produtos – Normalmente os bancos oferecem as melhores taxas a quem adere a uma maior quantidade de produtos da instituição, nomeadamente, cartões de crédito, seguros, PPRs e outros. Tem que fazer contas e perceber se compensa usufruir das taxas baixas com todos esses encargos adicionais, ou então não aderir aos produtos e ter uma taxa mais alta. Os seguros vida do crédito normalmente é um dos produtos que compensa fazer fora do banco.  É necessário perceber de qual das formas o crédito fica mais barato
  • Amortizar – Existem duas boas alturas no ano para o fazer. Na altura dos subsídios de Natal e de férias. Isto vai permitir-lhe reduzir o prazo e os juros do empréstimo. Embora deve sempre fazer contas ao que pode rentabilizar caso invista esse dinheiro em vez de amortizar. Na nossa opinião o facto de ter liquidez também é importante, se conseguir ter melhores condições ao investir ou até iguais, não amortize.

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Calculadora de Taxa de Esforço