Que tipo de amortização tem no seu crédito?

9 de Maio, 2016 | por Frederico Henriques

Neste artigo vamos dar relevância a uma ferramenta que é utilizada nos créditos e que tem o nome de amortização.

Por Amortização podemos considerar o seguinte: redução da dívida, ou seja, amortizar é pagar uma parte da dívida para que ela reduza de tamanho até a sua eliminação. Mas em todas as dívidas existe outra parte que se chama juros, portanto para amortizar uma dívida é necessário que o pagamento seja maior que os juros cobrados no período. Desta forma podemos concluir o seguinte:
Amortização = Pagamento – Juros
Ou seja, o valor amortizado é o que sobra do pagamento depois de retirados os juros. Por exemplo, se uma dívida inicial de 1000 acumulou 40 de juros após um mês e foi feito um pagamento de 90, então a amortização foi de 50 (= 90 – 40).
Em Portugal o sistema mais utilizado é Amortização Constante, vamos analisar os vários sistemas:
Quando estamos perante uma dívida, quer ela seja um empréstimo ou um financiamento, existem diversas formas possíveis para fazer o pagamento dessa dívida, essas formas de pagamento são também conhecidas como sistemas de amortização:
• Tabela SAC – Esta tabela também é conhecida como Sistema de Amortização Constante, ou Método Hamburguês, e é caracterizada pelos pagamentos mensais decrescentes, que traduzem uma amortização constante;
• Tabela Price – Este sistema também é chamado de Sistema de Prestações Fixas, ou Sistema Francês, e é caracterizado por pagamentos mensais iguais, que se traduz numa amortização crescente;
• Sistema Americano – É caracterizado por pagamentos mensais equivalentes aos juros, não havendo amortizações mensais e prevendo a amortização total da dívida inicial em um único pagamento ao final de um período estipulado (em meses ou anos);
• Pagamento Único – Ao final de um período estipulado, será realizado um único pagamento, correspondendo à amortização total da dívida inicial acrescida dos juros.
Os dois primeiros são os mais utilizados. Em todos os casos, o cálculo obedece aos princípios dos juros compostos (1) e os juros só incidem sobre o saldo devedor, que corresponde a:
Saldo Devedor = Dívida Inicial – Amortizações Pagas
No exemplo que foi referido na introdução, o saldo devedor passa a ser de 950 (= 1000 – 50). Mas se a taxa de juros permanecer constante, no próximo mês os juros serão apenas de 38 (= 950 * 40/1000). Se por outro lado for efectuado um novo pagamento de 90, então a amortização agora será de 52 (= 90 – 38) e o saldo devedor passará para 898 (= 950 – 52), e assim sucessivamente.
(1) – Nos juros compostos, a cada período que passa é acrescido um valor de juros proporcional ao valor já acumulado, ou seja, a taxa de juros incide sobre o valor acumulado, que aumenta a cada período. Desta forma, o valor dos juros acrescentados a cada período é sempre crescente.


Partilhe este artigo

Facebook Twitter Email LinkedIn Reddit WhatsApp Telegram

Seguro Vida – Dec. Lei nº 222/2009

20 de Abril, 2016 | por Frederico Henriques

Dec. Lei nº 222/2009

É prática recorrente no nosso país, as instituições de crédito exigirem, como condição da concessão de crédito à habitação, a contratação, em paralelo, por quem solicite este crédito, de um contrato de seguro de vida que garanta àquelas o pagamento das importâncias devidas em caso de morte e ou invalidez do devedor.
É legítima a preocupação das instituições de crédito em obter a celebração de tais seguros, que se destinam a assegurar o pagamento do seu crédito em circunstâncias extremas, de grave infortúnio e de pôr em causa a capacidade do pagamento das mesmas pelas famílias atingidas.
Torna-se, então, necessário assegurar que as instituições de crédito não imponham aos seus clientes contratos de seguros de vida associados ao crédito à habitação de condições que vão além do que justificaria o pagamento do crédito hipotecário concedido, isto é o seguro de vida ter uma cobertura ITP ou IAD.
O regime consagrado no Dec. Lei nº 222/2009 não prejudica a liberdade das instituições de crédito e das empresas de seguros.de proporem ao consumidor a celebração de outros contratos e a liberdade do consumidor de optar por soluções distintas das consagradas no presente decreto-lei, e susceptíveis de proteger as famílias contra infortúnios para além da cobertura mínima objecto do presente decreto-lei.
Foram ouvidos o Banco de Portugal e o Instituto de Seguros de Portugal.
Foi promovida a consulta ao Conselho Nacional do Consumo. Foram ouvidos, a título facultativo, a União Geral de Consumidores, a Associação Portuguesa de Consumidores dos Media, a Federação Nacional das Cooperativas de Consumidores, a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional e a Associação Portuguesa de Bancos.
Assim:
Nos termos da alínea a) do nº 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:
Artigo 1.º
Objecto
O presente decreto-lei estabelece medidas de protecção do consumidor na celebração de contratos de seguro de vida associados ao crédito à habitação.
Artigo 2.º
Âmbito de aplicação e objectivos
1 – O presente decreto-lei aplica-se aos contratos de seguro de vida cuja contratação tenha por objectivo o reforço de garantia dos contratos de crédito à habitação, quer resultem de uma imposição das instituições de crédito como condição necessária à celebração destes últimos contratos quer resultem de uma opção do consumidor.
2 – O presente decreto-lei tem como objectivo estabelecer medidas que visam proteger o consumidor de crédito à habitação na sua relação com a instituição de crédito e com a empresa de seguros, assegurando uma maior transparência no processo de formação desses contratos, uma maior adequação dos mesmos à finalidade de garantia do empréstimo e o reforço da informação ao consumidor.
Artigo 3.º
União de contratos
1 – Sem prejuízo do disposto no artigo 4.º do Decreto-Lei nº 171/2008, de 26 de Agosto, e na alínea d) do nº 3 do artigo 4.º do presente decreto-lei, sempre que exista uma união entre o contrato de seguro de vida e o contrato de crédito à habitação, a validade e a eficácia daquele contrato depende da validade e eficácia deste.
2 – Considera-se que existe união de contratos se ambos os contratos constituírem objectivamente uma unidade económica, designadamente se o contrato de seguro de vida for proposto pela instituição de crédito ou, no caso de o contrato de seguro de vida ser proposto por terceiro, se a seguradora tiver recorrido à instituição de crédito para preparar ou celebrar o contrato de seguro de vida ou se o contrato de seguro de vida estiver expressamente mencionado no contrato de concessão de crédito à habitação ou, ainda, se a instituição de crédito fizer depender a celebração do contrato de crédito à habitação da celebração de um contrato de seguro de vida.
3 – O disposto no presente artigo não prejudica a possibilidade de o tomador do seguro optar por um contrato de seguro com cobertura de dano morte superveniente
à cessação do contrato de crédito, em benefício de pessoa distinta do credor hipotecário, nem a possibilidade de o prazo do contrato de seguro ser inferior ao do contrato de crédito.
Artigo 4.º
Deveres de informação
1 – Aos deveres de informação a que está obrigada a empresa de seguros, nessa qualidade, e a instituição de crédito, nessa qualidade e ainda nas de mediador de seguros e de tomador de um seguro de grupo, estabelecidos no Decreto-Lei nº 144/2006, de 31 de Julho, e no regime jurídico do contrato de seguro, aprovado pelo Decreto-Lei nº 72/2008, de 16 de Abril, acrescem os deveres de informação específicos enunciados nos números seguintes.
2 – Cabe à instituição de crédito que se disponha a conceder crédito à habitação prestar aos interessados, na fase pré-contratual, todos os esclarecimentos exigíveis e os por estes solicitados sobre o contrato de seguro de vida cuja celebração lhes proponha ou aconselhe, nomeadamente a informação relativa às exclusões do contrato de seguro, com relevo para as doenças e patologias pré-existentes, à existência de períodos de carência, às consequências e implicações jurídicas da existência destas duas condições contratuais, às regras inerentes ao pagamento dos prémios de seguro e à obrigatoriedade de vinculação contratual à anuidade do contrato, salvo justa causa, nos termos do regime jurídico do contrato de seguro.
3 – Sempre que a celebração do contrato de crédito à habitação se encontre subordinada à condição de contratação de um seguro de vida, a instituição de crédito deve, na fase pré-contratual:
1. a) Declarar que a celebração do contrato de crédito à habitação se encontra subordinada à condição de contratação de um seguro de vida;
2. b) Esclarecer que, em caso de sinistro que se encontre abrangido pela cobertura da apólice de seguro contratada, o capital seguro é pago à instituição de crédito para antecipação total ou parcial da amortização do empréstimo;
3. c) Fornecer uma descrição das coberturas e demais requisitos mínimos a que um seguro de vida deve obedecer, de modo a ser aceite pela instituição de crédito;
4. d) Declarar que os interessados têm o direito de optar pela contratação de seguro de vida junto da empresa de seguros da sua preferência, ou de dar em garantia um ou mais seguros de vida de que já sejam titulares, desde que respeitem os requisitos mínimos a que se refere a alínea anterior;
5. e) Informar os interessados sobre o direito de, na vigência dos contratos, transferirem o empréstimo para outra instituição de crédito usando como garantia o mesmo contrato de seguro de vida, de acordo com o disposto no artigo 4.º do Decreto-Lei nº 171/2008, de 26 de Agosto, ou de celebrarem novo contrato de seguro de vida em substituição do primeiro em garantia do mesmo crédito à habitação, e
6. f) Incluir o valor dos prémios de seguro que propõe na simulação dos custos associados à subscrição do crédito à habitação, considerando-os no cálculo da respectiva taxa anual efectiva.
4 – Havendo celebração do contrato de seguro, as instituições de crédito devem incluir o valor dos prémios de seguro entre os custos associados ao crédito à habitação, considerando-os no cálculo da respectiva taxa anual efectiva.
5 – Sem prejuízo de outras obrigações aplicáveis ou a fixar pelo regulador sectorial, quando os mutuários optem pela contratação do seguro proposto pela instituição de crédito, esta deve, na fase pré-contratual, fornecer uma cópia do contrato de seguro de vida e indicar ainda:
1. a) A identificação da seguradora;
2. b) A identificação e designação comercial do produto;
3. c) A forma de actualização do contrato;
4. d) O valor global do prémio e a periodicidade de pagamento do prémio;
5. e) Outros custos de contratação, designadamente custos administrativos.
6 – O conteúdo integral do contrato de seguro de vida, ou, no caso dos seguros de grupo, a informação prevista no artigo 78.º do regime jurídico do contrato de seguro, deve constar de documento entregue juntamente com o contrato de crédito à habitação aos mutuários que optem pela contratação do seguro apresentado pela instituição de crédito, resultando clara a ligação entre ambos os contratos.
7 – Os requisitos de informação estabelecidos no presente artigo devem constar da ficha normalizada de informação para o crédito à habitação ou em documento autónomo.
8 – Incumbe à instituição de crédito a prova do cumprimento do disposto nos números anteriores.
Artigo 5.º
Conteúdo mínimo das propostas de contrato de seguro de vida associadas ao crédito à habitação
1 – Quando a oferta do crédito à habitação se encontre subordinada à condição de contratação de um seguro de vida ou quando pretenda propor aos interessados a contratação, ainda que facultativa, de um seguro de vida, deve a instituição de crédito propor a contratação de um seguro de vida com o conteúdo mínimo estabelecido nos números seguintes.
2 – O contrato de seguro de vida a que se refere o número anterior não pode produzir efeitos em data anterior ao início de produção de efeitos do contrato de crédito à habitação e, salvo em caso de sinistro, cessa os seus efeitos na data de cessação do contrato de crédito à habitação, quer esta ocorra na data prevista quer resulte de amortização antecipada do empréstimo, sendo proibidas as cláusulas de penalização por resolução antecipada do contrato de seguro de vida em situações de amortização antecipada do contrato de crédito.
3 – O disposto no número anterior não se aplica em caso de cessação do contrato de crédito à habitação por mudança do regime de crédito ou por transferência do empréstimo para outra instituição de crédito, havendo declaração expressa do mutuário de que pretende usar o mesmo seguro de vida como garantia das obrigações para si decorrentes do novo contrato de crédito à habitação, conforme o disposto no artigo 4.º do regime jurídico do contrato de seguro.
4 – O contrato de seguro de vida tem um capital seguro igual ao capital em dívida ao abrigo do contrato de crédito à habitação, ao longo de toda a sua vigência.
5 – Em caso de pluralidade de mutuários, o contrato de seguro de vida pode determinar a antecipação total da amortização do empréstimo na eventualidade de morte ou invalidez de um deles ou a amortização antecipada da percentagem do
montante em dívida por sinistro a acordar livremente pelas partes para cada um dos mutuários em caso de morte ou invalidez de qualquer deles.
6 – Na situação referida no número anterior, está vedado à instituição de crédito e à seguradora exigir a celebração de um contrato de seguro de vida por cada um dos mutuários, excepto na parte em que aqueles contratos não desonerem por inteiro os segurados da dívida do contrato de crédito.
Artigo 6.º
Celebração e regime de outros contratos de seguro de vida
1 – O disposto no artigo anterior não prejudica a faculdade de a instituição de crédito propor quaisquer outros contratos de seguro de vida ao mutuário de crédito à habitação, aos quais é aplicável o previsto nos números seguintes.
2 – A opção do mutuário pela contratação de quaisquer outros contratos de seguro de vida, a que se refere o número anterior, em detrimento ou em acréscimo do subordinado ao regime constante do artigo anterior, deve constar de declaração assinada pelo mutuário.
3 – A opção do mutuário pela contratação de um seguro em que não haja identidade entre o capital seguro e o montante em dívida ao abrigo do contrato de crédito à habitação obriga à estipulação, no contrato de seguro, de um regime de determinação dos beneficiários subsidiários, no caso de o montante do capital seguro ser superior ao do capital mutuado.
Artigo 7.º
Alteração do montante em dívida
1 – A instituição de crédito deve informar a empresa de seguros em tempo útil acerca da evolução do montante em dívida ao abrigo do contrato de crédito à habitação, devendo a empresa de seguros proceder de imediato à correspondente actualização do capital seguro, com efeitos reportados à data de cada alteração do montante em dívida ao abrigo do contrato de crédito à habitação, creditando ou restituindo ao segurado as quantias entretanto pagas no âmbito do contrato de seguro.
2 – O disposto no número anterior aplica-se quer o contrato de seguro tenha sido celebrado através da instituição de crédito quer tenha sido celebrado com uma companhia de seguros escolhida pelo consumidor.
3 – As seguradoras devem comunicar às instituições de crédito as alterações realizadas pelo consumidor aos contratos de seguro de vida utilizados como garantia do crédito à habitação.
Artigo 8.º
Cálculo dos prémios
1 – Os prémios do seguro são adequados e proporcionados aos riscos a cobrir e calculados no respeito dos princípios da técnica seguradora, tomando em consideração a evolução do capital seguro.
2 – A empresa de seguros deve fazer reflectir no cálculo dos prémios todas as actualizações ao capital seguro, com efeitos reportados à data de cada uma das actualizações do capital.
Artigo 9.º
Incumprimento
1 – O incumprimento dos deveres de informação e de esclarecimento da instituição de crédito estabelecidos no presente decreto-lei faz incorrer a instituição em responsabilidade civil, nos termos gerais.
2 – O incumprimento do dever de propor o seguro de vida com o conteúdo mínimo estabelecido no presente decreto-lei torna inoponíveis ao mutuário, pela instituição de crédito ou pela empresa de seguros com quem aquele haja contratado o seguro de vida associado ao crédito à habitação, quaisquer cláusulas contratuais incompatíveis com aquele conteúdo mínimo.
3 – O incumprimento do dever de fazer reflectir no cálculo dos prémios todas as actualizações ao capital seguro, com efeitos reportados à data de cada uma das actualizações do capital seguro, por motivo imputável à empresa de seguros, faz incorrer esta empresa em responsabilidade civil, nos termos gerais, e confere ao mutuário os direitos de, a qualquer momento, exigir a sua correcção e de resolver o contrato de seguro, caso se trate de seguro individual, ou do vínculo resultante da sua adesão a um contrato de seguro de grupo.
4 – Quando o incumprimento previsto no número anterior for imputável à instituição de crédito é aplicável o previsto no nº 1.
5 – O disposto nos números anteriores não prejudica a aplicação dos regimes sancionatórios aplicáveis às empresas de seguros, nessa qualidade, e às instituições de crédito, nessa qualidade e na de mediador de seguros.
Artigo 10.º
Alteração ao Decreto-Lei nº 349/98, de 11 de Novembro
O artigo 23.º do Decreto-Lei nº 349/98, de 11 de Novembro, alterado pelos Decretos-Leis nºs 137-B/99, de 22 de Abril, 320/2000, de 15 de Dezembro, 231/2002, de 2 de Novembro, 305/2003, de 9 de Dezembro, e 107/2007, de 10 de Abril, e pela Lei nº 60-A/2005, de 30 de Dezembro, passa a ter a seguinte redacção:
«Artigo 23.º
[…]
1 – …
2 – Em reforço da garantia prevista no número anterior, pode ser constituído seguro de vida do mutuário e cônjuge ou outras garantias consideradas adequadas ao risco do empréstimo pela instituição de crédito mutuante.
3 – …
4 – …»
Artigo 11.º
Sanções
Sem prejuízo do disposto no artigo 9.º, ao incumprimento das obrigações das instituições de crédito e das empresas de seguros previstas no presente decreto-lei aplica-se o regime sancionatório previsto, respectivamente, no Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras e no Decreto-Lei nº 94-B/98, de 17 de Abril.
Artigo 12.º
Entrada em vigor
O presente decreto-lei entra em vigor 90 dias após a data da sua publicação.
Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 25 de Junho de 2009. – José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa – Fernando Teixeira dos Santos – Alberto Bernardes Costa – Manuel António Gomes de Almeida de Pinho.
Promulgado em 31 de Agosto de 2009.
Publique-se.
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.
Referendado em 1 de Setembro de 2009.
O Primeiro-Ministro, José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa.
Rectificado pela Declaração de Rectificação nº 77/2009, de 12-10, in DR, 1 Série, nº 200, de 10-10-2009.


Partilhe este artigo

Facebook Twitter Email LinkedIn Reddit WhatsApp Telegram

7 Dicas para Poupar nos Seguros

20 de Novembro, 2015 | por Frederico Henriques

Poupar nos seguros é possível, mesmo que sejam apenas alguns euros mensalmente.

Hoje em dia uma das palavras que mais anda na cabeça das pessoas, é a palavra poupança. Poupar nos seguros é uma das várias formas de reduzir o orçamento mensal.
Os seguros são hoje em dia um produto, obrigatório, em algumas situações.
Qualquer família tem hoje em dia um seguro Automóvel, de vida, para a casa e de saúde.
Devemos ter em atenção as nossas necessidades, para não termos custos desnecessários.
Se, por um lado, é inevitável ter um seguro automóvel caso tenha carro, por outro, num seguro de saúde, pode estar a pagar por coberturas desadequadas às suas necessidades e desta forma estarmos a meter dinheiro pela janela fora.
Ficam aqui algumas dicas para conseguir poupar nos seguros o máximo possível.
 
1. Avaliar as necessidades – Tal como já foi referido, este é o primeiro passo. Deve efectivamente avaliar o que pretende em termos de coberturas e depois contratar de acordo com as necessidades identificadas. Imaginando o seguro de vida associado ao crédito à habitação: se o seu objectivo é apenas garantir que a casa fique paga numa situação de morte ou invalidez, optar pela actualização do prémio ao capital em dívida pode ser mais vantajoso. Isto porque o prémio do seguro vai descendo à medida que vai pagando o empréstimo.
 
2. Cartões de crédito com seguro – A maioria dos cartões de crédito têm benefícios associados à sua utilização, entre os quais está a possibilidade de ficar coberto por um seguro de viagem caso pague a sua viagem com o cartão de crédito ou mesmo caso faça uma compra na internet e seja burlado, o seguro do cartão devolve lhe a totalidade ou pelo menos parte do dinheiro. Deve apenas ter atenção às coberturas e verificar se são suficientes para si e assim poupar nos seguros de viagem.
 
3. Mediadores – Procurar um mediador também lhe pode permitir poupar nos seguros. Por norma, consegue preços mais competitivos em relação ao balcão.Tem ainda a vantagem de estar a falar com um especialista que apenas lhe vai indicar as coberturas efectivamente necessárias, e desta forma não está a perder dinheiro com coberturas que não se adequam a si.
 
4. Atenção à duplicação – Muitas vezes, sem saber, há pessoas que têm mais do que um seguro com as mesmas coberturas. Acaba por estar a pagar duas vezes sem necessidade, uma vez que as indemnizações não acumulam e assim está a pagar duas vezes e só vai receber uma vez.
 
5. Consolidação – Muitas seguradoras oferecem descontos caso compre um pacote de produtos. Ter o seguro de vida, carro, saúde ou casa contratados na mesma seguradora pode ficar bem mais barato do que ter espalhado por várias companhias. Analise bem esta situação e veja se ao ter todos os seus seguros na mesma companhia não vai poupar alguns euros
 
6. Low Cost – As seguradoras ‘online’ ou por ‘telefone’ apresentam, por norma, preços mais competitivos dos que as companhias tradicionais. São estruturas empresariais mais leves e desta forma conseguem oferecer preços mais baixos. Tenha atenção às coberturas.
 
7. Promoções – Aproveite as campanhas de desconto de algumas seguradoras. Por vezes, as poupanças face aos preços normais são consideráveis. Pode ainda obter descontos por ser sócio de algum clube, ou ter algum cartão de descontos.Pode ainda verificar se existe alguma parceria com ou algum protocolo da sua empresa com seguradoras que lhe permitirá reduzir o custo dos seus seguros.


Partilhe este artigo

Facebook Twitter Email LinkedIn Reddit WhatsApp Telegram

Quer comprar casa? Fique a saber o que deve fazer antes de pedir dinheiro ao banco

3 de Novembro, 2015 | por Frederico Henriques

Um dos sonhos da maioria dos casais hoje em dia é casar e poder comprar casa. Mas existam ainda muitas dúvidas no que concerne ao crédito habitação e a tudo o que o rodeia.

Vamos dissipar algumas dúvidas:
Uma das primeiras coisas a fazer deve ser pesquisar atentamente o mercado e verificar as ofertas existentes no mesmo.
Deve se ainda comparar as condições no que respeita a os encargos e negociar a fundo todas as condições bancárias.
Deve conhecer bem o que são os diferentes produtos relacionados com o crédito à habitação e as principais características de cada um deles, como taxa anual efetiva (TAE), spread e despesas de processo.
Devem ser testados e simulados vários cenários e apontar sempre para os cenários pessimistas, pois assim já estão a contar com o pior que pode acontecer em termos de encargos. Se mesmo assim os encargos forem elevados experimenta alargar o prazo, pois assim consegues obter uma prestação mais baixa. Estas informações são actualizadas mensalmente.
Outro factor a ter em conta e que pode ser um factor determinante nas simulações tem a haver com a Euribor que pode ser simulada a 3, 6 e 12 meses. Para começo das negociações com o banco, podem sempre utilizar a proposta mais favorável.
Existem ainda outros mecanismos que podem tornar a prestação mais favorável, tais como domiciliar o ordenado e pagamentos de serviços ou contratar um cartão de crédito, mas deves sempre verificar se estes produtos a longo prazo vão trazer prejuízos para o teu empréstimo.
Compare, também, a TAE, com todos os encargos. Quanto menor for, mais barato fica o crédito. Neste caso, compara a TAER (taxa anual efetiva revista) com a TAE: se a primeira for inferior, compensa. Embora tenha atenção ás condições dos produtos que contribui para a TAER. Acontece muitas vezes o seguro vida ter coberturas diferentes nos variados bancos. Logo se a cobertura é mais baixa, o preço também é, mas estamos a comparar coisas diferentes. Nestas situações peça as simulações com as mesmas coberturas!
Depois de analisares todos estes factores, vai negociar com vários bancos e vê qual te dá as melhores condições.
Relacionado: CRÉDITO HABITAÇÃO – UMA EQUIPA DE PROFISSIONAIS A TRABALHAR PARA SI!


Partilhe este artigo

Facebook Twitter Email LinkedIn Reddit WhatsApp Telegram

5 Sugestões que vão mudar a forma como usa o Facebook

3 de Novembro, 2015 | por Frederico Henriques

5 dicas de facebook

Como usa o Facebook? 1.490 Milhão de pessoas, segundo o Facebook, era este o número de utilizadores activos da rede social em todo o mundo no final do mês de Junho. São utilizadores que interagiram pelo menos uma vez no último mês com a rede social que apesar de ser a mais popular em todo o mundo, também o é em Portugal.

Apesar desta popularidade, existem muitas funcionalidades que as pessoas não conhecem e que podem tornar a utilização do Facebook mais útil e mais segura e ainda mais prática. Vejamos alguns exemplos:

  1. Não deixe que os outros vejam que já leu uma mensagem

O serviço de chat do Facebook é muito usado não só nos computadores mas, também, nos smartphones. Mas existem utilizadores, que não gostam deste serviço por não ser possível desactivar os recibos de leitura para as mensagens recebidas. Se, por alguma razão, não quisermos mostrar que já lemos a mensagem, essa é uma funcionalidade que não é admitida pelo serviço. Mas é possível fazê-lo, por outras formas, na versão do Facebook para computador. Basta instalar uma extensão para o seu navegador de internet (browser), que funciona como um pequeno programa que funciona em cima do browser e que vai dificultar a sua navegação. Se o seu browser for o Google Chrome, experimente o Facebook Chat Privacy. Apenas tem de procurar na Chrome Web Store e fazer o download. Nós já testámos, com sucesso,  mas recomendamos que teste a extensão com alguém de confiança para compreender exactamente como funciona e não lhe sair o tiro pela culatra. Se por outro lado, usar o Mozilla Firefox ou o Internet Explorer, recomendamos a extensão Chat Undetected, produzido pela Crossrider.

  1. Não quer que vejam quem são os seus amigos?

Nas redes sociais, é muito importante ter uma noção exacta de como o seu perfil aparece no ecrã dos outros utilizadores. Uma das técnicas mais recomendadas pelos especialistas em segurança online é que limite a si próprio (ou, pelo menos, aos seus amigos) o acesso à sua lista de amigos.   É fácil. Vá até ao seu mural clique em Amigos. Depois, clique no canto superior direito no ícone do lápis. Vai-lhe aparecer um menu de opções onde aparece Editar privacidade.  Se clicar aí, vai-lhe aparecer este ecrã:

  1. Evite gastar dados móveis do seu  plano com vídeos automáticos

O Facebook passou há vários meses a iniciar automaticamente a visualização de vídeos quando estes aparecem no ecrã, o que pode ser um problema para quem tem plafonds de internet mais limitados. No entanto, existe, uma funcionalidade inteligente na qual deverá verificar se está com a configuração certa para as suas necessidades.   No fundo da aplicação, no seu telemóvel, clique em Mais e, depois, nas Definições de conta.  Uma das opções que vai encontrar é Vídeos e fotos, que permite aceder á configuração desta funcionalidade. Aqui poderá certificar-se que a reprodução automática só é iniciada quando o smartphone ou tablet está ligado a uma uma rede wi-fi sem limitações de tráfego.

  1. Aplique filtros directamente sobre a foto que vai partilhar 

Sabia que quando está prestes a publicar uma fotografia tirada com o seu smartphone pode antes, aplicar um dos vários filtros disponíveis na app do Facebook? Esta funcionalidade está disponível há alguns meses mas muitas pessoas ainda não se aperceberam que, ao deslizar o dedo para a esquerda ou para a direita, em cima da fotografia acabada de tirar, será aplicado um filtro capaz de tornar a fotografia ainda mais original. Para já, não são muitos os filtros disponíveis, mas tem a oportunidade de dar um ar Vintage às suas fotografias, assim como aplicar um filtro relativo a cada uma das estações do ano. Experimente.

  1. Desabafe, sem que o patrão leia

Permita se ter uma publicação no Facebook, sem que o seu chefe tenha conhecimento do mesmo. No início da rede social esta funcionalidade não era permitida, mas o Facebook passou a permitir que uma publicação seja tornada pública excluindo uma pessoa ou um pequeno grupo de pessoas.   Antes de Publicar,  clique no botão à esquerda, onde deverá aparecer Público e abra as definições avançadas. Nesse local, vai encontrar a opção Personalizado, que lhe vai abrir uma janela onde poderá especificar as pessoas que não quer que vejam a nova entrada. O processo é muito simples.


Partilhe este artigo

Facebook Twitter Email LinkedIn Reddit WhatsApp Telegram

219 Visualizações

Saiba como impedir que as empresas o espiem no Facebook

31 de Outubro, 2015 | por Frederico Henriques

Saiba como impedir que as empresas o espiem no Facebook.  Se é um utilizador assíduo do Facebook, saiba que está a dar toneladas de informações ás empresas que fazem publicidade no facebook.
Basta, por exemplo, instalar uma aplicação ou fazer o registo no site de uma empresa enquanto tem o Facebook ligado e as empresas têm acesso ao seu perfil da rede social.  
Existem contudo maneiras de evitar a partilha de informações que o utilizador  prefere manter privadas.
A Business Insider sugere duas opções para manter essa informação privada: Pode optar por ficar de fora da pesquisa que os anunciantes fazem, ou então por outro lado, editar a lista de aplicações que têm acesso à sua conta de Facebook.
Para impedir a pesquisa das empresas que fazem publicidade no Facebook, vá a Definições, no canto superior direito da página de Facebook, de seguida clique em  Anúncios, na barra esquerda da página das definições. Depois, clique em editar, e altere quem pode ver a sua informação para “Ninguém” em Sites de Terceiros e em Anúncios e Amigos. Ainda dentro das Definições, e também na barra esquerda, pode aceder a Aplicações. Nesse separador o utilizador pode ver a lista de empresas, cujas aplicações tem instaladas dentro da sua conta de Facebook, que seguem a sua actividade e que têm acesso à sua conta. Pode eliminar todas essas permissões, passando o rato por cima da imagem da aplicação e depois de ter o rato em cima da imagem clicar na cruz que vai surgir.
Desta forma remove a aplicação e impede a mesma de ter acesso a informações sobre a sua conta.


Partilhe este artigo

Facebook Twitter Email LinkedIn Reddit WhatsApp Telegram

Reabilitação urbana dá isenção do IMI: Saiba como obtê-la

20 de Outubro, 2015 | por Frederico Henriques

Se vai reabilitar uma casa, saiba que pode ter direito a isenção de IMI. Descubra como funciona e como é que pode pedir este benefício.     Nos dias de hoje cada vez se fala mais em Reabilitação Urbana, como uma das formas de ter uma casa antiga mas ao mesmo tempo moderna e confortável. No seguimento desta ideia, o Governo alargou o programa “Reabilitar para Arrendar” – Habitação Acessível aos particulares e anunciou o Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas (IFRRU 2020), no âmbito do Portugal 2020. Estes financiamentos dirigem-se em especial à administração pública, às empresas e à habitação particular. A reabilitação urbana ganhou também alguns benefícios fiscais, entre os quais a isenção do IMI. Esta isenção pode ser aplicada em dois casos, mas que não podem ser acumulados, pelo que se deverá escolher aquele que for mais favorável. Para uma melhor compreensão dos mesmos vejamos o seguinte ofício para poder escolher o que melhor se adequa á sua situação.

  1. Isenção do IMI por três anos

De acordo com nº 1 do artigo 45º do EBF ficam isentos de IMI os prédios urbanos objecto de reabilitação urbanística, pelo período de três anos, a contar do ano da emissão da respectiva licença camarária. “Esta isenção fica dependente de reconhecimento após a conclusão das obras de reabilitação e da sua certificação urbanística e energética”, pode ler-se no comunicado das Finanças. Quer dizer que apesar de o prazo de isenção começar no ano em que for emitida a licença de construção, só terá lugar depois, quando a autarquia tiver vistoriado as obras e emitido a respectiva certificação urbanística e energética. Uma vez tendo cumprido este pressuposto, a câmara municipal tem 30 dias para comunicar ao serviço de Finanças da área o reconhecimento da isenção. As Finanças têm 15 dias para anular as liquidações de IMI e a restituir o imposto que já foi pago.

  1. Isenção de IMI por cinco anos

O nº 7 do artigo 71º do EBF também prevê a isenção do IMI aos prédios que se incluam dentro das áreas de reabilitação urbana, mas cujas obras já tenham terminado. Ou seja, a isenção tem início no ano em que se concluem as obras e depende de deliberação da Assembleia Municipal. Esta isenção tem uma duração de cinco anos, a contar do ano em que se conclui as obras de reabilitação, mas pode ser renovada por um período adicional de cinco anos.
Área de reabilitação Urbana Cabe à assembleia municipal delimitar as áreas de reabilitação urbana (ARU). A aprovação de uma ARU atribui à zona um conjunto de benefícios fiscais associados aos impostos municipais sobre o património, o IMI e o imposto municipal sobre as transmissões onerosas de imóveis (IMT). Saiba mais sobre áreas de reabilitação urbana no site do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana.
Posso acumular os dois benefícios? Estes dois benefícios não podem ser acumulados. O nº 7 do artigo 45º do EBF é bastante claro: “O regime previsto no presente artigo não é cumulativo com outros benefícios fiscais de idêntica natureza, não prejudicando, porém, a opção por outro mais favorável”.  A AT vem enfatizar, no ofício circulado, este ponto, esclarecendo que “embora operem em momentos diferentes, porque visam criar incentivos à reabilitação urbana, têm natureza idêntica, não sendo por isso cumulativos”.
E se vender o imóvel? O comunicado da AT vem ainda esclarecer outra dúvida: Se vender o imóvel, a isenção mantém-se. As isenções “são concedidas em relação aos prédios, independentemente da qualidade dos seus titulares”, pode ler-se no documento. “Na apreciação dos respectivos pressupostos, é irrelevante uma eventual alteração da titularidade dos prédios”, conclui o esclarecimento. Isto quer dizer o seguinte, este benefício é concedido ao imóvel em si e não ao seu proprietário, significa que se vender o imóvel o novo proprietário pode usufruir da mesma isenção.


Partilhe este artigo

Facebook Twitter Email LinkedIn Reddit WhatsApp Telegram

6 Dicas para Melhorar as suas Finanças

17 de Outubro, 2015 | por Frederico Henriques

Como Melhorar as suas Finanças
Com todas as mudanças que existem no quotidiano dos cidadãos nos dias que correm, todos temos noção que o dinheiro que ganhamos por vezes fica curto e não dá para fazer face a todas as despesas durante o mês, Desta forma deixamos aqui algumas sugestões para melhorar as suas finanças pessoais.
Abrir uma conta base Todos sabemos que os bancos cobram comissões de manutenção de conta e outras despesas. Se é daqueles clientes que faz poucas operações bancárias pode abrir uma conta base. Uma conta base  disponibiliza serviços básicos aos particulares a um preço reduzido.
Preparar refeições De manhã a preguiça costuma ser grande, mas se experimentar fazer o seu próprio café e o pequeno-almoço consegue poupar mais do que imagina. Dá mais trabalho do que ir tomar o pequeno-almoço á pastelaria,  mas consegue poupar cerca de 1200 euros por ano. De início custa mas só lhe retira cinco minutos por dia.
Rever assinaturas Utiliza mesmo todas as suas subscrições, que durante os anos foi subscrevendo? Tire uns minutos para cancelar as assinaturas que já não utiliza, desde revistas a clubes e o ginásio. Pode parecer pouco, mas se poupar 25 euros por mês tem 300 euros ao fim do ano para gastar como bem lhe apetecer.

Leia Também: 5 dicas de como gerir o seu dinheiro

Consultar contas Uma boa maneira de conseguir poupar alguns euros, é consultando as suas contas. Entre no site do seu banco e verifique os movimentos que está a efectuar, vais ficar surpreendido com a quantidade de movimentos desnecessários que realiza, e que só fazem com que a sua conta fique cada vez com menos euros. Procure também conhecer os seus produtos financeiros. Se preferir aconselhamento pessoal dirija-se ao banco mais próximo quanto tiver alguns minutos para gastar, como na hora de almoço.
Investigar Outra das melhores formas de nos mantermos atentos e de sabermos mais é melhorando os nossos conhecimentos financeiros. Acompanhe a secção económica do jornal. Investigue sobre investimentos na internet. Leia livros com dicas sobre os investimentos onde tem interesse. Assim conseguirá melhorar os ganhos dos seus investimentos. Experimente descobrir mais informação sobre termos como:

  • Como comprar acções
  • Como investir na dívida pública portuguesa
  • Como investir em imóveis

Direccionar ganhos Outro dos truques para conseguir poupar é planear. Faça um orçamento com os seus ganhos e despesas. Analise onde pode começar a cortar e a poupar mais todos os meses. Atribua uma percentagem dos seus ganhos para os seus gastos, como por exemplo:

  • Prestações – 30%
  • Poupança – 10%
  • Reforma – 10%
  • Despesas familiares – 30%
  • Despesas pessoais – 15%
  • Investimentos – 5%

Utilizando estas dicas vai conseguir fazer uma poupança significativa e vai evitar fazer aqueles gastos supérfluos e desnecessários que no fim contribuem para a sua carteira ficar cada vez mais vazia.
Esperamos que o artigo “6 Dicas para Melhorar as suas Finanças” lhe seja útil, deixe o seu comentário se tiver alguma dúvida ou sugestão.
Quer receber 3 Dicas de poupança todas as semanas? Subscreva já a nossa Newsletter para receber as dicas de poupança no seu email!


Partilhe este artigo

Facebook Twitter Email LinkedIn Reddit WhatsApp Telegram

4 Dicas para ter Sucesso numa Candidatura de Emprego

23 de Setembro, 2015 | por Frederico Henriques

Como Subir Patamares numa Candidatura de Emprego:

Como todos sabemos nos dias de hoje cada vez é mais difícil obter um emprego, desta forma deixamos aqui 4 dicas que o podem ajudar a subir alguns patamares numa candidatura de emprego, e que podem melhorar as suas hipóteses de vir a ser contratado.
 Agradeça
Não se esqueça de no final da Entrevista agradecer ao entrevistados, por lhe ter concedido esta oportunidade. Muitos candidatos não o fazem, e estão logo a perder pontos neste pormenor.
Cartão de visita
Tenha consigo um cartão de visita e faça questão de o entregar ao entrevistador no final da entrevista. Ter um cartão de visita onde descreve o seu cargo e a sua actividade é importante para manter canais de comunicação e ao mesmo tempo alargar os seus contactos
 Formação
Enquanto espera por uma resposta à entrevista de emprego existem certas actividades que pode e deve exercer. Pode sempre realizar cursos que promovam a sua aprendizagem e que aumentem os seus conhecimentos. Desta fora não está parado e ao mesmo tempo está a desenvolver as suas capacidades e a adquirir novos conhecimentos que o vão ajudar no futuro.
Redes sociais
Tenha atenção á rede social LinkedIn. Esta é uma das melhores redes sociais a nível de trabalho. Caso não possua um perfil nesta rede social, crie um.
Depois de estar registado, pode procurar as empresas que estão a contratar no LinkedIn e envie convites aos mesmos, desde que respeite as suas regras de etiqueta.
Tenha o seu perfil actualizado e com informações credíveis e verdadeiras, este passo pode vir a revelar-se uma grande ajuda.
 
 


Partilhe este artigo

Facebook Twitter Email LinkedIn Reddit WhatsApp Telegram

Subsídio de Renda: Quem tem Direito

12 de Setembro, 2015 | por Frederico Henriques

Subsídio de Renda: Quem tem Direito?  
Como temos vindo a saber pelas notícias que nos chegam todos os dias, cada vez mais pessoas têm dificuldade em conseguir pagar as rendas e as contas das suas casas. Para contrariar esta situação existe um subsídio de renda de casa para inquilinos idosos e para outras pessoas que respondam a determinados requisitos.
O que é?
Este subsídio de renda tem por base uma ajuda financeira destinada a proteger e ajudar os inquilinos economicamente desfavorecidos, com especial atenção aos mais idosos, cujas rendas de casa sofreram um aumento como o Novo Regime de Arrendamento Urbano (NRAU).  
Como Aceder a Este Subsídio?
Se formos consultar o guia da Segurança Social ficamos a perceber que os inquilinos que têm possibilidade acesso a este subsídio de renda são os inquilinos que preencham os seguintes requisitos:

  • Inquilinos que possuírem um contrato de arrendamento para Habitação Própria Permanente anterior a 18 de Novembro de 1990 e a Actualização da Renda tenha ocorrido até 12 de Novembro de 2012.
  • Inquilinos cujos senhorios queiram actualizar a renda (de acordo com o previsto no Novo Regime de Arrendamento Urbano).
  • Inquilinos com menos de 65 anos e cujo agregado familiar no ano anterior apresente um Rendimento Anual Bruto Corrigido (RABC) inferior a 3 x Retribuição Mínima Mensal Garantida (RMMG) x 14 (21.210€), ou com 65 anos ou mais e cujo agregado familiar apresente no ano anterior um Rendimento Bruto Anual Corrigido (RABC) inferior a 5 x RMMG x 14 (35.350€).

Quais os inquilinos que não tem direito a este subsídio?
Os inquilinos que não têm acesso ao subsídio de renda (mesmo que respeite os requisitos anteriores) são os inquilinos que possuam no mesmo concelho (ou nos concelhos vizinhos, se residir em Lisboa, Porto ou arredores) um imóvel desocupado para habitação, adquirido após o início do contrato de arrendamento (excepto se tiver sido uma herança). Se o imóvel pertencer ao inquilino, ao seu cônjuge, ou à pessoa com quem viva em união de facto há mais de 2 anos, estes factores não permitem aceder ao subsídio de renda. O mesmo acontece a quem tiver hóspedes ou subarrendar parte ou a totalidade da casa.
Qual o Valor a Receber
Para fazermos o cálculo do valor do Subsídio de Renda, temos de subtrair o valor da nova renda pelo valor da renda Base. O valor que resultar dessa subtracção, é o valor do Subsídio de Renda. Este valor no ano de 2014 variou entre 24,25€ e 505€. Onde se Pode Efectuar o Pedido do Subsídio O inquilino do contrato do arrendamento pode pedir o subsídio de renda na Segurança Social ou no site Portal da Habitação. Já o subsídio de renda para jovens chama-se Arrendamento Jovem Porta 65.


Partilhe este artigo

Facebook Twitter Email LinkedIn Reddit WhatsApp Telegram

5 Dicas para ter uma boa Reforma

26 de Agosto, 2015 | por Frederico Henriques

A forma mais eficaz de evitar uma perda do nível de vida a que estamos habituados, nos “anos dourados” é a prevenção, prevenção essa que passa por definir uma estratégia de poupança ao longo da vida laboral, que possa resultar num complemento para a reforma.
Cada pessoa tem a sua ideia própria de uma reforma perfeita, mas um dado é certo: ninguém quer perder qualidade de vida durante os anos em que não se trabalha e se está a gozar os rendimentos amealhados durante uma vida de trabalho.
Embora seja um assunto que ninguém gosta de dedicar muito tempo a pensar, a reforma deve ser planeada. Com os problemas de sustentabilidade da Segurança Social – devido ao envelhecimento da população, em que cada vez são menos a trabalhar e mais a receber – os cidadãos verão as suas pensões diminuir ou então terão de trabalhar até mais tarde.
Conheça alguns erros que deve evitar se não quer arruinar a sua reforma.

  1. Ter o dinheiro no banco ou em casa sem estar aplicado

O esforço mensal que terá de despender para alcançar o objectivo final pretendido será menor se aplicar o dinheiro em produtos de investimento, com uma taxa de juro que permita, pelo menos, compensar a evolução da inflação. Para ter uma ideia da importância da aplicação do dinheiro, se juntar 40 euros por mês numa conta à ordem, ao final de 30 anos acumulou cerca de 15.000 euros. No entanto, se colocar esse mesmo dinheiro num produto que permita reforços mensais, e que pague uma taxa de juro bruta de 3%, no final desses 30 anos acumulou 20.000 euros. Como pode facilmente verificar neste exemplo, ficaria a ganhar cerca de 5.000 euros apenas com esta mudança.

  1. Começar a poupança tardiamente

Muitas pessoas só começam a pensar na reforma poucos anos antes de se aposentarem. Um erro comum é só se começar a pensar na reforma poucos anos antes da mesma, o que é errado, pois desta forma, o esforço mensal que terão de fazer para conseguir amealhar o suficiente para manter o estilo de vida que estão habituados, será muito superior. Por exemplo, se tiver de amealhar 20.000 euros para a reforma e apenas começar a fazê-lo 10 anos antes da data prevista, terá de poupar160 euros por mês (aplicando num produto com uma taxa de juro bruta de 1%) para conseguir atingir esse valor. Por outro lado se começar a poupar aos 25 anos, pressupondo que se reforma aos 65 anos, apenas terá de colocar de lado 35 euros, por mês (aplicados no mesmo produto com taxa bruta de 1%). Desta forma será um esforço bem menor e que conseguirá fazer de uma forma bem mais fácil.   

  1. Não pensar em quanto vai precisar na sua reforma

É impossível prever o futuro. Desta forme pense nu número que considere ser razoável para manter um bom nível de vida durante a reforma. Nestas contas deve incluir despesas como: casa, comida, automóvel, saúde – esta é muito importante, porque a factura costuma aumentar com o avançar da idade – e lazer. Faça uma estimativa de quanto irá gastar nestes itens por ano e multiplique por 20 anos (a esperança média de vida para mulheres aos 65 anos). Não se esqueça da inflação. Desta forma, poderá encontrar um valor aproximado de quanto irá necessitar para viver e calcular quanto terá de poupar por mês.

  1. Pensar que já não vai a tempo

Nunca é tarde de mais para começar a poupar, no entanto, isto pode significar que terá de cortar em algumas despesas para conseguir alcançar o objectivo. Comece por elaborar um orçamento familiar, assim que o tiver elaborado comece por analisar a coluna das despesas (que não as básicas) para ver onde é que gasta mais dinheiro e descobrir onde pode cortar, para canalizar para a poupança. Pense que é um esforço agora, que será compensado mais tarde.

  1. Estar muito endividado

Um erro primordial de quem está a preparar a sua reforma é ter um endividamento elevado. O crédito para a casa e para o carro, são normais, mas mais que isso deve ser evitado e pode arruinar as hipóteses de ter uma reforma tranquila. Deve ter sempre em atenção a regra de não ter uma taxa de esforço superior a 35% do rendimento líquido mensal, ou seja, os créditos não devem pesar mais do que 35% do que ganha. Em segundo lugar, é importante que estabeleça um plano para regularizar o pagamento de todas as dívidas que tem até à altura que pretende aposentar-se. Quanto menos tiver que pagar na sua reforma, melhor será a qualidade de vida.


Partilhe este artigo

Facebook Twitter Email LinkedIn Reddit WhatsApp Telegram

Calculadora de Taxa de Esforço