9 casas de luxo portuguesas que o vão deslumbrar

31 de Outubro, 2018 | por CFinanceiro

Quer comprar uma casa de luxo em Portugal, mas não sabe qual? Descubra algumas das mais belas casas de luxo e quais as razões pelas quais deve fazer esse investimento em Portugal.

 Alguma vez parou para pensar na quantidade de casas de luxos que existem em Portugal? Apesar de as condições económicas portuguesas já terem visto melhores dias, o número de casas tem aumentado.
Essas propriedades podem ser encontradas em todo o país, sendo que os preços têm algumas variações. Apesar dos preços praticados, existem casas fascinantes que valem cada cêntimo investido. Tem dúvidas?
Descubra porque deve escolher casas de luxo em Portugal e conheça algumas das principais casas encontradas no país.

Porque deve escolher casas de luxo em Portugal?

1. Portugal oferece segurança aos seus habitantes

Existem casas de luxo espalhadas por todo o mundo, mas a realidade é que Portugal é um dos países mais seguros. Além da segurança inerente ao próprio país, existem diversas propriedades que se encontram localizadas em resorts e, portanto, têm segurança redobrada.
Abaixo encontrará uma casa de luxo que se encontra nestas condições.

2. Pode ter paisagens incríveis a partir de localizações privilegiadas

Além da segurança é importante reforçar que Portugal é um país que apresenta paisagens belas. Essas paisagens podem ser situadas em praias, serras ou outros ambientes, portanto encontrar uma casa de luxo num dos locais privilegiados irá dar-lhe uma zona de relaxamento a longo prazo.

9 casas de luxo portuguesas que o vão deslumbrar

Agora que sabe porque deve escolher as casas de luxo de Portugal, conheça algumas das propriedades únicas que o país tem para lhe oferecer. Conte com palácios e casas de sonho que, acreditamos, sempre apreciou.

1. Atlantic Village, Troia

O Atlantic Village é uma propriedade que ganha em segurança quando comparada às restantes da lista, já que se encontra situada no interior de um resort. Além do luxo associado à moradia, o local também é ideal para restaurar energias, passar tempo de qualidade em família e garantir momentos de diversão.
No interior do resort terá acesso a praia, campo de golfe, posto médico, acompanhamento individualizado para o projeto arquitetónico e muito mais. Sem dúvida, na nossa opinião, uma das melhores escolhas.

2. Quinta do Vinagre, Colares

A Quinta do Vinagre é uma daquelas propriedades típicas de filmes, com um jardim que chamará a sua atenção desde o primeiro momento. O local estende-se por 42 hectares do Parque Natural de Sintra e oferece dois palácios, uma piscina, um campo de ténis, uma capela e muito mais.
O local pertence à família francesa Schlumberger e está à venda por 17,5 milhões de euros.

3. Castelo do Moinho, Loulé

O castelo do Moinho está à venda e é considerado um palacete situado em Loulé. A propriedade está à venda por 9 milhões de euros e está edificada como um castelo, com duas muralhas.
O local terá, ainda, alguns salões dignos de uma casa de luxo e um pátio de 100m2 com vista panorâmica para o mar.

4. Casa na Guia, Cascais

Na região de Cascais pode encontrar uma moradia senhorial que oferece tudo o que necessita numa casa e muito mais. Esta está situada em frente ao mar, num lote de aproximadamente 15000m2.
A propriedade Casa da Guia oferece um jardim bem cuidado, uma casa menor que era conhecida por ser o alojamento dos empregados, um campo de ténis, uma piscina abastecida diretamente pelo mar e o sossego e ambiente relaxante que se espera de uma moradia de luxo.

5. Palacete, Porto

No Porto pode encontrar um palacete que é considerado um dos imóveis mais caros da região norte de Portugal. Este está situado em frente ao mar e apresente uma estrutura interna que o irá surpreender.
A moradia pode ser adquirida pelo valor de 6 milhões de euros, fazendo-se acompanhar de paisagens de beleza incalculável.

6. The Wall House, Cascais

A propriedade é indescritível e encontra-se situada à beira do campo de golfe Oitavos Dunes, no Parque Nacional Sintra Cascais. Esta moradia é simples e básica, mas não deixa de oferecer um toque luxuoso que fará toda a diferença.
O luxo é encontrado no interior da The Wall House e no seu exterior e, inclusivamente, existe grande destaque para as superfícies de vidro que cobrem a casa e lhe dão luz e transparência, num ambiente totalmente diferente.

7. Casa Monte, Muda

No meio da natureza e com uma piscina incluída, encontra-se a Casa Monte, na região de Muda, em Grândola. Este local oferece um momento de sossego aos seus visitantes, com condições favoráveis a quem procura uma zona relaxante.
O local situa-se entre duas extremidades, onde pode ver montes artificiais em forma de dunas. Esta é uma caraterística única da casa de luxo portuguesa e que promete ser uma das melhores escolhas.

8. Casa Gerês, Parque Nacional da Peneda-Gerês

Com um toque de luxo e um pouco mais acolhedor do que a maioria das casas de luxo portuguesas, encontra-se a casa Gerês do famoso Parque Nacional da Peneda-Gerês. Além das maravilhas da casa, também terá os benefícios de viver numa região de sossego e com uma beleza indescritível.
Prepare-se para longos passeios em família ou apenas para descontrair com algumas das paisagens relaxantes que este parque tem para lhe oferecer. Sem dúvida um dos destinos mais desejados dos portugueses.

9. Moradia em Tavira, Tavira

Com uma piscina e um jardim, esta moradia tem tudo para chamar a atenção de diversos compradores. O local foi recuperado na totalidade e, atualmente, tem condições excelentes, situando-se na linha da frente com uma vista inesquecível para a Ria Formosa.
Além da própria propriedade, também terá alguns pontos de interesse, como o campo de golfe e a sua excelente localização. O local também oferece dois anexos, ambos ligados à moradia principal.
Tudo nesta moradia parece ter sido pensado cuidadosamente, tornando-a uma das melhores opções para quem quer comprar uma casa de luxo em Portugal.
Finalmente, lembre-se de ir além da beleza interior da casa de luxo portuguesa. Faça uma pesquisa pelos serviços que se encontram nas redondezas e qual a acessibilidade aos mesmos. Após essa pesquisa, saberá qual a melhor escolha para o seu caso em específico.


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Quem "paga" a comissão de mediação imobiliária?

25 de Outubro, 2018 | por CFinanceiro

Quem “paga” a comissão de mediação imobiliária? Como é óbvio é quase sempre o comprador que paga a comissão de mediação imobiliária!
Normalmente é “camuflada” no preço de venda do imóvel, acrescida ao valor acordado entre o vendedor e o mediador.
Quando o cliente comprador se desloca a uma imobiliária, a mesma vai procurar dentro da sua carteira um imóvel que se adequo ao que o cliente pretende, imóveis esses com preços definidos tendo já em conta a comissão de mediação imobiliária. Portanto quem vai acabar por pagar é o cliente comprador, incluída no preço de venda.

Leia Também: 10 razões para a venda de imóveis através do proprietário não resultar

Em alternativa, o que nos parece mais eficiente para todos é o cliente comprador definir com a imobiliária um determinado valor, que será pago pelo cliente comprador caso a imobiliária encontre um imóvel que se adequo “verdadeiramente” ás necessidades do cliente. Ou seja desta forma a imobiliária poderá procurar também imóveis fora da sua carteira de imóveis, sabendo que vai ser “recompensada” da mesma forma desde que o imóvel seja do agrado do cliente, sem ter de lho “impingir”! Em algumas situações a solução está mesmo na carteira da imobiliária, nesses casos a comissão pode ser “dividida” entre o cliente e o vendedor. Sem dúvida esta parece nos a forma mais eficiente não só para o cliente comprador como para todos os envolvidos.

Leia Também: E quando há um divórcio, o que se faz com a casa?

Após conversar com várias pessoas ligadas a imobiliárias, percebi que maioria dos clientes não partilha da minha opinião, penso que será pelo facto de desconhecerem que de uma forma ou de outra são sempre eles que pagam a comissão de mediação imobiliária! Esperamos ter ajudado a esclarecer esta situação.
Deixe nos a sua opinião em relação a este tema.


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Mapa de responsabilidades de crédito do Banco de Portugal

22 de Outubro, 2018 | por CFinanceiro

Saiba como consultar e interpretar o seu mapa de responsabilidades de crédito

Obter o mapa de responsabilidades de crédito agora é bastante fácil e rápido! Com apenas os seus dados de acesso ao portal das finanças (NIF e respectiva password), pode consultar os seu mapa de responsabilidades de crédito. 
Com esta ferramenta que lhe permite consultar o mapa de responsabilidades de crédito consegue verificar quer créditos realizados, quer os potenciais (e.g., plafonds de Cartão de Crédito). Consegue verificar os créditos em que é devedor, avalista ou fiador.
No mapa de responsabilidades de crédito do Banco de Portugal consegue verificar os créditos em dia mas também créditos em atraso. No caso de ter créditos em atraso, pode verificar o valor total em atraso e a data em que falhou o primeiro pagamento.
Os créditos são comunicados por cada instituição ao Banco de Portugal. No mapa de responsabilidades de crédito, os créditos vão estar divididos por instituição e referencia.

Leia Também: 6 Dicas para Melhorar as suas Finanças

Se encontrar algum dado incorrecto, deve de imediato contactar a instituição onde tem o crédito em causa, para que seja feita a devida correção.
Consegue também verificara data em que se iniciou o produto financeiro e a data prevista que termine. Pode verificar também se é o único devedor do produto ou se existem mais pessoas associadas a esse crédito.

Leia Também: Crédito à Habitação – MTIC, apenas mais uma sigla?

Se é empresário, a informação acima mencionada também está disponível gratuitamente para a sua empresa, bastando introduzir o respectivo NIF e password do portal das finanças.

Um serviço excelente disponibilizado pelo Banco de Portugal! Fácil, rápido e gratuito.
Leia Também: 6 dicas para conseguir o melhor crédito habitação

O Banco de Portugal criou um tutorial para nos ajudar. Saiba como consultar interpretar o seu mapa de responsabilidades de crédito.


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Posso pedir as fotografias do radar em caso de multa?

15 de Outubro, 2018 | por CFinanceiro

Pode requerer as fotografias do radar numa infração de excesso de velocidade, no caso de achar que isso pode evitar que seja multado.

Como posso agir em minha defesa?

Em caso de excesso de velocidade, deve solicitar imagens, as fotografias do radar do momento em que o radar o apanhou a transgredir, ou não! Deve também solicitar a certificação do radar, todos os dados técnicos do mesmo depois comparar e analisar ao pormenor o auto-notícia.

Leia também: Carta por Pontos – Perguntas Frequentes

A quem é feito o requerimento das fotografias do radar?

O registo fotográfico pode ser requerido, por escrito, dirigido ao Sr. Presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, pelo arguido ou pessoa devidamente mandatada para o efeito, indicando o nº do auto de contra-ordenarão, e pode ser por correio registado para a morada da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, ou Pessoalmente, no Comando Distrital da PSP ou no Gabinete de Atendimento ao Cidadão do Comando Distrital/Destacamento de Trânsito da GNR, da área de residência do arguido, cujos contactos poderá consultar aqui​​.

Tenho custos com o requerimento das fotografias do radar?

Tem. Os valores das custas e o NIB devem ser previamente confirmados em http://www.ansr.pt/ na secção “Qual o valor das taxas aplicáveis para a emissão de certidão/cópia do processo/registo fotográfico?”.
Seguem alguns valores:

  • Certidão, por página– 17 €;
  • Fotocópia a cores – 2,23 € por página;
  • Fotocópia a preto e branco – 1,11 € por página;
  • Fotocópia autenticada – 1,11 € por página a preto e branco, acrescendo 2,23 € por cada página a cores;
  • Fotocópia em suporte digital – 14 €;

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária disponibiliza um formulário/minuta do Requerimento de Consulta de Processo/Envio de Prova Fotográfica. Poderá descarregar aqui o documento.

Provas com má qualidade

Se forem entregues fotografias onde é impossível distinguir seja o que for, autos mal preenchidos, com horas e locais impossíveis, é logo a primeira oportunidade de contestarmos.
“Siga” o Instagram do Conselhos do Consultor para não perder nenhuma dica daqui para a frente.


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Compensa ter o seguro vida do crédito habitação no Bankinter?

3 de Outubro, 2018 | por CFinanceiro

Ter o seguro vida do crédito habitação bankinter, bonifica no spread. Será que essa bonificação é suficiente para manter os seguro vida lá?

A cobertura exigida pelo Bankinter é IAD (Invalidez Absoluta e Permanente), como se não bastasse ter a cobertura de invalidez mais baixa ainda colocam apenas cobertura de 50% para cada segurado. Em caso de morte de um dos segurados só metade do crédito fica pago pelo seguro.
Nós recomendamos a cobertura ITP (Invalidez Total e Permanente), é a cobertura mais completa. De qualquer forma vamos fazer comparação para as duas coberturas.
Manter o seguro vida do crédito habitação bankinter bonifica o spread em 0,5%, o Bankinter é um dos bancos que se “agarra” ao seguro vida com mais força, na tabela já vamos perceber porque!
Para fazermos a comparação, fizemos 3 simulações para casais ambos com as idades de 30, 40 e 50 dos proponentes, para um financiamento de 150.000€. Tivemos em atenção as novas regras do Banco de Portugal nos prazos máximos dos créditos.
Na nossa opinião não compensa manter o seguro vida do crédito habitação bankinter! Mesmo na única situação em que compensa, está assumir o risco de ficar apenas com metade do crédito pago.  Este é um daqueles casos em que o spread diz pouco, o spread não é assim tão importante!
Não perca mais tempo comece já a poupar no seu seguro vida, peça já uma simulação e POUPE MILHARES de EUROS!
Outras comparações:

Millennium BCP – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO MILLENNIUM BCP?
Santander TottaCOMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO SANTANDER TOTTA?
Banco CTT – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO BANCO CTT?

 
Deixamos algumas dicas de como pode convencer os bancos a dar-lhe as melhores condições no crédito habitação. O que será que é mais valorizado pelos bancos hoje em dia para lhe conseguirem as melhores condições? 6 dicas para conseguir o melhor crédito habitação
 
Siga nos no Instagram, dicas regulares sobre finanças pessoais:
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Compensa ter o seguro vida do crédito habitação no Millennium BCP?

23 de Julho, 2018 | por CFinanceiro

Ter o seguro vida do crédito habitação no Millennium BCP, é uma das opções para bonificar o spread. Será que essa bonificação é suficiente para manter os seguro vida lá?

A cobertura exigida pelo Millennium BCP é ITP (Invalidez Total e Permanente), com taxa de cobertura de 100% para cada um dos proponentes.  Cobertura  que recomendamos, é a mais completa.
Apesar de bonificar com a contratação do seguro de vida do crédito habitação no Millennium BCP, a Instituição permite que o cliente faça outro produto para manter a bonificação, para manter a bonificação basta o cliente ter 4 produtos dos seguintes:
(i) Domiciliação no Banco de ordenado/reforma dos Clientes de 1500€/mês ou cartão de crédito /débito (movimentação em pagamentos de compras e serviços com o mínimo de utilização de 2250 € semestre);
(ii) Detenção de Seguro de Vida na Ocidental;
(iii) Detenção de Seguro Multirriscos na Ocidental;
(iv) Cartão de Débito / Crédito (movimentação em pagamento de compras e serviços com o mínimo de utilização de 1500 € semestre);
(v) Crédito ao Consumo, ALD ou Leasing Automóvel com o saldo em divida mínimo no valor de 1500€; (vi) Património Financeiro – Produtos de Capital Garantido de 15000€;
(vii) Domiciliação de 2 pagamentos (electricidade, água, gás, comunicações).
A bonificação dos spreads ocorre desde que o Cliente reúna cumulativamente quatro dos sete requisitos / produtos / serviços elencados.”
Para fazer a comparação, fizemos 3 simulações para casais com as mesmas idades, para as idades de 30, 40 e 50 dos proponentes, para um financiamento de 150.000€

Compensa ter o seguro vida do crédito habitação no Millennium BCP? Não
Outras comparações:
Santander Totta – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO BANCO SANTANDER TOTTA?
Banco CTT – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO BANCO CTT?


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Livros escolares gratuitos, é necessário registo em plataforma

18 de Julho, 2018 | por CFinanceiro

Livros escolares gratuitos, para os alunos das escolas públicas do 1.º ao 6.º

Os encarregados de educação têm de se registar numa plataforma online para solicitar os manuais escolares.

A plataforma online MEGA – vai gerir os pedidos que forem feitos, através de um sistema de vouchers. O registo na plataforma é gratuito e está disponível a partir do mês de agosto é necessário o registo para quem pretenda adquirir os manuais gratuitamente.
A App móvel já  está disponível na aplicação móvel do Ministério da Educação (App “Edu Rede Escolar”). Após o registo efetuado, será criado um código, associado ao número de contribuinte do encarregado de educação do aluno, que permitirá o levantamento dos manuais em qualquer uma das livrarias aderentes. Embora neste momento tais funcionalidades ainda não estão disponíveis na app móvel.
Segundo o Ministério da Educação, Famílias, Escolas e Livreiros vão, a partir do mês de agosto, usar a plataforma “MEGA – Manuais Escolares Gratuitos” para a aquisição dos livros que o Ministério da Educação disponibiliza gratuitamente a todos os cerca de 500 mil alunos, do 1.º ao 6.º anos, que frequentam estabelecimentos de ensino da rede pública.
Fonte


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8 dicas para poupar nas compras do supermercado

15 de Julho, 2018 | por CFinanceiro

Poupar nas compras do supermercado é possível, basta saber alguns truques simples

A crise levou as famílias a apostarem na poupança. Descubra com este artigo as melhores dicas para poupar nas compras.
8 conselhos úteis para poupar nas compras do supermercado:

1. Nunca vá às compras com fome para que não seja aliciado a comprar mais 
2. Evite levar as crianças às compras pois elas influenciam-no a comprar produtos que não necessita
3. Defina o seu orçamento e pague em numerário

Antes de ir ao supermercado faça as contas para definir o que pode gastar e não fugir ao seu orçamento. Estabeleça o seu limite e não pague as suas compras com cartão de débito ou crédito.  Pague em numerário ao invés do cartão, pois o ato de dispor do capital inconscientemente retrai nos;
Outras formas de Poupança:

Dicas para poupar água
Poupe nos seguros do seu crédito

4. Leve sempre uma lista de compras

Sempre que for ao supermercado leve uma lista de compras. Confira o que está em falta e assim, quando chegar ao supermercado, não comprará nada que não faça falta.

5. Aproveite os saldos e os descontos mas verifique se o preço realmente compensa

Esteja atento aos saldos e compre certos artigos nestas épocas. Aproveite também as promoções e os cupões de descontos. São ótimas oportunidades para comprar produtos que necessita mais baratos. Verifique sempre é se o preço realmente compensa.

6. Compre marca branca

Não se deixe iludir pelas marcas! As marcas brancas já são de grande qualidade e o seu preço é uma mais-valia.

7. Leve os sacos de casa

Leve sacos de casa se faz compras em supermercados onde estes são pagos. Poupa um custo desnecessário e polui menos o ambiente.

8. Confira os talões 

Reveja sempre os seus talões. Os enganos acontecem e os preços errados ou produtos registados mais do que uma vez são custos que se podem evitar.
Esperamos que o artigo “8 dicas para poupar nas compras do supermercado” lhe seja útil, deixe o seu comentário se tiver alguma dúvida ou sugestão.
Quer receber 3 Dicas de poupança todas as semanas? Subscreva já a nossa Newsletter para receber as dicas de poupança no seu email!


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Compensa ter o seguro vida do crédito habitação no Banco CTT?

11 de Julho, 2018 | por CFinanceiro

Ter o seguro vida do crédito habitação no BancoCTT, bonifica no spread. Será que essa bonificação é suficiente para manter o seguro vida lá?

A cobertura exigida pelo BancoCTT é IAD (Invalidez Absoluta e Permanente) com taxa de cobertura de 100% para cada um dos proponentes.  Nós recomendamos a cobertura ITP (Invalidez Total e Permanente), é a cobertura mais completa. De qualquer forma vamos fazer comparação para as duas coberturas. Há algumas coberturas extra para alem destas bases que falamos mas não relevantes, tendo em atenção que todos os seguros com que fizemos a comparação tem coberturas extra.
O BancoCTT bonifica com a contratação do seguro de vida do crédito habitação no Banco em 0,6%! Imagine que consegue um spread de 1,3%, ao fazer o seguro fora do Banco penaliza para spread base que passaria a ser 1,9%.
“A manutenção do spread contratado de 1,300% pressupõe o cumprimento pontual da obrigação de pagamento do empréstimo e a subscrição e manutenção cumulativa dos produtos e serviços financeiros associados ao empréstimo até ao termo do empréstimo…
No caso de incumprimento das condições anteriormente referidas, aplica-se o spread base ao contrato de crédito. 
…spread base de 1,900%, considerando as taxas atualmente em vigor.”

Leia Também: Compensa ter o seguro vida do crédito habitação no Banco Santander Totta?

Para fazermos a comparação, fizemos 3 simulações para casais ambos com as idades de 30, 40 e 50 dos proponentes, para um financiamento de 150.000€
 

Compensa ter o seguro vida do crédito à habitação do BancoCTT? Compensa nas idades mais jovens, 30 anos e 40 anos, na comparação para um casal de 50 anos já não compensa! A “penalização” de 0,6% torna na nossa opinião o crédito à habitação do BancoCTT pouco competitivo com a generalidade dos concorrentes. Cabe a si comparar, ou pedir ajuda de profissionais especializados em crédito à habitação.
Não perca mais tempo comece já a poupar no seu seguro vida, peça já uma simulação e POUPE MILHARES de EUROS!
Outras comparações:
Millennium BCP – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO MILLENNIUM BCP?
Santander Totta – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO BANCO SANTANDER TOTTA?


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Novas regras de restrição ao crédito à habitação

10 de Julho, 2018 | por CFinanceiro

Desde o dia 1 de julho que as regras do crédito à habitação e ao consumo foram alteradas.

As novas regras do crédito à habitação prometem restringir o acesso das famílias aos empréstimos realizados a partir do início do segundo semestre deste ano. Em concreto:

Conheça em detalhe cada uma destas três novas regras:

LTV limitados a 90%

O crédito à habitação tem como alvo o rácio LTV. Ou seja, o rácio entre o montante do empréstimo e o valor do imóvel dado em garantia (LTV). O Banco de Portugal recomendou a imposição de limites a este indicador que é tido em conta pelos bancos na negociação das condições de financiamento para a compra de casa. Este rácio recomendado é diferente consoante a natureza do crédito à habitação em causa.(Habitação própria permanente, habitação secundária)
No crédito à habitação própria e permanente, o limite para este indicador é de 90%. Ou seja, assumindo um imóvel avaliado em 100 mil euros, o montante do financiamento não pode ser superior a 90 mil euros.
Créditos com outras finalidades que não habitação própria e permanente, a regra é de 80%, enquanto nos créditos para aquisição de imóveis detidos pelos bancos e para contratos de locação financeira imobiliária, o limite é de 100%.

Taxa de esforço até 50%

A taxa de esforço associada ao contrato de crédito é outro dos alvos da imposição de limites. O teto será de 50%, para o rácio entre o montante da prestação mensal calculada tendo em conta todos os empréstimos que o cliente tem e o seu rendimento (DSTI – debt service-to-income).
Mas há exceções, com limites mais altos para a taxa de esforço. Até 20% do montante total de créditos concedidos por cada instituição financeira, em cada ano, pode ser concedido a famílias com DSTI até 60%. Até 5% do montante total de créditos concedidos por cada instituição, em cada ano, pode ainda ultrapassar os limites previstos a taxa de juro.
O cálculo da taxa de esforço não é um rácio simples. Para a determinação do DSTI, as prestações mensais do novo contrato de crédito devem ser calculadas assumindo que são constantes ao longo do período de vigência do contrato. Mas no caso de contratos a taxa de juro variável e mista, deve ser considerado o impacto de um aumento da taxa de juro. No cálculo dessa taxa de esforço deve ainda ser contabilizada uma redução do rendimento do cliente quando o mutuário tenha mais de 70 anos de idade, exceto se, no momento da avaliação da solvabilidade, este já estiver reformado.

Leia Também: Dicas para elaborar um orçamento familiar

Maturidades dos créditos da casa baixam para 30%

O terceiro limite tem como alvo a maturidade original dos empréstimos. No caso do crédito à habitação, o objetivo é que essa maturidade passe dos 33 anos, em média, que acontecia nos novos empréstimos para a compra de casa, em 2016, para 30 anos. Para já é aplicado um teto de 40 anos nos novos contratos de crédito à habitação e crédito com garantia hipotecária ou equivalente, e convergência gradual para uma maturidade média de 30 anos até final de 2022. Já no crédito ao consumo, o limite é de 10 anos para a maturidade nos novos contratos.
CRÉDITO HABITAÇÃO – UMA EQUIPA DE PROFISSIONAIS A TRABALHAR PARA SI!
Há situações que não são abrangidas pela recomendação do Banco de Portugal fez aos bancos:

  • Os contratos de crédito destinados a prevenir ou a regularizar situações de incumprimento;
  • Os contratos de crédito cujo montante total seja igual ou inferior a dez vezes o ordenado mínimo mensal;
  • Os contratos de crédito sob a forma de facilidades de descoberto e outros créditos sem plano de reembolso definido (incluindo cartões e linhas de crédito);
  • Os contratos de crédito celebrados ao abrigo do regime de concessão de crédito bonificado à habitação a pessoa com deficiência.

 
De salientar que são apenas recomendações mas a maioria dos bancos já está a colocar em pratica as novas regras do crédito à habitação!
Fonte: ECO


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3 dicas simples de verificar se o seu Gmail está protegido

4 de Julho, 2018 | por CFinanceiro

O seu Gmail está seguro?

De acordo com o Wall Street Journal , o gmail,  permite que aplicações entrem na caixa de entrada de qualquer pessoa que instale aplicação.

Seguem 3 dicas simples de verificar se o seu Gmail está protegido

1. Use a ferramenta de verificação de segurança

Deve entrar na sua conta e clicar nos quadrados no canto superior direito.

Em seguida, clique em “Conta Google” no menu suspenso.

Clique em ‘Verificação de segurança’. Isso permite que verifique quantos dispositivos estão conectados à sua conta e se houve algum problema de segurança detectado nos últimos 28 dias.

Mostra também a forma de login e recuperação de um usuário, além de quantos aplicativos de terceiros têm acesso aos dados.

Se houver aplicativos que não estão a ser usados, o Google sugere que sejam removidos para evitar possíveis problemas com a privacidade.

2. Rever permissões

Deve analisar as suas permissões antes de conceder acesso a aplicações que não são do Google.

Se uma aplicação quiser aceder à conta do Google de um utilizador, apresenta uma lista de serviços que pretende aceder, por exemplo, para ler, enviar, excluir e gerir e-mails.

Pode decidir se permite o acesso da aplicação à sua conta do Gmail.

Leia também: Saiba como exportar contatos do Gmail

3. Ver e controlar as permissões

Para aceder a esta opção, precisa navegar para a sua conta e clicar nos quadrados no canto superior direito.

Clique em “Conta Google” no menu suspenso, em seguida, em “Aplicações com acesso à conta”.

Isto permite lhe que acompanhe que aplicações ou serviços têm permissão para aceder as suas contas. Pode remover qualquer uma que não confie.

Permite também que verifique as senhas salvas e quais as que o Google Smart Lock tem permissão para guardar.

Tenha atenção à segurança do gmail, instale apenas aplicações nas quais confie, ou procure por mais informações antes de instalar.


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10 dicas de segurança para usar o seu netbanco

28 de Junho, 2018 | por CFinanceiro

O uso do netbanco tem crescido bastante nos últimos anos até por um incentivo cada vez maior dos próprios bancos, que assim podem diminuir os seus recursos humanos e para os clientes também é mais cómodo e fácil, a qualquer hora podem “ir” ao banco!

1- Preencha sempre o endereço do site do banco no seu navegador
Quando quer entrar no seu netbanco muitos utilizadores utilizam a pesquisa do google, isso é  muito perigoso, existem sites maliciosos que aparecem no topo da pesquisa Deve digitar o endereço na totalidade no seu navegador, mesmo quando lhe é sugerido o endereço recomendamos que o preencha na totalidade.
2- Verifique se a página inicia em https e se tem o símbolo de um cadeado no navegador
Verifique ao clicar no cadeado se o certificado segurança é válido. Embora hoje em dia já qualquer site possa utilizar um endereço https é sempre um “sinal” a verificar
3- Tenha o seu antivírus actualizado
Deve ter sempre o antivírus(há vários grátis) actualizado não só para aceder só seu netbanco mas é ainda mais recomendo quando o faz!
4- Não entre no seu netbanco em PC compartilhados
Evite a todo o custo utilizar computadores em Lan houses ou Cyber cafés os computadores pode ter um programas maliciosos de forma a captar os seus dados de acesso à conta.
5-  Jamais forneça a senha da sua conta a terceiros
Esta é básica, mas há pessoas que na sua boa fé o fazem. Os dados de acesso à sua conta são exclusivamente para uso pessoal e intransmissível
6- Nunca clique em links de e-mails “enviados” por bancos
O e-mail é o maior factor de risco dos utilizadores do netbanco, todos os dias recebemos emails de “falsos bancos” a pedir para actualizar os seus dados de acesso. Jamais clique nos links desses emails. Os bancos nunca enviam e-mails com anexos executáveis nem com links. Desconfie sempre e em ultimo caso entre directamente o endereço no seu navegador, nunca pelo link do email.
7- Encerre sempre a sessão no botão “Sair”
Quando terminar todas as transacções no netbanco é importante finalizar a sessão a maioria fecha apenas a janela e esquece de o fazer pela opção sair isso pode colocar em risco a sua conta bancária
8- Altere a sua password com frequência
Deve trocar a password da sua conta pelo menos a cada 6 meses. Sempre que faça alguma coisa que possa comprometer a segurança dos seus dados, altere de imediato a sua password. Imagine por exemplo que teve de entrar na sua conta em algum lugar público e desconfia que alguém estava ver a escrever os seus dados, ou desconfia que estavam filmar, etc… altere de imediato a password, na dúvida não hesite, para sua própria segurança!
9- Não use passwords fáceis de descobrir
Não use passwords do tipo 1234, 1111 ou datas de aniversário, essas passwords são fáceis de serem descobertas. Escolha passwords difíceis de descobrir e de preferência que não tenham qualquer relação consigo.
10- Cuidado com os plugins e extensões que tem no seu navegador
Tenha atenção aos plugins e extensões que tem no seu navegador. Os plugins e as extensões podem ter programas maliciosos que filmam o seu ecrã secretamente ou que copiam as informações que digita nos sites dos bancos quanto menos extensões no navegador melhor
Utilizar o netbanco é seguro mas convém ficarmos atento e usar estas dicas. Se usar estas dicas nunca terá problemas de segurança com o seu netbanco.


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Compensa ter o seguro vida do crédito habitação no Banco Santander Totta?

26 de Junho, 2018 | por CFinanceiro

Ter o seguro vida do crédito habitação no Banco Santander, bonifica no spread. Será que essa bonificação é suficiente para manter os seguro vida lá?

A cobertura exigida pelo Santander Totta é IAD (Invalidez Absoluta e Permanente) com taxa de cobertura de 100% para cada um dos proponentes.  Nós recomendamos a cobertura ITP (Invalidez Total e Permanente), é a cobertura mais completa. De qualquer forma vamos fazer comparação para as duas coberturas, embora na cobertura ITP do Banco Santander a invalidez seja aos 75%, na maioria são activadas aos 66% e começa haver cada vez mais oferta dos 60%.
Apesar de bonificar com a contratação do seguro de vida do crédito habitação no Banco Santander, a Instituição permite que o cliente faça outro produto para manter a bonificação, por exemplo um PPR ou cartão de crédito. Tem de escolher 4 produtos, a conta ordenado e mais 3 produtos à escolha dos seguintes:

  • Possuir, durante o último trimestre, no mínimo, uma ordem de pagamentos domésticos a favor de terceiros, emitida sobre a sua conta à ordem;
  • Ser detentor de cartão de crédito activo. com média de utilização mensal mínima de 100€(cem Euro) durante o último trimestre;
  • Ter um crédito pessoal ou automóvel contratado junto do Banco com capital em divida no mínimo de 1 000€. Estão expressamente excluídos os empréstimos contraídos para a renegociação e/ou regularização de dívidas em atraso;
  • Possuir Depósitos de entregas programadas com saldo mínimo igual ou superior a 1.000€ (mil Euro). ou manter plano periódico nesses depósitos com entregas mensais líquidas com montante mínimo igual ou superior a 25 € (vinte cinco Euro) por mês, durante o último trimestre. As entregas consideradas nesta rubrica são deduzidas das eventuais mobilizações antecipadas efectuadas no trimestre.
  • Possuir saldo médio trimestral de Depósitos à Ordem, Depósitos a Prazo, Depósitos Indexados e Contas Rendimento e Poupança igual ou superior a 1.000 (mil Euro), excluindo os Produtos de Poupança de entregas programadas indicados no ponto anterior;
  • Possuir Seguro de Vida, Seguro de Desemprego ou Seguro de Saúde, excluindo os seguros directamente associados à contratação do empréstimo e que sirvam como garantia do mesmo.

 
Para fazermos a comparação, fizemos 3 simulações para casais ambos com as idades de 30, 40 e 50 dos proponentes, para um financiamento de 150.000€

 
Compensa ter o seguro vida do crédito habitação Santander? Não!
Não perca mais tempo comece já a poupar no seu seguro vida, peça já uma simulação e POUPE MILHARES de EUROS!
Outras comparações:
Millennium BCP – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO MILLENNIUM BCP?
Banco CTT – COMPENSA TER O SEGURO VIDA DO CRÉDITO HABITAÇÃO NO BANCO CTT?


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Quanto custa a tarifa da água no seu município

25 de Junho, 2018 | por CFinanceiro

Sabia que segundo a DECO, as tarifas da água mais caras são na maioria nos municípios com concessões? Coincidencias!? 🙁
Através deste mapa criado pela DECO Proteste, saiba quanto paga pela água, saneamento e resíduos no seu município. Se tem uma família numerosa ou com carências económicas, pode conhecer os apoios ao nível do tarifário da água.
“A diferença de custo entre um consumo e outro é abissal”, afirmou a DECO, referindo-se à transição entre um gasto anual de 120 para 180 metros cúbicos, paga-se, em 17 municípios, mais de 160 euros anuais quando o gasto anual aumenta”.
Só podemos concluir que poupar água compensa mesmo, relembramos o nosso artigo com dicas de como poupar água. Esperemos que estas dicas contribuam para uma maior poupança da água quer do planeta quer na sua factura mensal. No fundo todos nós sabemos como podemos poupar água, falta nos muitas vezes é tomar as atitudes certas nesse sentido!
Cumprimentos,
De toda equipa do Conselhos do Consultor
Já nos segue no Insgram? Não há problema a conta tambem é recente! 😉
Queremos através da conta do Instagram tornar a nossa relação mais interactiva, vai passar a conhecer melhor a nossa equipa! Ficamos lá à sua espera! SIGA-NOS AQUI!


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Euribor negativa: o que vai alterar com a nova lei?

4 de Junho, 2018 | por CFinanceiro

A lei da euribor negativa foi aprovada, segue para o Presidente da República, que decidirá sobre a sua promulgação.  A medida pretende obrigar a banca a “descontar” na totalidade a euribor nas prestações do crédito habitação. Quer isto dizer que os clientes dos bancos com créditos à habitação vão ter direito a um crédito de juros sempre que a taxa entrar em valores negativos. Mas, afinal, o que é que vai alterar com a lei da euribor negativa?
Bolsa de juros
A nova legislação prevê que os bancos possam criar um crédito de juros a favor dos clientes, a deduzir ou a descontar quando as taxas de juro voltarem a atingir valores positivos. O objetivo é facilitar a operacionalização da medida e evitar que os bancos tenham de pagar agora uma pequena parte dos empréstimos.
Válida para todos os contratos
As novas regras serão válidas para os novos contratos e contratos atuais, mas sem efeitos retroativos.
Leia também: 6 DICAS PARA CONSEGUIR O MELHOR CRÉDITO HABITAÇÃO
Dez dias para rever o indexante
A partir do momento que a lei for promulgada, os bancos têm de rever o valor do indexante para perceber se a taxa de juro final global assume valores negativos.
Publicidade obrigada a veicular esta informação
Todas as comunicações e campanhas publicitárias relativas ao crédito à habitação deverão ser esclarecedoras quanto à nova medida. Deverá ser feita referência à possibilidade da taxa de juro aplicada poder assumir valores negativos em função da evolução do respetivo indexante.
Caso seja promulgada, a lei da euribor negativa entrará em vigor no dia seguinte à sua publicação em Diário da República.
Fonte: Jornal de Negócios


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Simulador de eletricidade e gás – Novo

29 de Maio, 2018 | por CFinanceiro

Simulador de eletricidade e gás – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) aproveitou o Dia Mundial da Energia, para lançar um novo simulador de preços de eletricidade e gás natural, atualizando a ferramenta com novas funcionalidades.

Teste e experimente o simulador AQUI: http://simulador.precos.erse.pt/
 
O simulador é de fácil utilização, permite realizar dois tipos de simulação para o tipo de oferta que procura.
Simulação rápida – escolha entre os três casos pré–preenchidos;

Simulação personalizada – preencha os seus dados de consumo a partir das suas faturas.
O resultado é baseado também nos fornecedores disponíveis no seu código postal!

 


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6 dicas para conseguir o melhor crédito habitação

28 de Abril, 2018 | por CFinanceiro

Hoje em dia, já não é tão fácil conseguir um crédito habitação, devido as novas regras de restrição ao crédito à habitação, para conseguir as melhores condições, tem de “convencer” o banco.

A economia Portuguesa tem estado a melhorar nos últimos anos. Depois da troika sair de Portugal a economia começou a dar os primeiros sinais de retoma, por consequência a oferta de crédito habitação aumentou assim como as condições de obtenção. Saiba como pode convencer os bancos a dar-lhe as melhores condições no crédito habitação.

Como pode convencer os bancos a dar-lhe as melhores condições no crédito habitação

O que será que é mais valorizado pelos bancos hoje em dia para lhe conseguirem as melhores condições? Deixamos-lhe algumas respostas.

Não ter Incidentes Bancários

 O termo cadastro é normalmente utilizado na via judicial, mas se é cliente bancário há muitos anos, para pedir um empréstimo é fundamental que não tenha nenhum histórico de incumprimento. Quando pede um empréstimo, o banco vai analisar o seu histórico e perceber se é ou não cumpridor. Caso seja, é uma mais-valia para o processo porque gera a confiança do banco. Já pode consultar as suas responsabilidades em créditos no site do Banco de Portugal.

Ter Fiadores

É comum os bancos pedirem um fiador e esta garantia pode ajudar em muito a convencer um banco a ceder-lhe um crédito com as melhores condições. Ter fiadores é crucial para aprovação do crédito, no caso de ter um contrato a termo.

Leia Também: “Mas tenho um spread ótimo…” O spread não é assim tão importante!

Ter Bons Saldos Médios e Capacidade de Aforro

Os bancos dão imensa importância á capacidade de poupança dos clientes.  Entendem que, quanto melhores forem os saldos médios e com tendência crescente, maior será a probabilidade de o cliente ser financiável e assim conseguir o melhor crédito habitação. Entenda-se por saldo médio, a média do saldo inicial e final do período (por exemplo: saldo mensal médio). Se um cliente inicia o mês com 1000€ de saldo e termina com 1200,00€, mês após mês, significa que os saldos médios são de 1000,00€ e qualquer coisa euros, e têm uma capacidade de aforro de 200,00€ mensais.
A capacidade de poupança mensal dos clientes é muito importante actualmente numa defesa de uma operação de financiamento. Mais do que ter rendimentos (sejam médios ou elevados), o cliente deve evidenciar que consegue poupar.
Se um cliente ganha 1.000€ e gasta o mesmo valor (pagando os seus encargos actuais e despesas mensais), não terá certamente financiamento, pois evidencia padrões consumistas e o Banco prefere não financiar.
Se um cliente ganha 1.000,00€ e só gasta 600,00€ (encargos actuais e despesas mensais), já evidencia capacidade de endividamento, pelo que será passível a análise do processo.
Clientes que não consigam aforrar, e que com regularidade utilizem o plafond  da conta ordenado, também dificilmente será analisado o processo com vista a aprovação.

Junte dinheiro para dar de entrada

Se quer mesmo convencer o banco a dar-lhe um empréstimo, é cada vez mais importante arranjar dinheiro para dar uma entrada para o seu empréstimo. As entidades já não concedem créditos a 100%, a “norma” é cada vez mais os 80%, o que faz com que seja mesmo necessário ter algum capital pronto a ser investido.

Conhecer a sua taxa de esforço

Antes de se comprometer com um crédito habitação, é importante que saiba até onde é que pode ir.  A melhor forma para verificar essa situação é através do cálculo da taxa de esforço.
A taxa de esforço é a percentagem do rendimento familiar, que é destinada ao pagamento de prestações de crédito(Novas Regras). Este indicador não deverá ser alto, caso contrário, estará a absorver uma parte significativa do rendimento e, em caso de situação de emergência, poderá não conseguir fazer face ao compromisso financeiro com o banco, ou às despesas mensais mais elementares. A taxa de esforço de um agregado familiar não deve ser superior a 35%, ou seja, no conjunto, todos os empréstimos não devem exceder 35% dos rendimentos.
Taxa de esforço = (Encargos financeiros mensais / Rendimento) x 100
Por exemplo, uma família com rendimentos mensais de 2.000 euros, que tenha um crédito à habitação no valor de 500 euros e um crédito automóvel no valor de 300 euros, terá uma taxa de esforço de 40%, acima dos 35%. Os seus encargos com créditos não deveriam ser superiores a 750€.

Trabalhar com profissionais especializados


Note que estes serviços normalmente envolve uma equipa profissionais na procura e escolha do melhor crédito habitação para a sua necessidade (aquisição de primeira habitação, segunda habitação, construir de raiz, transferência de crédito, etc). Conhecem todos os produtos que existem no mercado e qual se adequa melhor a si!


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Descubra o melhor diretório de empresas em Portugal

26 de Abril, 2018 | por CFinanceiro

Os diretórios de empresas ganharam grande visibilidade com o avançar da tecnologia e, nos dias de hoje, são diversos os diretórios de empresas de Portugal. Encontrar um diretório no qual se possa confiar e onde deva, realmente, investir o seu tempo é um desafio.
Neste artigo irá descobrir em que consiste um diretório de empresas e porque razão a InfotrustGO é a melhor escolha do mercado nos dias atuais.
O que é um diretório de empresas?
Um diretório deste tipo, como referido acima, tem ganho grande visibilidade com o avançar da tecnologia. Caso seja a primeira vez que é apresentado ao termo, deixe que lhe expliquemos em que consiste o mesmo.
Um diretório de empresas é uma plataforma que apresenta uma lista completa de empresas, assim como todas as informações associadas e que podem ser úteis para a sua pesquisa e as suas decisões.
As informações encontradas nestes diretórios são, por exemplo, o nome da empresa, o número de contribuinte, a morada associada ou da sede, o capital social, os sócios da empresa, o estado atual da mesma, entre muitas outras informações. De uma forma resumida, conhecerá o negócio do seu cliente – ou possível cliente, futuro parceiro e mais.
Porque um diretório de empresas pode ser útil?
Sabendo quais as informações que terá a oportunidade de conhecer, falta saber a utilidade das mesmas.
Uma das principais utilidades destas plataformas de informação é a procura por novos clientes ou contratos de trabalho. Tendo todas as informações, pode entrar em contacto com as empresas, com uma abordagem adequada e totalmente focada no público da mesma.
Em outra situação, imagine que tem a oportunidade de trabalhar com uma nova empresa que chegou até si. Nesse caso, pode usar as plataformas para obter informações sobre o estado atual da empresa; dessa forma, saberá se o negócio que está para começar terá retorno.
Sendo a sua empresa registada no diretório de empresas, terá maior visibilidade e, consequentemente, conseguirá aumentar o número de contactos recebidos.
Qual o melhor diretório?
A verdade é que as vantagens de estar registado ou fazer uso de um diretório são muitas. No entanto, como foi referido anteriormente, a quantidade de diretórios portugueses, atualmente, é muito elevada.
Desta forma, torna-se essencial escolher os melhores diretórios. O InfotrustGO é um dos melhores, principalmente porque oferece muito mais do que informações base. Nesta plataforma terá acesso a:

  • Base de dados de empresas
  • Relatórios nacionais
  • Relatórios internacionais

Com toda a informação extra, torna-se fácil fazer uma escolha acertada.
Faça o seu registo na InfotrustGO e comece, hoje mesmo, a beneficiar do acesso a esta plataforma exclusiva para empreendedores e empresas com os créditos oferecidos na criação dum novo perfil.


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Seguro de Vida do Crédito Habitação-Dúvidas ao transferir

19 de Abril, 2018 | por CFinanceiro

A transferência do Seguro de Vida do Crédito Habitação representa uma poupança substancial. Contudo, o processo de transferência do Seguro do Banco para o novo Seguro pode parecer complexo. Fique a conhecer as questões mais e as nossas respostas.

1- Posso trocar o meu seguro vida do banco?
Pode e deve fazer a escolha da seguradora onde vai fazer o seguro de vida antes ou depois de contratar o crédito habitação, porque conforme refere a lei 222/2009 nenhum banco pode obrigar o cliente a contratar o seguro de vida no banco para lhe atribuir crédito!

2- O banco vai-me penalizar no spread?
Cada caso é um caso, mas cada vez são menos os bancos que penalizam o spread, quando o cliente tenta fazer alterações ao empréstimo e, acima de tudo, ao retirar produtos associados ao mesmo. De qualquer das formas vale sempre a pena simular ambas as situações, com e sem agravamento de spread, pode fazê lo no nosso simulador, para avaliar a situação. É que mesmo tendo um agravamento no spread, na maioria dos casos compensa sempre trocar de Seguradora, pois a poupança no seguro de vida empréstimo habitação é significativa, podendo mesmo chegar a uma poupança até 60%.

3- Não percebo nada de papéis, onde é que eu vejo que seguro tenho e o valor?
Deve verificar a escritura do crédito habitação que fez com o seu banco, na altura em que fez o crédito para comprar a sua casa, e as condições nos documentos complementares, pois deverá ter recebido nessa altura a apólice do seguro de vida habitação onde indica as coberturas contratadas. Se tiver acesso à ao seu banco online também lá poderá encontrar alguma informação. Caso não consiga encontrar essa documentação, basta questionar o seu banco sobre qual o seguro que tem em vigor e o valor do prémio do mesmo.

4- Que dados são necessários para fazer uma simulação?
Precisa apenas do valor atual do empréstimo da casa, dos anos que restam desse empréstimo, da data de nascimento da ou das pessoas proponentes (se for o caso) e adicionalmente poderá também ser relevante mencionar qual o banco onde tem o empréstimo e a Seguradora com que o banco trabalha para o seguro de vida crédito habitação. E bastam estes dados para poder comparar o que paga hoje com a poupança que poderá ter no futuro. Simule já!

5- Existe algum prazo para mudar de seguro ou posso fazer em qualquer altura?
Na maioria dos casos, para efetuar o cancelamento do seguro vida em vigor, deve ser feito um pedido de cancelamento enviado diretamente à Companhia de Seguros, com pré-aviso de 30 dias (este prazo deve ser verificado nas Condições Gerais da Apólice em vigor).

6- E o seguro é mesmo igual?
Por norma o contrato de seguro de vida é a forma que o banco tem de garantir que o pagamento do empréstimo habitação é efetuado em caso de morte e/ou invalidez do seu cliente. Nesse sentido, procure perceber se, para além da cobertura de morte, existe uma cobertura de ITP (Incapacidade Total e Permanente) ou de IAD (Invalidez Absoluta e Definitiva) e qual destas mais se adequa aos seus objetivos

7- E como é que mudo o seguro para a nova Seguradora?
Com a entrada em vigor do Dec. Lei nº 222/2009 , para além do prazo de pré-aviso e para além da informação de cancelamento da Apólice à Seguradora, deve, em paralelo, enviar uma cópia das Condições Particulares da nova Apólice à Seguradora e ao Banco. Como último passo, deve ter em atenção que deverá proceder ao cancelamento do débito direto da Apólice anterior, para não correr o risco de continuar a ser cobrada essa Apólice cancelada.

8- Pois, mas isto dá muito trabalho. Será que existe alguma empresa que faça isto por mim?
Sem dúvida. Trabalhamos com parceiros que poderão ajudar em todos os passos do processo de alteração do seguro de vida crédito habitação, ir consigo ao banco, ajudar a identificar os elementos necessários à comparação de valores constantes no seu contrato. Para isso basta solicitar uma simulação aos nossos parceiros!




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PPR – Penalizações pelo reembolso antecipado

18 de Abril, 2018 | por CFinanceiro

Resgatar o PPR, fora das condições previstas na lei pode “doer” na carteira!
Por isso pondere muito bem antes de resgatar o PPR, porque está sujeito às seguintes penalizações por reembolso antecipado:

  • Contratuais  – Antes do quinto ano de vigência do contrato e dependentes do produto que contrataram com instituição bancária;
  • Fiscais  – Sempre que tenha usufruído de um benefício fiscal à entrada.
Leia Também: Sabe a diferença entre um PPR e um FPR?

As penalizações fiscais ocorrem sempre que é solicitado um reembolso antecipado para os fins não previstos(despesas de educação, idade, amortização de crédito habitação,…), nestes casos, terão que ser repostos todos os benefícios fiscais mais 10% por cada ano decorrido até à data do resgate.
Exemplo: se constituiu um PPR em 2009 e beneficiou de uma vantagem fiscal pelo montante de 100 euros, terá que devolver os 100 euros mais 10% de penalização por cada ano até à data do reembolso, ou seja, 60% de penalização, totalizando um montante global de 160 euros.
Assim, poderá resgatar o PPR quando entender. No entanto, terá que devolver os benefícios fiscais recebidos, acrescidos de 10% sobre cada ano decorrido,  antes do quinto ano de vigência do contrato ainda está dependente das penalizações do produto que contrataram com instituição bancária.

Os Planos Poupança Reforma (PPR) são planos de poupança de médio ou longo prazo, que poderão contribuir para financiar um complemento de reforma e simultaneamente fazer face a situações de necessidade. (Wikipédia)

“Em 2007, subscrevi um plano de poupança-reforma (PPR ) junto da companhia de seguros de um banco, com entregas mensais de 25 euros. Neste momento, por necessidade de liquidez, tenho de resgatar a totalidade do capital acumulado. Quais os custos desse resgate?”
Pode ter de devolver o benefício fiscal usufruído, acrescido de uma penalização de 10% por cada ano decorrido.
Recorde-se que, em cada ano, o benefício do PPR é de 20% sobre as entregas efetuadas. Ou seja, neste caso, será de 60 euros (20% dos 300 euros que entregou anualmente).
Posteriormente, aplica-se um fator de penalização para cada um dos anos beneficiados. Para facilitar as contas, multiplique, para 2007, os 60 euros por 2, o que significa que tem de devolver 120 euros referentes a esse ano.
Para 2008, os 60 euros são multiplicados por 1,9, logo, devolve 114 euros. Para os restantes anos, o fator de penalização é 1,8 para 2009 (108 euros), 1,7 para 2010 (102 euros), 1,6 para 2011 (96 euros), 1,5 para 2012 (90 euros), 1,4 para 2013 (84 euros), 1,3 para 2014 (78 euros), 1,2 para 2015 (72 euros) e 1,1 para 2016 (66 euros).
Para as entregas de 2017 não há fator de penalização, porque, não tendo entregue a declaração de IRS, não usufruiu de benefício fiscal.
No entanto, só tem de devolver estes valores se, de facto, teve acesso a benefícios fiscais nesse ano e isso dependerá sempre da sua situação fiscal em cada ano. É possível que tenha declarado as entregas no IRS e que estas não tenham tido impacto na liquidação de imposto. Vai ter mesmo de fazer esse levantamento, por exemplo, junto das Finanças, antes de declarar o valor a devolver na declaração de IRS.

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Entregar IRS – Manual de Entrega passo-a-passo

28 de Março, 2018 | por CFinanceiro

Entregar IRS – Manual de Entrega passo-a-passo

A Autoridade Tributária lançou o Manual de Instruções para o preenchimento do IRS. Apesar da alterações  no aspecto da aplicação(design), os anexos, quadros e linhas são praticamente os mesmos.
Este manual parece nos extremamente bem feito, simples e completo. O manual tem todos os passos que deve fazer para entregar o seu IRS, seja em separado, seja em conjunto (casados e unidos de facto).
Descarregue AQUI! Esperamos que lhe seja útil!
Não tenha pressa de entregar o seu IRS
Conselho do Pedro Andersson do Contas-Poupança
“Pela minha experiência (e pela experiência de milhares de contabilistas) nos primeiros dias o simulador das Finanças ainda tem alguns bugs e erros que só são corrigidos com a utilização e alertas dos contribuintes que dão por eles. Alguns desses erros podem afetar as suas escolhas. Por exemplo em 2016, alguns contribuintes escolheram entregar em separado por causa do resultado e afinal estava tudo errado. Quem não deu por ela e entregou nova declaração perdeu dinheiro sem saber.”


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Já conhece o Portal do Cliente Bancário do Banco de Portugal?

5 de Março, 2018 | por CFinanceiro

O portal do cliente bancário é o novo portal do Banco de Portugal, para melhorar a experiência dos utilizadores, o Portal tem uma lógica de navegação mais simples e mais intuitiva e conteúdos renovados.
Um dos serviços que disponibilizam e achamos relevante é o de conseguir obter o seu mapa de responsabilidades de crédito, embora este serviço já esta disponível no site do BdP.  Segue a lista de todas as informações, ferramentas e serviços que pode encontrar no portal do cliente bancário:
 

Que informação pode consultar?

  • Caraterísticas dos produtos e serviços bancários – depósitos bancários, créditos e instrumentos de pagamento;
  • Lista de instituições autorizadas a realizar as diversas operações bancárias;
  • Notícias e alertas dirigidos aos clientes bancários;
  • Respostas a perguntas frequentes colocadas pelos clientes bancários;
  • Glossário de termos financeiros;
  • Taxas máximas dos créditos aos consumidores;
  • Evolução dos novos créditos aos consumidores;
  • Preçários das instituições de crédito;
  • Comissões das contas de serviços mínimos bancários e das contas base;
  • Prospetos informativos e remuneração de depósitos indexados e duais;
  • Iniciativas de formação financeira do Banco de Portugal.

Que ferramentas pode utilizar?

  • Comparador de comissões;
  • Simulador de depósitos bancários;
  • Simulador de crédito à habitação;
  • Simulador de crédito aos consumidores;
  • Conversor de moeda.

Que serviços pode utilizar?

  • Apresentar ao Banco de Portugal reclamações contra instituições de crédito;
  • Solicitar ao Banco de Portugal informação sobre produtos e serviços bancários;
  • Obter o seu mapa de responsabilidades de crédito;
  • Obter o seu mapa de contas;
  • Confirmar se o seu nome consta da listagem de utilizadores de cheque que oferecem risco; Saber como obter informação sobre ativos financeiros de titulares falecidos;
  • Solicitar que o Banco de Portugal difunda pelo sistema bancário informação sobre o extravio ou a recuperação de documentos de identificação pessoal;
  • Conhecer quais as entidades de resolução alternativa de litígios que permitem aos clientes e às instituições resolverem os seus conflitos sem recurso aos tribunais;
  • Consultar a legislação e demais normas aplicáveis à comercialização de produtos e serviços bancários.

Para mais informações visite o portal do cliente bancário.


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Crédito à Habitação – Novas regras de análise da Solvabilidade dos Clientes

27 de Fevereiro, 2018 | por CFinanceiro

Novas regras de análise da Solvabilidade dos Clientes: o Regulador estipulou critérios(Diretiva de Crédito Hipotecário (DL nº74-A/2017 do BP))  mais apertados de solvabilidade e a necessidade da entrega de comprovativos de mais informação para a análise.
Leia Também: Sabe o que vai mudar no crédito à habitação em 2018?
Novos parâmetros a serem considerados no cálculo da Taxa de Esforço
• Seguros e outros encargos de natureza pessoal e familiar;
• Cenários de agravamento da taxa de juro: no caso do Crédito Habitação (créditos com duração superior a 5 anos) irá considerar-se 3 pontos percentuais;
• Idade da Reforma: nos casos em que o financiamento ultrapassa essa idade será contabilizada a redução no rendimento;
• Avais / Fianças: serão contabilizados os encargos de empréstimos onde o proponente em análise seja avalista / fiador;
• Contrato de trabalho: Quando o contrato de crédito vigora para além do termos do contrato de trabalho, implica a apresentação de fiadores/ avalistas;
• Carência de Capital / Valor Residual: Nestes contratos será considerado o montante total da prestação (e não o previsto por estas situações específicas).


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Crédito à Habitação – MTIC, apenas mais uma sigla?

26 de Fevereiro, 2018 | por CFinanceiro

 
Eis que surge mais uma Sigla, o MTIC, Montante Total Imputado ao Consumidor. Não temos nada contra siglas, taxas ou taxinhas, muito pelo contrário, tudo o que seja para ajudar a clarificar os custos de quem contrata um crédito é muito bem-vindo!
O MTIC não é mais que a soma do montante total do empréstimo (capital) com os custos associados ao crédito (juros, comissões bancárias, seguros(é aqui que a coisa complica mas falamos mais à frente)e outros encargos).
Vamos agora imaginar um cenário, um cliente pede uma simulação a dois bancos, num dos bancos é lhe apresentada uma simulação com o seguro vida com a cobertura mais abrangente a Invalidez Total e Permanente e o seguro multiriscos tem a cobertura de sismos, no outro banco é lhe apresentada uma simulação com o seguro vida com a cobertura menos abrangente a Invalidez Absoluta e Definitiva e cobre apenas 50% de cada segurado(mesmo que consiga activar esta cobertura só metade do crédito fica pago), o seguro multirisco neste caso não tem cobertura de sismos. Acha que o MTIC faz algum sentido nesta situação? Ou é apenas mais uma ferramenta que vem “complicar” dada a importância que lhe é dada neste momento?
Leia Também: Crédito à habitação. Já compensa fazer taxa fixa?
De alguma forma já falamos sobre estas comparações no live que fizemos sobre o spread não ser assim tão importante como nos querem fazer parecer:

 
Qualquer taxa, ou soma de totais só faz sentido funcionar como método de comparação se estivermos a comparar coisas iguais! Não vos parece? É que no exemplo que demos estamos a falar de uma diferença de vários milhares de euros. Até porque como sabe os seguros vida feitos nas “companhias dos bancos” são caríssimos. E tenham atenção que o exemplo que usamos para a cobertura mais baixa de seguro vida não é um exagero nosso, é apenas e só a cobertura base usada nas simulações de um dos bancos mais “competitivo em termos de spread”, com a importância que damos ao spread conforme o video acima!
Para perceberem melhor a ideia podem ver a reportagem do Contas-Poupança e a página do Banco de Portugal, embora nenhum tenha em atenção esta questão da comparação:
http://sicnoticias.sapo.pt/programas/contaspoupanca/2018-01-31-MTIC-a-sigla-que-o-pode-ajudar-a-poupar-milhares-de-euros
Página do Banco de Portugal que sabe sobre o MTIC:
https://www.bportugal.pt/page/mtic-uma-sigla-do-credito-que-vale-pena-decorar
Na nossa opinião a única forma de tornar “credíveis” estas taxas(Taeg,…) e somas de totais é criar uma simulação base onde todas as coberturas dos seguros deverão ser iguais! Fica a nossa sugestão!


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Crédito à habitação. Já compensa fazer taxa fixa?

24 de Fevereiro, 2018 | por CFinanceiro

Compensa fazer taxa fixa? É das perguntas que os nossos leitores nos fazem mais aqui no chat do messenger.

É um facto que os juros dos empréstimos para compra de casa tem estado a subir nos últimos meses, segundo o INE. A Euribor,  tem variado pouco nos últimos meses, como pode verificar na nossa tabela com as taxas Euribor mais usadas.  Na nossa opinião as taxas Euribor dificilmente passarão para terreno positivo antes de 2020, tudo vai depender da saúde da União Europeia. Já os spreads continuam a descer, mês após mês.

Segundo a Deco Proteste as taxas fixas oferecidas pelos bancos neste momento não são competitivas quando comparadas com as taxas variáveis, tanto em valor como pelos curtos prazos a que estão a ser fixadas. Na nossa opinião a questão passa mesmo pelo prazo das ofertas atuais, a 3, 5 e 7 anos. Se as taxas mais competitivas fossem oferecidas para todo o prazo do crédito, não haveria dúvidas que a taxa fixa era a melhor opção.

Portanto, na nossa opinião ainda não compensa fazer taxa fixa. Mas há uma outra alternativa que é muito pouco falada no mercado e não percebemos porque. É um produto em que o que fixa é prestação e não a taxa, o produto é conhecido exactamente por prestações fixas, temos elementos na nossa equipa que optaram por esse produto e estão muito satisfeitos. Nem todos os bancos tem este tipo de produto, e as características variam.

O prestações fixas caracteriza-se por tem um prazo mais curto, 30 anos de prazo ou máximo de 60 anos do proponente mais velho.  A taxa de juro do crédito é indexada à Euribor como um crédito à habitação “normal”, mas a prestação do crédito é fixa, sendo o prazo ajustado automaticamente sempre que há uma renovação da taxa Euribor. Assim, se a taxa Euribor sobe, o prazo aumenta. E, quando a taxa Euribor desce, o prazo diminui. Se quiser conhecer melhor este tipo de produto e saber se faz sentido para si, peça ajuda aos nossos parceiros e basta escrever “prestação fixa” nas observações.(GRÁTIS)

O único problema deste tipo de produto é que obriga a ter prestações mais altas, devido ao facto dos prazos serem mais curtos. Por outro lado as amortizações iniciais são muito maiores ao contrário de um crédito à habitação com prazos mais longos!
Deixe o seu comentário com a sua opinião sobre este assunto!


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7 dicas para melhorar o uso do seu cartão de crédito

20 de Fevereiro, 2018 | por CFinanceiro

Nos dias de hoje em que cada vez mais as pessoas usam os pagamentos electrónicos, e as transacções aumentam exponencialmente, o que leva a que os consumidores gastem cada vez mais dinheiro e muitas vezes gastando mesmo o que não têm, o cartão de crédito tornou se cada vez mais um “ amigo “ a que os consumidores recorrem para pagarem as suas contas e as suas compras.
Deixamos aqui 7 dicas que o vão ajudar a ter um maior controlo e o vão ajudar a utilizar de uma forma mais controlada o cartão de crédito.
1 – Prefira a taxa mais baixa
Se o seu objectivo para utilizar o cartão de crédito for para adquirir ou pagar quantias mais avultadas, por prestações, ou seja pagar de forma faseada, terá sempre de pagar juros.
Neste caso aconselhamos que tenha em atenção a TAEG (Taxa Anual Efectiva Global) e não a TAN (Taxa Anual Nominal), isto porque a TAEG reflecte o que vai efectivamente pagar incluindo anuidades e impostos
2 – Atenção aos juros
Os cartões de crédito podem oferecer financiamento gratuito entre 20 e 50 dias, mas isto desde que pague as despesas a 100%.
Se optar por pagar as despesas de forma repartida ou seja não saldar a totalidade do que gastou, fica sujeito ao pagamento de juros. Tenha atenção a esta situação pois os juros nestes cartões são mais elevados que os de um crédito pessoal ou mesmo do que os descobertos das contas á ordem.
Ou seja se usar o cartão de crédito pague sempre a 100% a totalidade do valor que utilizou, ou então vai verificar que aquela compra que fez não ficou assim tão barata quanto imaginava.
3 – Escolha cartões sem anuidade
Caso o seu objectivo seja pagar as compras que faz a 100%, opte sempre por um cartão que não obrigue ao pagamento de uma anuidade. Existem ainda cartões que oferecem um cash-Back, ou seja uma percentagem do valor das compras que faz são creditadas na sua conta.
 
4 – Tenha em atenção as compras na Internet
Apesar de serem muito úteis para as compras na Internet, é aqui que residem os maiores perigos relativamente aos cartões de crédito. Os piratas informáticos, gostam muito destas informações pessoais e dos dados destes cartões.
Desta forma tenha em atenção as seguintes informações, quando utilizar o cartão de crédito na internet, tenha em atenção, se a ligação começa por https:// e se surge o símbolo do cadeado junta da ligação.
Nunca introduza os dados se estiver a usar redes sem fios públicas e nunca introduza o código pessoal mais que uma vez, excepto se surgir uma mensagem a dizer que a primeira tentativa foi anulada ou mal sucedida.
Experimente também usar o MBnet.
5 – Não faça levantamento no Multibanco
Os cartões de crédito são chamados assim porque efectivamente funcionam a crédito.
Desta forma não devemos fazer levantamentos no multibanco, porque estes levantamentos (cash-advance) implicam a utilização da conta-cartão, isto é estamos a utilizar crédito e não o dinheiro disponível na conta á ordem, e quando formos a fazer contas levantamos 20 euros e acabamos por pagar quase 30 euros, só em taxas e comissões.
Desta forme use o cartão de crédito apenas para fazer pagamentos e nunca para levantar dinheiro.
6 – Tenha em atenção os programas de fidelização
Todos os cartões oferecem programas de fidelização ou programas por pontos, mas verifique bem se estes planos são efectivamente uma mais-valia, porque por vezes atiram nos estas promoções e depois quando vamos fazer contas, ainda somos prejudicados, porque os custos são maiores que os benefícios. Imagine a título de exemplo, o seguinte, se utilizar o cartão vai receber um desconto de 50 Euros, mas por outro lado fica obrigado a pagar uma anuidade de 75 Euros, logo fica a perder.
 
7 – Confira os Extractos
Confira sempre os extractos mensais, pois dessa forma consegue verificar se houve alguma operação não autorizada e consegue ter um maior controlo sobre os gastos com o cartão. Pode ainda consultar os extractos na Internet no portal do Banco.


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Portugal sem fogos está nas mãos de todos

20 de Fevereiro, 2018 | por CFinanceiro

Antes que seja tarde, antes que o atinja a si, limpe o mato 50 metros à volta da sua casa e 100 metros nos terrenos à volta da aldeia.
Até 15 de março é obrigatório e vital.
É obrigatório:

  • Limpar o mato e cortar árvores:
  • 50 Metros à volta das casas, armazéns, oficinas, fábricas ou estaleiros;
  • 100 Metros nos terrenos à volta das aldeias, parques de campismo, parques industriais, plataformas de logística e aterros sanitários;
    • Limpar as copas das árvores 4 metros acima do solo e mantê-las afastadas pelo menos 4 metros umas das outras;
    • Cortar todas as árvores e arbustos a menos de 5 metros das casas e impedir que os ramos cresçam sobre o telhado;


Se não o fizer até 15 de março, pode ser sujeito a processo de contraordenação. As coimas podem variar entre 140 a 5 mil euros, no caso de pessoa singular, e de 1500 a 60 mil euros, no caso de pessoas coletivas.
E este ano são a dobrar.
Até 31 de maio, as Câmaras Municipais podem substituir-se aos proprietários na limpeza do mato. Os proprietários são obrigados a permitir o acesso aos seus terrenos e a ressarcir a Câmara do valor gasto na limpeza.
É Importante:

  • Mantenha-se informado do risco de incêndio na sua área de residência
  • Verifique se o sistema de rega e mangueiras funcionam
  • Limpe telhados e coloque rede de retenção de fagulhas na chaminé
  • Mantenha afastados da casa e edificações:
  • Sobrantes da exploração agrícola ou florestal
  • Pilhas de lenha
  • Botijas de gás ou outras substâncias explosivas

É vital:
A vida da sua família e a segurança dos seus bens dependem do seu gesto.
Para mais informações ligue 808 200 520
Portugal sem fogos está nas mãos de todos.
Esta informação, não dispensa a consulta do DL n.º 124/2006, de 28 de Junho, na sua redação atual.
Fonte: Portugal.gov.pt


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E quando há um divórcio, o que se faz com a casa?

18 de Fevereiro, 2018 | por CFinanceiro

Quando um casal decide partir para o divórcio, umas das principais dores de cabeça é a partilha dos bens, sendo a maior e real dor de cabeça a “Casa”!
Quem fica com a casa?
A partilha deste bem depende obviamente do regime de casamento que o casal optou quando decidiram “dar o nó”. O mais comum é o da comunhão de adquiridos (património comum do casal é constituído pelo conjunto de bens adquiridos durante a vigência do casamento), embora existem outras opções, tais como Comunhão Geral de Bens (onde na prática tudo passa a ser dos dois), e a separação de bens (cada bem mesmo comprado em casal é de quem tiver a titularidade do mesmo)
De evidenciar ainda que no caso da “Comunhão de Adquiridos“, que é o regime mais usado em tribunal, pertence a cada um dos cônjuges, individualmente, os bens que tinham antes de contrair o casamento e ainda os bens que, depois do casamento, adquiram a título gratuito (por sucessão ou doação) ou venham a adquirir por virtude de direito próprio anterior, não resultando do esforço conjunto do casal. Nestes casos, se um casal optou por comunhão de adquiridos, em caso de divórcio a partilha corresponde à divisão dos bens comuns segundo a composição dos quinhões (50% a cada), entendido como conjunto de bens comuns que cabe a cada um dos interessados. É esta a fórmula utilizada para distribuir o património do casamento.
O melhor e assim espera-se, será não haver divórcio……, mas quando há…… as principais soluções para resolver esta questão da casa podem ser:
 
HIPÓTESE 1
Um dos cônjuges vende a sua parte ao outro.
Muita atenção quando existe um crédito à habitação contraído em conjunto, pois para além de fazer as contas ao ativo (imóvel) e ao passivo (dívida), para perceber quem fica com a casa e o que terá de dar, no mínimo, esse montante ao outro, existem outra parte muito importante:
Quem vende: tem de pedir a exoneração ao banco para ficar livre da dívida. O banco não é obrigado a aceitar, mas sendo bem explanado, pode o banco em caso de dúvida, pedir fiadores ou outro proponente para substituir quem quer sair do credito, por considerar que quem quer ficar com o credito é incapaz de pagar sozinho a prestação da casa. Aconselha-se igualmente que nessa altura se tente renegociar as condições de credito, se isso for favorável para o futuro.
Se precisar de ajuda com o crédito à habitação basta preencher este formulário para os nossos parceiros procurarem a melhor solução no mercado para si! GRÁTIS!

HIPÓTESE 2
O imóvel é vendido a terceiros e dividem a receita
Nos casos em que nenhum dos conjugues entende ter capacidade de ficar com a casa, ou se o banco não libertar quem não quer a casa e o crédito, o conselho mais sensato que podemos dar é vender a casa, por um preço justo, que garanta no mínimo o pagamento da casa ao banco e se possível potencie a divisão de um hipotético “lucro ou frequentemente denominado mais-valia” caso exista. Neste caso e se houver mais-valias, estas devem ser declaradas em 50% por cada um no anexo G da declaração de rendimentos.
O que é isso da mais-valia?
A mais-valia é o que se ganha com a venda de um imóvel em relação ao valor que comprou, e é sujeito a IRS em apenas 50% do seu valor. No entanto, esse valor pode ser atualizado de acordo com os coeficientes de correção monetária, e em função dos encargos efetuados com a sua valorização, nos últimos cinco anos. Como é normal e estamos habituados, se é uma mais-valia, temos de pagar impostos sobre ela, no entanto, esses ganhos poderão ser excluídos de tributação se o sujeito passivo reinvestir o valor de realização, deduzidos da amortização de eventual empréstimo contraído para a aquisição de um novo imóvel, ou na construção, ampliação ou melhoramento de outro imóvel.


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7 truques para aquecer a casa

5 de Fevereiro, 2018 | por CFinanceiro

A pensar no frio que se aproxima, trazemos-lhe alguns truques para aquecer a casa e poupar no aquecimento durante o inverno e continuar a manter a casa quente.

Há truques simples para aquecer a casa. Alguns são do conhecimento geral outros nem tanto.

Aponte os truques para aquecer a casa:

  1. Fechar portas   Distribuir o calor é fundamental, já que evita que o frio se disperse pela casa. Fechar as portas das divisões permite preservar o calor naquelas em que nos encontramos.
  2. Madeira –  A madeira é um isolante térmico que actua contra o frio de forma natural e ajuda aquecer a casa. Chão, rodapés, portas, janelas… e móveis!
  3. Tapetes – Os tapetes são capazes de concentrar o calor da sala sem deixar que se escape. Se prefere os que dão mais calor, aconselhamos os tapetes de pelo e de lã.
  4. Mantas – As mantinhas não podem faltar: além de aconchegar, aquece e conserva a temperatura corporal. As de lã são muito aconselhadas porque geram calor devido ao isolamento térmico.Outras opções são as mantas polares, compostas de algodão e poliéster ou fibras sintéticas.
  5. Cortinas duplas – Usar cortinas duplas: uma fina que sirva como protector de frio, mas que ao mesmo tempo deixe passar a luz do dia para aquecer a casa e outra mais grossa, para a noite.
  6. Materiais de isolamento – Tente utilizar materiais de isolamento tanto no interior como no exterior da sua casa. Para o exterior, a madeira ou o PVC são ideais.
  7. Sofá versátil – Os sofás com tapeçaria versátil permitem-nos usar um tecido mais quente, como a lã, no inverno, e um mais fresco no verão.

Leia também: COMPRAR OU ARRENDAR CASA: QUAL A MELHOR OPÇÃO?
Nota importante – Reduzir o uso do aquecimento supõe uma poupança, mas também uma melhoria do nosso bem-estar, uma vez que as temperaturas altas não são boas para a saúde e podem provocar mais constipações, secura ocular e cansaço durante o inverno.
Se usa outros truques partilhe connosco, deixe o seu comentário abaixo!
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TOP10 Fevereiro- Moedas para segurar em "2018", Criptomoedas em Portugal

3 de Fevereiro, 2018 | por CFinanceiro

Conforme aconteceu em Janeiro, voltamos a criar uma carteira de 1000€ com 10 moedas diferentes, investindo em cada uma delas 100€. Com o objectivo de potenciar ao máximo o nosso investimento durante 2018.
Para escolher as moedas voltamos a pedir ajuda aos membros do grupo de facebook Criptomoedas em Portugal onde submetemos à votação as moedas que na opinião dos membros do Criptomoedas em Portugal vão valorizar(%) mais em 2018.
Leia Também: COMO COMPRAR BITCOINS OU OUTRA CRIPTOMOEDA PASSO-A-PASSO

Moeda Preço($) 03-02-2018 Valor Investido Qt de moeda Comprar Val. desde 01-01-18
ETH  $915,79 (€732,63) 100  0,14  Coinbase  +21%
ADA  $0,39 (€0,31) 100  31,2  Binance  -46%
NEO  $120,13 (€96,10) 100  1,04  Binance  -37%
EOS  $9,79 (€7,83) 100  12,77  Binance  +11%
IOTA  $1,81 (€1,45) 100  68,97  Binance  -49%
XLM  $0,41 (€0,33) 100  303,03  Binance  +12%
LTC  $131,38 (€105,10) 100  0,95  Binance  -43%
BTC  $14112 (€11290) 100  0,0088  Coinbase  -37,4%
APPC  $0,72 (€0,58) 100  172,41  Binance  -71%
XRB $16,51 (€13,20) 100 7,58 Binance -24%

*Usamos o valor de 0,80 como referência para o cambio em Euros.
No top votado no grupo aparecia também a moeda Bankera(5º lugar) mas como ainda está em ICO(termina em fevereiro) decidimos não colocar.
Todos os meses vamos actualizar com os resultados de cada moeda. Não se esqueça de fazer membro do Criptomoedas em Portugal!

(Em actualização)
 
Invista por sua conta e risco. Não invista o dinheiro de que precisa para a sua vida de todos os dias.


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Calculadora de Taxa de Esforço